- Índice de Small Caps (SMLL) encerra sessão com perdas de 0,26%, aos 2.536,46 pontos; semana encerra com mais 3,88%
- Índice de BDRs (BDRX) termina com baixa de 0,74%, aos 23.385,81 pontos; semana fecha com mais 1,65%
- Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerra pregão com mais 0,49%, aos 3.891,72 pontos; semana acaba positiva em 0,65%
- Ibovespa: PETR4 é novamente a ação mais negociada do dia; confira a lista
Ativo | Negócios, Dia (%)
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PETR4 | 78.288, 2,36%
ITUB4 | 54.968, 0,70%
ITSA4 | 49.301, 0,47%
B3SA3 | 47.875, 1,83%
VALE3 | 47.096, 1,06%
- Ibovespa: HAPV3 é a maior alta do dia, com mais de 13% de valorização; veja as outras
Ativo | Dia (%), Valor (R$)
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HAPV3 | 13,05%, R$13,25
EGIE3 | 4,64%, R$36,06
PRIO3 | 3,36%, R$67,65
MBRF3 | 3,01%, R$19,83
ENEV3 | 2,73%, R$26,71
- Ibovespa: AZZA3 fecha dia como a maior queda; veja a lista
Ativo | Dia (%), Valor (R$)
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AZZA3 | -10,88%, R$20,80
USIM5 | -6,12%, R$7,21
CSNA3 | -5,45%, R$6,42
CURY3 | -3,08%, R$35,87
COGN3 | -3,03%, R$3,20
- DIs: juros futuros terminam dia de forma mista
Ativo | Taxa (%), Variação (pp)
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DI1F27 | 14,060%, 0,140
DI1F28 | 13,540%, 0,140
DI1F29 | 13,380%, 0,075
DI1F31 | 13,420%, -0,045
DI1F32 | 13,475%, -0,075
DI1F33 | 13,490%, -0,085
DI1F34 | 13,485%, -0,120
DI1F35 | 13,475%, -0,120
- Ibovespa termina com alta de 1,12%, aos 197.323,87 pontos, maior patamar de fechamento da história
Máxima: 197.553,64 (máxima histórica)
Mínima: 195.129,25
Diferença para a abertura: +2.194,62 pontos
Volume: R$ 33,70 bilhões
- Dólar comercial fecha com queda de 1,03%
Venda: R$ 5,011
Compra: R$ 5,010
Mínima: R$ 5,005
Máxima: R$ 5,068
- Principais índices em Nova York fecham dia de forma mista; semana termina com altas
Dow Jones -0,58%
S&P 500 -0,12%
Nasdaq 0,35%
- Petróleo: Brent com vencimento em junho fecha dia com queda de 0,75%, a US$ 95,20
- Petróleo: WTI com vencimento em maio fecha dia com baixa de 1,33%, a US$ 96,57
- Notícias de Hoje: O principal índice da Bolsa brasileira fechou a sexta-feira com mais 1,12%, aos 197.323,87 pontos, um ganho de 2.194,62 pontos. É o maior patamar de fechamento de todos os tempos, superando a marca do dia anterior, quando ficou com 195.129,25 pontos. Com o resultado, terminou a semana com alta acumulada de 4,93%, a terceira no positivo e a melhor semana desde janeiro, quando, entre os dias 19 e 23, ganhou 8,53%.
É também a nona vitória seguida, sequência que não se via desde as quinze altas consecutivas ocorridas entre 22 de outubro e 11 de novembro do ano passado.
Tem mais: com 197.553,64 pontos, cravou mais uma máxima histórica, superando a da véspera, que havia sido de 195.513,91 pontos.
O real engatou a terceira alta seguida, com o dólar comercial recuando 1,02%, a R$ 5,011. Na mínima, bateu na trave para furar a bolha dos R$ 5: foi a R$ 5,005. Os DIs (juros futuros) terminaram mistos, em dia de muita volatilidade.
O dia abriu com os olhos no Oriente Médio, com tem sido desde o primeiro dia de março. Hoje, seguiu a mesma cantilena: todos tentando captar vibrações do que resultaria o frágil acordo entre EUA e Irã anunciado na terça-feira (7) à noite. Mudou pouco coisa, inclusive os sustos: Donald Trump, o presidente dos EUA afeito a fanfarronices verbais, disse que a única razão pela qual os iranianos estão vivos é para negociar.
O presidente do Parlamento do Irã, Mohammad Bagher Ghalibaf, por sua vez, entende que um cessar-fogo no Líbano e a liberação dos ativos bloqueados do Irã devem ser cumpridos antes do início das negociações de sábado (11), no Paquistão. Enquanto isso, só navios ligados ao Irã cruzam o Estreito de Ormuz, o que tira ainda mais um impotente Trump do sério.
Israel segue bombardeando o Líbano e o Líbano, que ontem não aceitava conversar sob fogo israelense, agora disse aceitar negociar uma paz. É preciso conciliar o Hezbollah de um lado e Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel, de outro.
Tudo isso acontece um dia antes dos dois países sentarem à mesa – espera-se que de forma civilizada, como adultos – para negociar em Islamabad, capital do Paquistão. JD Vance, o vice-presidente dos EUA e aspirante a sucessor de Trump, alertou o Irã a não “brincar conosco” nas negociações. O tom de ambos os lados ainda é bastante beligerante.
Mas ainda assim, é um cenário melhor do que se tinha um mês atrás, quando todas as portas e janelas estavam fechadas, os celulares estavam desligados e os e-mails retornavam sem resposta. Por isso até os investidores estão mais otimistas do que desanimados.
Os preços do petróleo seguem amenizando, à espera do encontro no Paquistão, e estão abaixo dos US$ 100, embora ainda acima de US$ 90. O ouro fechou em queda, com cautela, também aguardando o cara-a-cara de norte-americanos e iranianos.
Quanto aos dados, o CPI, que é o índice de preços ao consumidor nos EUA, veio mais forte em março, já sentindo o impacto da guerra, embora em linha com o esperado e com núcleo – tirando os preços de energia – bem comportado.
O Federal Reserve entende que a queda da inflação pode levar mais tempo agora, mas, uma vez reabrindo o Estreito de Ormuz e os preços de petróleo e gás se estabilizando, haverá espaço para reduzir juros.
No Brasil não é diferente. A inflação é um fenômeno global. O IPCA de março, também divulgado hoje, subiu acima do esperado e bem próximo do CPI dos EUA, com 0,88%. Os dados já refletem os efeitos da guerra.
A semana que vem será agitada nos indicadores, com dados de Serviços, dados do Varejo e prévia do PIB brasileiro, o IBC-Br. Mas antes da semana começar, a atual ainda não terminou. Amanhã, no Paquistão, o mundo estará de olho, torcendo para os adultos trocarem os dedos na cara por apertos de mão.
Notícias de Hoje - 10/04/2026
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Henri Dotto
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