Notícias de Hoje - 18/03/2026

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Henri Dotto
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Notícias de Hoje - 18/03/2026

Mensagem por Henri Dotto »

- Índice de Small Caps (SMLL) encerra sessão com perdas de 1,16%, aos 2.323,91 pontos, na mínima do dia
- Índice de BDRs (BDRX) termina com baixa de 1,02%, aos 23.609,20 pontos
- Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerra pregão com menos 0,18%, aos 3.868,48 pontos, mínima do dia

- Ibovespa: ENEV3 desbanca PETR4 é a ação mais negociada do dia; veja a lista

Ativo | Negócios, Dia (%)
-------------------------------
ENEV3 | 83.613, 15,08%
PETR4 | 76.994, 1,34%
PRIO3 | 53.373, 5,33%
CPLE3 | 44.748, 5,56%
VALE3 | 40.220, -2,32%

- Ibovespa: HAPV3 é a maior baixa do dia; veja as demais

Ativo | Dia (%), Valor (R$)
--------------------------------
HAPV3 | -4,76%, R$8,21
YDUQ3 | -4,62%, R$9,90
CSNA3 | -4,42%, R$6,06
AZZA3 | -3,18%, R$27,11
CURY3 | -2,92%, R$35,24

- Ibovespa: ENEV3 é a maior alta do dia, com mais de 15%; veja as outras

Ativo | Dia (%), Valor (R$)
--------------------------------
ENEV3 | 15,08%, R$24,35
CPLE3 | 5,56%, R$15,20
PRIO3 | 5,33%, R$66,03
MBRF3 | 2,47%, R$17,03
PETR3 | 1,77%, R$51,63

- DIs: juros futuros terminam dia com altas por toda a curva

Ativo | Taxa (%), Variação (pp)
-------------------------------------
DI1F27 | 14,200%, 0,065
DI1F28 | 13,750%, 0,115
DI1F29 | 13,755%, 0,150
DI1F31 | 13,895%, 0,140
DI1F32 | 13,925%, 0,135
DI1F33 | 13,945%, 0,135
DI1F34 | 13,915%, 0,120
DI1F35 | 13,915%, 0,130

- Ibovespa termina com queda de 0,43%, aos 179.639,91 pontos
Máxima: 181.550,83
Mínima: 179.575,91
Diferença para a abertura: -769,82 pontos
Volume: R$ 30,80 bilhões

- Dólar comercial fecha com alta de 0,90%, na máxima do dia
Venda: R$ 5,246
Compra: R$ 5,245
Mínima: R$ 5,246
Máxima: R$ 5,185

- Principais índices em Nova York fecham dia com fortes perdas
Dow Jones -1,64%
S&P 500 -1,36%
Nasdaq -1,46%

- Petróleo: Brent com vencimento em maio fecha dia com alta de 3,83%, a US$ 107,38
- Petróleo: WTI com vencimento em abril fecha dia com alta de 2,90%, a US$ 96,21

- Notícias de Hoje: A palavra de hoje foi “cautela”. O Federal Reserve manteve sua taxa de juros no mesmo patamar, entre 3,50% e 3,75%, como esperado. Já o COPOM reduziu em 0,25 no Brasil, mas o mercado já havia fechado.
Os mercados reagiram com um incômodo. Isso porque o Fed foi claro: “as incertezas aumentaram”. O Ibovespa devolveu a consistente alta que oferecia antes da entrevista coletiva de Jerome Powell, presidente da autoridade monetária norte-americana, e fechou com queda de 0,43%, aos 179.639,91 pontos, uma perda de 769,82 pontos.
O dólar comercial subiu 0,90%, a R$ 5,246, seguindo o DXY (índice dólar); e os DIs (juros futuros) responderam ao movimento do Fed com altas por toda a curva.
Só não foi uma decisão unânime, porque um integrante votou por corte de 0,25 ponto percentual. A única mudança entre os dois textos foram duas linhas, sobre o conflito entre EUA e o Irã. As projeções também pouco mudaram, embora agora apenas um corte é visto este ano. Tudo como esperado pelo mercado.
O problema está também no que já se sabia: é muito cedo para entender as implicações do conflito no Oriente Médio para a economia, assim como a duração de seus efeitos. Mas os preços vão ser impactados.
Tudo isso em um dia que o petróleo se manteve acima de US$ 100, com novos ataques à infraestrutura do Irã. O presidente dos EUA, ⁠Donald Trump, e os republicanos estão apostando ⁠que o choque nos preços do petróleo provocado pela crise com o Irã ‌terá vida curta. Mas a guerra não parece ter um fim assim tão rápido, não como desejado por Trump.
Seu governo, inclusive, está pensando em medidas para atenuar o problema nas bombas de combustíveis.
As projeções (do Fed) também mostram otimismo com a atividade, com um crescimento do PIB projetado para 2,4%, ante 2,3%. Essa expectativa, junto a uma leitura acima do esperado da inflação ao produtor (PPI) publicada ainda hoje, tem como resultado as expectativas de taxas de juros altas por mais tempo, motivando algum aumento da aversão a risco.
Se o governo dos EUA pensa em medidas para amenizar a alta dos preços dos combustíveis, o brasileiro saiu na frente. Só não foi bem-sucedido na recepção. Os caminhoneiros pensam em greve. O governo responde com apaziguamento. Os governadores não querem contribuir com a conta e, assim, não irão reduzir o ICMS sobre os combustíveis. É ano de eleições.
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