- Índice de Small Caps (SMLL) encerra sessão com perdas de 0,59%, aos 2.372,08 pontos
- Índice de BDRs (BDRX) termina com baixa de 0,37%, aos 23.343,77 pontos
- Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerra pregão com menos 0,15%, aos 3.856,45 pontos
- Ibovespa: AZZA3 é a maior baixa do dia; veja as demais
Ativo | Dia (%), Valor (R$)
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AZZA3 | -2,83%, R$26,80
RAIL3 | -1,96%, R$16,52
EMBJ3 | -1,84%, R$75,94
NATU3 | -1,82%, R$9,72
RENT4 | -1,73%, R$44,22
- Ibovespa: frigoríficos encabeçam as maiores altas do dia; veja a lista
Ativo | Dia (%), Valor (R$)
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BEEF3 | 4,80%, R$4,15
MBRF3 | 3,37%, R$19,62
BRKM5 | 3,20%, R$10,97
CMIN3 | 2,86%, R$5,03
PETR4 | 2,69%, R$47,27
- Ibovespa: PETR4 termina novamente como a ação mais negociada do dia; confira a lista
Ativo | Negócios, Dia (%)
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PETR4 | 83.455, 2,69%
ITUB4 | 38.478, -0,56%
B3SA3 | 36.105, 0,70%
MBRF3 | 35.114, 3,37%
PRIO3 | 33.785, 2,53%
- DIs: juros futuros terminam dia com altas por toda a curva
Ativo | Taxa (%), Variação (pts)
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DI1F27 | 14,160%, 0,010
DI1F28 | 13,840%, 0,020
DI1F29 | 13,815%, 0,050
DI1F31 | 13,930%, 0,060
DI1F32 | 13,985%, 0,075
DI1F33 | 13,995%, 0,075
DI1F34 | 14,000%, 0,115
DI1F35 | 13,970%, 0,080
- Ibovespa termina com alta de 0,32%, aos 182.509,14 pontos
Máxima: 182.649,10
Mínima: 179.914,53
Diferença para a abertura: +577,21 pontos
Volume: R$ 24,80 bilhões
- Dólar comercial fecha com alta de 0,25%
Venda: R$ 5,253
Compra: R$ 5,253
Mínima: R$ 5,244
Máxima: R$ 5,280
- Principais índices em Nova York fecham dia com baixas
Dow Jones -0,18%
S&P 500 -0,37%
Nasdaq -0,84%
- Petróleo: Brent com vencimento em maio fecha dia com alta de 4,55%, a US$ 104,49
- Petróleo: WTI com vencimento em maio fecha dia com alta de 4,79%, a US$ 92,35
- Notícias de Hoje: Na véspera, uma forte alta, após o presidente dos EUA, Donald Trump, dizer que havia conversas em andamento com o Irã, que poderiam levar ao fim da guerra. Hoje, ceticismo. Assim, o drama se renova e o Ibovespa passou o dia oscilando, ora entregando baixas contundentes, ora apresentando altas tímidas. No final das contas, alta curta de 0,32%, aos 182.509,23 pontos, um ganho de 577,21 pontos.
Em tempos de guerra, o investidor se vê mergulhado em dúvidas, como apontou a Ata da mais recente reunião do Copom. O Banco Central deixou bem claro que depende de novas informações para definir ciclo de “calibração” da Selic – cortar ou não cortar, eis a questão.
Os EUA enfrentam um dilema: de um lado a imprensa diz que Pentágono pode enviar mais homens para o Oriente Médio, do outro Trump segue afirmando sem cerimônia que a guerra está vencida e que é o Irã que implora por um acordo.
Do outro lado, em qualquer negociação com os EUA, o Irã não exigiria apenas o fim da guerra, mas também concessões que provavelmente seriam linhas vermelhas para Trump, segundo fontes.
De um lado, Israel segue atacando o Líbano e o Irã. Do outro, países dizem que estão intermediando as negociações. No meio, os mercados tentam precificar o que nem os próprios protagonistas do conflito sabem dizer.
Hoje, o dólar comercial subiu de novo, agora com mais 0,27%, a R$ 5,254, após forte queda da véspera. Os DIs (juros futuros) tornaram a terminar com altas por toda a curva.
As bolsas na Europa ficaram na dúvida e terminaram mistas. Em Nova York, os principais índices retrataram ao longo da sessão a incerteza do que fazer ou não fazer, mas ficaram mesmo no vermelho.
Notícias de Hoje - 24/03/2026
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Henri Dotto
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