Notícias de Hoje - 27/04/2026

Confira as últimas notícias compiladas pela equipe da Universidade da Bolsa.
Henri Dotto
Mensagens: 183
Registrado em: Ter Set 09, 2025 1:32 am

Notícias de Hoje - 27/04/2026

Mensagem por Henri Dotto »

- Índice de Small Caps (SMLL) encerra sessão com perdas de 1,81%, aos 2.391,01 pontos, na mínima do dia
- Índice de BDRs (BDRX) termina com alta de 0,25%, aos 24.823,79 pontos
- Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerra pregão com menos 0,27%, aos 3.924,93 pontos, na mínima do dia

- Ibovespa: USIM5 é a maior alta do dia; veja a lista

Ativo | Dia (%), Valor (R$)
--------------------------------
USIM5 | 6,96%, R$8,14
PRIO3 | 2,75%, R$64,35
ASAI3 | 1,70%, R$9,58
NATU3 | 1,08%, R$10,26
WEGE3 | 0,82%, R$48,19

- Ibovespa: CURY3 é a maior queda do dia; veja as outras

Ativo | Dia (%), Valor (R$)
--------------------------------
CURY3 | -7,76%, R$30,20
HAPV3 | -6,67%, R$13,15
CYRE4 | -6,44%, R$22,66
CYRE3 | -5,79%, R$25,06
MRVE3 | -5,48%, R$6,90

- Ibovespa: PETR4 é a ação mais negociada do dia; confira a lista

Ativo | Negócios, Dia (%)
-------------------------------
PETR4 | 46.212, 0,45%
HAPV3 | 44.529, -6,67%
USIM5 | 31.394, 6,96%
PRIO3 | 31.325, 2,75%
ITUB4 | 27.808, -0,86%

- DIs: juros futuros terminam dia com sobem por toda a curva

Ativo | Taxa (%), Variação (pp)
-------------------------------------
DI1F27 | 14,135%, 0,040
DI1F28 | 13,760%, 0,130
DI1F29 | 13,615%, 0,145
DI1F31 | 13,635%, 0,140
DI1F32 | 13,670%, 0,130
DI1F33 | 13,690%, 0,130
DI1F34 | 13,695%, 0,120
DI1F35 | 13,675%, 0,125

- Ibovespa termina com baixa de 0,61%, aos 189.578,79 pontos, na mínima do dia
Máxima: 191.339,93
Mínima: 189.578,79
Diferença para a abertura: -1.166,23 pontos
Volume: R$ 20,90 bilhões

- Dólar comercial fecha em queda de 0,31%, valendo R$ 4,982
Venda: R$ 4,982
Compra: R$ 4,982
Mínima: R$ 4,964
Máxima: R$ 4,983

- Principais índices em Nova York fecham o dia de forma mista e sem força
Dow Jones -0,13%
S&P 500 0,12%
Nasdaq 0,20%

- Petróleo: Brent com vencimento em junho fecha dia com alta de 2,75%, a US$ 108,23
- Petróleo: WTI com vencimento em junho fecha dia com alta de 2,09%, a US$ 96,37

- Notícias de Hoje: O Ibovespa caiu 0,61%, aos 189.578.79 pontos, na mínima do dia, uma baixa de 1.166,23 pontos, a quarta queda seguida. Nos últimos oito pregões, apenas uma alta, uma mísera alta, com mais 0,20%, segunda-feira passada, dia 20.
Hoje o dólar comercial emendou a segunda baixa consecutiva, com menos 0,31%, a R$ 4,982. Analistas, inclusive, veem novas quedas da moeda no curto prazo.
Já as taxas DIs (juros futuros) seguem em alta e hoje se elevaram novamente por toda a curva.
O mundo continua sem saber o que acontecerá no Oriente Médio, cuja guerra deflagrada pelos EUA e Israel contra o Irã já dura quase 60 dias – e o presidente norte-americano, Donald Trump, havia prometido no início do confronto que seria uma aventura bélica curta. Não foi e não está sendo. Mas o mercado ainda acredita que será, o que ressalta o conceito de “curta” como algo bem flexível.
O Chanceler da Alemanha, Friedrich Merz, disse que Irã está humilhando os EUA durante as negociações em torno da guerra. “Os iranianos são obviamente muito hábeis em negociar, ou melhor, muito hábeis em não negociar, deixando que os norte-americanos viajem para Islamabad e depois saiam novamente sem nenhum resultado”, disse.
O que influencia são as atitudes de Israel e do Hezbollah libanês. Apesar da ampliação do cessar-fogo, as batalhas continuam. Israel não respeita ainda nem o dito cessar-fogo em Gaza, não respeita agora também. O Hezbollah não mostra compromisso algum com o Líbano em si e o presidente libanês, Joseph Aoun, fica vendido. A guerra entre Hezbollah e Israel é um dos argumentos principais para o Irã nas difíceis negociações com os EUA.
No meio disso, tudo, o tráfego no Estreito de Ormuz segue praticamente parado, uma vez que as conversas que eram esperadas para aconteceram no Paquistão neste final de semana não foram realizadas – só o Irã compareceu. Os iranianos apresentaram nova proposta de negociação sobre Ormuz, mas dessa vez foram os EUA que deram de ombros. Os preços do petróleo subiram de novo.
Os principais índices em Nova York quase não se mexeram, ficaram mistos e sem muita amplitude. Essa prudência, espera e cautela são naturais em uma semana que tem na agenda a reunião do Federal Reserve para decidir sobre a taxa de juros. Ela nem deve ser alterada, deve ficar na mesma, mas todos querem saber o que o banco central dos EUA está achando disso tudo e o comunicado e a possível última entrevista coletiva de Jerome Powell, presidente da instituição.
Na Europa, as Bolsas seguiram Wall Street e terminaram sem direção única, mas é porque está difícil entender mesmo o cenário completo e complexo. Nesta semana, além do Federal Reserve, o Banco Central Europeu e o Banco da Inglaterra vão decidir suas novas taxas de juros – sem contar o Banco do Japão, do outro lado do mundo.
Tem mais: esta semana também saem alguns balanços trimestrais das maiores companhias de tecnologia do mundo. Cinco big techs divulgarão seus resultados, aumentando a expectativa em um mercado que já precifica um forte crescimento: Microsoft, Alphabet, Amazon e Meta Platforms na quarta-feira, e Apple na quinta.
No Brasil, o Banco Central também decide a nova Selic esta semana, na mesma quarta-feira que o Fed anuncia seu movimento. Para a XP, o Copom deve emitir um comunicado mais duro frente ao risco de inflação e à alta do petróleo. Mesmo assim, maior parcela do mercado acredita em um novo corte de 0,25 ponto percentual.
A semana pesada começa de fato e direito amanhã, com a divulgação do IPCA-15 de abril e mercado prevendo alta robusta de 1,0%.
Responder