- Minidólar com vencimento em março (WDOH26) termina com menos 0,36%, a 5.161,00
- Mini-índice com vencimento em abril de 2026 (WINJ26) fecha com mais 1,33%, aos 195.035 pontos
- Bitcoin Futuro (BITFUT) fecha com queda de 1,44%, aos 329.900,00
- Ibovespa: PETR4 é a ação mais negociada do dia mais uma vez; confira a lista
Ativo | Negócios, Dia (%)
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PETR4 | 77.170, 2,54%
ITUB4 | 58.529, 1,52%
VALE3 | 54.844, 0,39%
GGBR4 | 50.355, -2,22%
B3SA3 | 49.836, 2,02%
- Ibovespa: IRBR3 é a maior alta do dia; veja a lista
Ativo | Dia (%), Valor (R$)
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IRBR3 | 7,26%, R$64,25
VAMO3 | 6,40%, R$4,82
NATU3 | 6,40%, R$9,98
SMTO3 | 6,34%, R$17,45
YDUQ3 | 6,16%, R$13,96
- Ibovespa: BEEF3 é a maior queda do dia; veja as demais
Ativo | Dia (%), Valor (R$)
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BEEF3 | -4,43%, R$5,39
CSMG3 | -2,84%, R$57,22
GOAU4 | -2,46%, R$9,50
MGLU3 | -2,31%, R$10,13
GGBR4 | -2,22%, R$21,13
- DIs: juros futuros terminam dia com baixas por toda a curva
Ativo | Taxa (%), Variação (pp)
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DI1F27 | 13,235%, -0,010
DI1F28 | 12,515%, -0,010
DI1F29 | 12,565%, -0,030
DI1F31 | 12,990%, -0,055
DI1F32 | 13,145%, -0,065
DI1F33 | 13,245%, -0,065
DI1F35 | 13,330%, -0,065
- Índice de Small Caps (SMLL) encerra sessão com ganhos de 1,49%, aos 2.637,53 pontos
- Índice de BDRs (BDRX) termina com alta de 0,67%, aos 24.201,31 pontos
- Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerra pregão com mais 0,07%, aos 3.867,63 pontos
- Ibovespa termina com alta de 1,40%, aos 191.490,40 pontos, maior patamar de fechamento de todos os tempos
Máxima: 191.780,77 (máxima histórica)
Mínima: 188.854,45
Diferença para a abertura: +2.636,91 pontos
Volume: R$ 31,80 bilhões
- Dólar comercial fecha em baixa de 0,26%
Venda: R$ 5,155
Compra: R$ 5,154
Mínima: R$ 5,142
Máxima: R$ 5,185
- Principais índices em Nova York fecham dia com ganhos
Dow Jones 0,76%
S&P 500 0,77%
Nasdaq 1,05%
- Petróleo: Brent com vencimento em abril fecha dia com queda de 1,01%, a US$ 70,77
- Petróleo: WTI com vencimento em abril fecha dia com baixa de 1,03%, a US$ 65,63
- Notícias de Hoje: A Guerra na Ucrânia completou hoje exatamente quatro anos. Quatro longos anos. Um conflito que imaginava-se seria sangrento, mas curto, foi de fato sangrento, mas parece interminável. No começo, mexeu muito com o comércio global, com expectativas, com cadeias de fornecimento, com moedas, mas hoje parece agregada ao cenário e o mercado tem outras preocupações.
O real também se valorizou: viu o dólar comercial cair mais uma vez, agora com 0,26%, a R$ 5,155. E os DIs (juros futuros) recuaram por toda a curva. Foi, assim, um dia positivo em todos os sentidos.
Incerteza mesmo está em outra guerra, a comercial e, particularmente, eleitoral, política, ideológica, travada por Donald Trump contra o resto do mundo, incluindo o pessoal dentro das suas próprias fronteiras. Depois da derrubada pela Suprema Corte da legalidade das tarifas impostas em abril do ano passado, Trump correu e anunciou imediatamente novas tarifas, agora de 10% para todos os países, sem levar em conta nenhuma métrica. Logo, ele mesmo se corrigiu: não seriam 10%, mas 15%. O mundo estava diante de nova incerteza. E hoje a coisa mudou novamente: ao colocar tais tarifas em vigor, seu governo impôs as de 10% e não de 15%, mas disse que vai trabalhar para “corrigir” isso. Mais incerteza.
O mercado trabalha com o que tem em mãos e o que tem em mãos são as tarifas de 10%. Como são tarifas menores, o fato se tornou um alívio. Os principais índices em Nova York subiram perto de 1%, mas na Europa as Bolsas teimam em duvidar de que isso ficará assim e fecharam mistas. Os europeus lutam é para manter acordo já feito com os EUA.
“Esse ajuste de expectativa desencadeou um movimento em cadeia nos mercados globais”, disse Marcos Vinícius Oliveira, economista da ZIIN Investimentos. “Os rendimentos dos Treasuries, especialmente o título de 10 anos, passaram a recuar para patamar que figura entre as mínimas dos últimos três meses. A queda nas taxas americanas reduziu a pressão sobre os ativos de risco e abriu espaço para fechamento das curvas de juros em países emergentes”. No Brasil, os contratos de DI acompanharam o movimento externo.
Mas o dia guarda, já à noite, com os mercados fechados, uma outra potencial bomba: Trump fará um tradicional discurso no Congresso, em momento difícil de seu mandato, com sua popularidade em queda, o aumento da ansiedade em relação ao Irã e os norte-americanos lutando contra o custo de vida, à medida que se aproximam as eleições de meio de mandato em novembro. “Será um discurso longo“, disse Trump, “porque temos muito o que falar”.
No Brasil, o radar também apontou para outras frentes, com uma série de dados divulgados hoje.
Investimentos diretos vieram acima das projeções em janeiro. A arrecadação federal também veio alta no primeiro mês do ano e bateu recorde. Ao mesmo tempo, a dívida externa brasileira aumentou de dezembro para janeiro. E dados da indústria não mostram um presente muito altivo: são indicadores fracos neste começo de 2026 em empregos, produção e investimentos.
O Ibovespa fechou este dia com alta de 1,40%, aos 191.490,40 pontos, um ganho de 2.636,91 pontos, maior patamar de fechamento de todos os tempos e pela primeira vez acima dos 191 mil, não sem antes bater novo recorde histórico, com 191.780,77 pontos, maior nível já alcançado pelo índice.
Notícias de Hoje - 24/02/2026
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Henri Dotto
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