- Índice de Small Caps (SMLL) encerra sessão com perdas de 0,57%, aos 2.291,85 pontos
- Índice de BDRs (BDRX) termina com alta de 0,96%, aos 26.712,68 pontos
- Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerra pregão com mais 0,07%, aos 3.853,81 pontos
- Ibovespa: PETR4 é a ação mais negociada do dia; confira a lista
Ativo | Negócios, Dia (%)
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PETR4 | 55.981, -1,43%
CSMG3 | 42.237, -4,71%
ITUB4 | 34.571, 0,65%
SBSP3 | 29.942, -0,73%
ABEV3 | 28.568, 0,12%
- Ibovespa: USIM5 é a maior alta do dia; veja a lista
Ativo | Dia (%), Valor (R$)
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USIM5 | 5,90%, R$10,23
RADL3 | 2,72%, R$18,50
CMIN3 | 2,66%, R$4,63
EMBJ3 | 1,55%, R$73,50
ASAI3 | 1,54%, R$9,25
- Ibovespa: CSAN3 fecha como a maior baixa do dia; veja as demais
Ativo | Dia (%), Valor (R$)
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CSAN3 | -6,31%, R$4,01
CSMG3 | -4,71%, R$50,75
NATU3 | -4,13%, R$9,97
BRKM5 | -3,08%, R$11,32
MRVE3 | -2,93%, R$5,97
- DIs: juros futuros terminam dia com altas por toda a curva
Ativo | Taxa (%), Variação (pp)
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DI1F27 | 14,065%, 0,000
DI1F28 | 13,865%, 0,030
DI1F29 | 13,830%, 0,015
DI1F31 | 13,915%, 0,020
DI1F32 | 13,975%, 0,030
DI1F33 | 14,000%, 0,030
DI1F34 | 14,005%, 0,035
DI1F35 | 14,005%, 0,045
- Ibovespa termina com baixa de 0,48%, aos 175.744,37 pontos
Máxima: 177.640,02
Mínima: 175.554,89
Diferença para a abertura: -844,66 pontos
Volume: R$ 22,80 bilhões
- Dólar comercial fecha com alta de 0,66%
Venda: R$ 5,061
Compra: R$ 5,060
Mínima: R$ 5,032
Máxima: R$ 5,070
- Principais índices em Nova York fecham sessão com altas curtas
Dow Jones 0,39%
S&P 500 0,02%
Nasdaq 0,07%
- Petróleo: Brent com vencimento em julho fecha dia com queda de 5,31%, a US$ 94,29
- Petróleo: WTI com vencimento em julho fecha dia com baixa de 5,55%, a US$ 88,68
- Notícias de Hoje: O fim da guerra ainda não aconteceu, deixando os mercados mais tímidos. Hoje, não teve entusiasmo, mesmo com o aparente avanço das negociações. O Ibovespa terminou o dia com queda de 0,48%, aos 175.744,37 pontos, uma baixa de 844,66 pontos. Não foi nada extraordinário.
O real sofreu um pouco mais, vendo o dólar comercial subir 0,66%, a R$ 5,061. O mesmo se deu com as taxas DIs (juros futuros), que terminaram indecisas, sem direção definida.
Em Wall Street, também houve oscilação, mas os índices principais conquistaram altas curtas. As Bolsa europeias tampouco se animaram ou se desanimaram: terminaram mistas, como se dissessem “nada de novo”.
No entanto, o mercado viu hoje um avanço no tom das conversas entre Irã e EUA.
O presidente dos EUA, Donald Trump, visivelmente cansado dessa situação, ainda seguiu elevando atritos, ao dizer que seu governo não está satisfeito com acordo o com o Irã, mas ele fala, ao mesmo tempo, de um modo que induz o leitor e o ouvinte a acharem que o acordo é de fato próximo e inevitável.
O mesmo acontece do lado iraniano, que afirmou que o Estreito de Ormuz seria reaberto totalmente trinta dias após o acordo firmado. E Trump pregou que nenhum país específico irá controlar aquelas águas, o que é claramente ainda um entrave para o acordo.
O resultado de tais avanços veio no termômetro do petróleo. As principais referências internacionais da commodity fecharam negativas hoje, com o WTI abaixo de US$ 90. O ouro também caiu nessa sessão.
No Brasil, a grande manchete do dia, que desanimou um tanto os investidores, foi a divulgação do IPCA-15 de maio, com resultado acima do esperado e lá estamos novamente com a inflação acima do teto da meta.
Apesar da manchete trazida pelo indicador, André Valério, economista-sênior do Inter, disse que embora “o qualitativo do IPCA ainda enseja cautela”, há boas notícias, notando que a média dos núcleos acelerou na margem, de 0,47% para 0,48%, e que a média móvel de 3 meses desacelerou para 0,44%, menor valor desde janeiro.
“Ainda assim, é um patamar elevado para o núcleo, mas a boa notícia é que não se nota, por ora, sinais de contaminação do choque do petróleo para o restante dos preços”, comemorou.
Com tudo isso, para a reunião de junho, ele ainda espera que o Copom prossiga com um corte adicional de 25 pontos-base, deixando a comunicação mais cautelosa. “Com a continuidade do aperto monetário, subsequente desaceleração da atividade e eventual fim do conflito no Irã, esperamos que o Copom tenha condições de cortar 25 pontos-base em todas as reuniões desse ano, levando a Selic a 13,25% ao fim de 2026”, concluiu.
Amanhã teremos notícias dos EUA que divulga a inflação PCE (de consumo pessoal, a mais importante para o Federal Reserve), o PIB do 1T26, dados do mercado imobiliário e sobre bens duráveis.
Notícias de Hoje - 27/05/2026
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Henri Dotto
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