- Índice de Small Caps (SMLL) encerra sessão com ganhos de 0,09%, aos 2.538,75 pontos
- Índice de BDRs (BDRX) termina com alta de 0,46%, aos 23.493,22 pontos
- Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerra pregão com menos 0,19%, aos 3.903,40 pontos
- Ibovespa: BRKM5 é a maior alta do dia: veja a lista
Ativo | Dia (%), Valor (R$)
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BRKM5 | 7,35%, R$10,08
MBRF3 | 5,90%, R$21,00
VAMO3 | 3,78%, R$4,12
AZZA3 | 3,51%, R$21,53
EGIE3 | 3,27%, R$37,24
- Ibovespa: CSMG3 é a maior baixa do dia; veja as demais
Ativo | Dia (%), Valor (R$)
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CSMG3 | -3,64%, R$56,84
RECV3 | -3,15%, R$13,85
TIMS3 | -2,79%, R$27,18
VIVT3 | -2,54%, R$41,85
USIM5 | -2,50%, R$7,03
- Ibovespa termina com alta de 0,34%, aos 198.000,71 pontos, maior patamar de fechamento da história
Máxima: 198.173,39 (máxima histórica)
Mínima: 196.222,86
Diferença para a abertura: +676,94 pontos
Volume: R$ 33,90 bilhões
- Dólar comercial fecha com queda de 0,29%, abaixo dos R$ 5
Venda: R$ 4,997
Compra: R$ 4,996
Mínima: R$ 4,983
Máxima: R$ 5,041
- Principais índices em Nova York fecham dia com ganhos contundentes
Dow Jones 0,63%
S&P 500 1,02%
Nasdaq 1,23%
- Petróleo: Brent com vencimento em junho fecha dia com alta de 4,37%, a US$ 99,36
- Petróleo: WTI com vencimento em maio fecha dia com alta de 2,60%, a US$ 99,08
- Notícias de Hoje: O Ibovespa começou o dia com queda, mas fechou com mais 0,34%, aos 198.000,71 pontos. É o maior patamar de fechamento da história. Na máxima do dia, mais um recorde e superou pela primeira vez os 198 mil, com 198.173,39 pontos. Isso após começar a sessão com uma queda ampla em torno de 1%.
O real acelerou e viu o dólar comercial ficar abaixo dos R$ 5 pela primeira vez desde março de 2024, com queda de 0,29%, a R$ 4,997. Os juros futuros (DIs) igualmente inverteram a trajetória e acabaram a sessão com baixas ao longo da curva.
O motivo da elevação aos céus dos mercados é, novamente, uma declaração de Donald Trump, presidente dos EUA. O mandatário afirmou agora que o Irã quer fazer um acordo. Ele disse que o Irã havia “ligado esta manhã” e que “eles gostariam de fechar um acordo”, mas a imprensa não conseguiu confirmar a informação.
As palavras de hoje funcionaram mais uma vez para elevar o sentimento e fazer os índices subirem, a despeito do próprio Trump ter agravado as ameaças ao Irã, com o “bloqueio do bloqueio” de Ormuz.
Os persas, por sua vez, estão em “alerta máximo” e ameaçaram portos do Golfo Pérsico após EUA efetivarem o bloqueio do bloqueio. Para piorar, Israel segue bombardeando o Líbano.
De tudo isso, o que se concretizou hoje foi a alta do petróleo, que ainda está abaixo dos US$ 100, mas chegou a ficar acima e amenizou com o tempo, para ficar na casa dos US$ 99. O ouro terminou em baixa, com a melhora do sentimento.
Mas a aposta geral do mercado é que haverá, sim, um acordo, como dito por Trump. Por isso, os principais índices em Nova York, que vinham em queda após o fracassado encontro entre EUA e Irã no final de semana, viraram para altas, após a fala de Trump, e terminaram no positivo. As Bolsas europeias fecharam antes do palavreado de Trump e acabaram no vermelho.
O Boletim Focus desta semana novamente elevou a expectativa de inflação para 2026.
A terça-feira chega com os dados do setor de serviços no Brasil em fevereiro. Nos EUA, sai também a variação dos preços ao produtor de março, capaz de assustar o mais crente dos otimistas, já que projeção para 12 meses tem expectativa de mais 4,6%.
Notícias de Hoje - 13/04/2026
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Henri Dotto
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