Notícias de Hoje - 13/03/2026

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Henri Dotto
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Notícias de Hoje - 13/03/2026

Mensagem por Henri Dotto »

- Índice de Small Caps (SMLL) encerra sessão com perdas de 1,66%, aos 2.313,57 pontos; semana fica com forte baixa de 4,26%
- Índice de BDRs (BDRX) termina com alta de 0,38%, aos 23.965,59 pontos; semana acaba com mais 0,34%
- Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerra pregão com mais 0,35%, aos 3.879,52 pontos; semana termina com baixa de 0,44%

- Ibovespa: PETR4 é novamente a ação mais negociada do dia; confira

Ativo | Negócios, Dia (%)
------------------------------
PETR4 | 67.035, -0,73%
PRIO3 | 50.775, -2,86%
VIVA3 | 49.782, -5,20%
EMBJ3 | 37.486, -1,16%
VALE3 | 36.091, -1,19%

- Ibovespa: SLCE3 é a maior alta do dia; veja a lista

Ativo | Dia (%), Valor (R$)
-------------------------------
SLCE3 | 2,51%, R$18,00
BBSE3 | 1,98%, R$35,05
TIMS3 | 1,49%, R$26,60
WEGE3 | 0,85%, R$46,21
NATU3 | 0,81%, R$8,66

- Ibovespa: BRKM5 é a maior queda do dia; veja as demais

Ativo | Dia (%), Valor (R$)
--------------------------------
BRKM5 | -6,97%, R$11,35
CSNA3 | -6,23%, R$5,72
HAPV3 | -6,17%, R$8,67
PCAR3 | -6,05%, R$2,33
MRVE3 | -5,42%, R$7,68

- DIs: juros futuros terminam dia com altas por toda a curva

Ativo | Taxa (%), Variação (pp)
-------------------------------------
DI1F27 | 14,315%, 0,320
DI1F28 | 13,915%, 0,420
DI1F29 | 13,930%, 0,405
DI1F31 | 14,165%, 0,360
DI1F32 | 14,205%, 0,320
DI1F33 | 14,230%, 0,310
DI1F34 | 14,290%, 0,375
DI1F35 | 14,210%, 0,290

- Ibovespa termina com baixa de 0,91%, aos 177.653,31 pontos
Máxima: 180.995,79
Mínima: 177.321,97
Diferença para a abertura: -1.631,18 pontos
Volume: R$ 30,10 bilhões

- Dólar comercial fecha com forte alta de 1,37%
Venda: R$ 5,314
Compra: R$ 5,314
Mínima: R$ 5,216
Máxima: R$ 5,324

- Principais índices em Nova York fecham dia com quedas e têm a terceira semana seguida no negativo
Dow Jones -0,25%
S&P 500 -0,61%
Nasdaq -0,93%

- Petróleo: Brent com vencimento em abril fecha dia com ganhos de 2,67%, a US$ 103,14
- Petróleo: WTI com vencimento em abril fecha dia com alta de 3,11%, a US$ 98,71

- Notícias de Hoje: A sexta-feira, 13, até começou positiva, com o IBOV subindo, mas terminou com com o Ibovespa em queda de 0,91%, aos 1778.653,31 pontos, uma baixa de 1.631,18 pontos, fazendo a semana terminar com menos 0,95%, a terceira seguida no vermelho.
O pavor se estendeu ao real, que viu o dólar comercial subir estratosféricos 1,37%, a R$ 5,314, nível que assustou a todos. Os DIs (juros futuros) dispararam por toda a curva, que já opera predominantemente acima dos 14%.
O que subiu também foi o preço do diesel no Brasil, mesmo com o governo federal publicando decreto de subvenção ao combustível.
O Ministério da Fazenda, porém, observou que os impactos econômicos de uma alta do petróleo, em decorrência do conflito no Oriente Médio, podem impulsionar a economia brasileira.
Por mais bizarra que a declaração possa ter parecido, o governo não quer bobear e decidiu determinar de que postos de combustíveis informem de forma clara aos consumidores a redução de tributos federais sobre o diesel e o impacto esperado no preço final nas bombas. E vai apertar a fiscalização sobre os postos.
A Fazenda também fez novas projeções para 2026 e o PIB deve ficar em 2,3% e a inflação, em 3,7%, 0,1 ponto percentual a mais do que a projeção anterior, esperando que o conflito no Irã seja temporário.
Donald Trump, hoje, mais uma vez, disse que a guerra no Irã só vai terminar quando ele sentir no coração (nos ossos) que deve terminar. É um sentimento, não uma notação técnica ou militar ou política ou de inteligência geopolítica.
As falas inconstantes do mandatário dos EUA têm feito os preços dos barris de petróleo oscilarem e quase sempre para cima. Hoje, não foi diferente. Novamente ficaram acima dos US$ 100 e olha que começaram em queda, após os EUA afrouxarem as sanções sobre o petróleo russo.
Trump também prometeu atacar Irã “com muita força” na próxima semana, enquanto fala que a guerra está “muito próxima de acabar”
Os EUA enfrentam outros problemas. O pior deles é o custo da guerra. O custo financeiro. Segundo o Financial Times, consumo acelerado de mísseis como Tomahawk, Patriot e Thaad elevou custo do conflito e deve levar Pentágono a pedir até US$ 50 bilhões extras. A conta é que os EUA já gastaram “anos” de munição nos primeiros dias de guerra com Irã.
A inflação de consumo pessoal nos EUA, o famoso PCE, até veio em linha com o esperado, mas o dado divulgado hoje refere-se a janeiro. A guerra começou no último dia de fevereiro, não está refletida nesses números, nem estará no de fevereiro. E a reunião de política monetária do Federal Reserve é semana que vem.
O PIB do 4T25 também mostrou um problema, frustrando expectativas com uma leitura mais fraca. Além disso, as vagas de emprego em aberto nos EUA aumentaram em janeiro, mas contratações foram tímidas.
O Dow Jones foi o que sofreu menos, com baixa curta, mas tanto ele quando o S&P 500 e o Nasdaq emendaram a terceira semana seguida de baixas.
O ouro também terminou o dia em queda, como na véspera, graças a um dólar mais forte, com o DXY, índice que mede a força da moeda norte-americana frente a pares de peso, voltando a operar acima dos 100 pontos.
A Petrobras (PETR4) caiu 0,73%, mesmo com a alta do petróleo internacional. A alta do diesel não deve alterar a estratégia de preços da estatal. Destaque também para PRIO3, que perdeu 2,86%. Caráter do aumento da taxação de exportação do petróleo nacional ampliou a incerteza regulatória e pode pressionar valuations no longo prazo, dizem analistas.
A Vale (VALE3), que perdeu amplos 1,19%, foi outra que pressionou o Ibovespa. Os bancos também. Desceram todos, em um cenário de meter medo: BB (BBAS3), com menos 1,73%; Bradesco (BBDC4), com menos 2,06%; Itaú Unibanco (ITUB4), com queda de 0,68%; e Santander (SANB11), com baixa de 1,18%.
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