- Índice de Small Caps (SMLL) encerra sessão com ganhos de 2,99%, aos 2.484,58 pontos
- Índice de BDRs (BDRX) termina com alta de 1,78%, aos 23.521,10 pontos
- Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerra pregão com mais 0,27%, aos 3.890,63 pontos
- Ibovespa: PETR4 é a ação mais negociada do dia; confira a lista
Ativo | Negócios, Dia (%)
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PETR4 | 114.589, -3,92%
BBDC4 | 87.495, 5,00%
ITUB4 | 83.389, 3,50%
PRIO3 | 74.582, -5,49%
B3SA3 | 73.024, 3,66%
- Ibovespa: HAPV3 é a maior alta do dia; veja as demais
Ativo | Dia (%), Valor (R$)
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HAPV3 | 9,06%, R$11,19
VAMO3 | 7,91%, R$3,82
DIRR3 | 7,88%, R$13,82
CYRE4 | 7,14%, R$25,07
CEAB3 | 7,02%, R$12,65
- Ibovespa: petroleiras dominam as maiores quedas do dia; veja quais
Ativo | Dia (%), Valor (R$)
--------------------------------
PRIO3 | -5,49%, R$64,10
PETR3 | -4,42%, R$51,19
PETR4 | -3,92%, R$46,61
BRAV3 | -3,38%, R$20,57
UGPA3 | -3,17%, R$28,98
- DIs: juros futuros terminam dia com baixas por toda a curva
Ativo | Taxa (%), Variação (pp)
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DI1F27 | 13,925%, -0,220
DI1F28 | 13,435%, -0,355
DI1F29 | 13,345%, -0,335
DI1F31 | 13,485%, -0,260
DI1F32 | 13,555%, -0,235
DI1F33 | 13,585%, -0,235
DI1F34 | 13,610%, -0,210
DI1F35 | 13,610%, -0,195
- Ibovespa termina com alta de 2,09%, aos 192.201,16 pontos, maior patamar de fechamento da história
Máxima: 193.759,01 (máxima histórica)
Mínima: 188.260,14
Diferença para a abertura: +3.942,25 pontos
Volume: R$ 41,80 bilhões
- Dólar comercial fecha com queda de 1,01%
Venda: R$ 5,103
Compra: R$ 5,102
Mínima: R$ 5,065
Máxima: R$ 5,119
- Principais índices em Nova York fecham dia com amplos ganhos
Dow Jones 2,85%
S&P 500 2,51%
Nasdaq 2,80%
- Petróleo: Brent com vencimento em junho fecha dia com baixa de 13,29%, a US$ 94,75
- Petróleo: WTI com vencimento em maio fecha dia com queda ampla de 16,41%, a US$ 94,41
- Notícias de Hoje: O cessar-fogo anunciado por Donald Trump, presidente dos EUA, com a consequente abertura do Estreito de Ormuz pelo Irã, trouxe mais tranquilidade ao mundo e ao mercado, mas com a solidez de um fio de algodão.
Os EUA enxergam o momento mais como uma pausa. O Irã desconfia, pois gato escaldado que é, vendo que Israel segue atacando o Líbano e finge que não tem nada a ver com isso.
De qualquer forma, para onde se olhe, é um cenário muito melhor do que Trump havia ameaçado no dia anterior, de dizimar a civilização no Irã.
Isso fez o Ibovespa disparar 2,09%, aos 192.201,16 pontos, um ganho de 3.942,25 pontos, o maior patamar de fechamento da história, pela primeira vez acima dos 192 mil, superando os 191.247.46 pontos de 24 de fevereiro deste ano.
Na abertura da sessão, o índice ainda renovou a máxima história, passando pela primeira vez dos 193 mil, com 193.759,01 pontos.
O real também foi invadido por esse sentimento de calmaria e fez o dólar comercial perder 1,01%, a R$ 5,103, com R$ 5,065 na mínima do dia. Os DIs (juros futuros) desceram por toda a curva.
A Casa Branca disse que as conversas com o Irã serão presenciais e no Paquistão, sábado (11). O Irã, por sua vez, diz que adotará cautela nessas negociações.
Enquanto isso, surgiram durante o dia notícias de que o Estreito de Ormuz havia sido fechado novamente e que os ataques ao Líbano colocavam o cessar-fogo em risco. Israel alega que o acordo não incluía o Líbano e que podia continuar sua guerra contra o Hezbollah no território vizinho.
O “frágil” cessar-fogo – nas palavras do próprio vice-presidente dos EUA, J.D. Vance – acertado na noite de ontem deixou em aberto muitos dos fatores-chave do conflito que podem afetar a duração da trégua, inicialmente prevista para durar duas semanas, enquanto se busca uma solução definitiva. A análise é de Daniel Byman, diretor do Programa de Guerra, Ameaças Irregulares e Terrorismo no Center for Strategic and International Studies (CSIS), em Washington.
Mas só esse cenário mais distensionado já causou reações amplamente positivas no mercado. O mais imediato foi a queda ampla dos preços do petróleo, que voltaram a ficar abaixo dos US$ 100. O ouro tornou a disparar, assim como a prata.
Os principais índices em Nova York aceleraram ganhos, para a máxima de um mês, e as Bolsas europeias conseguiram o melhor dia do ano. Nem mesmo a ata do Federal Reserve, descrevendo a mais recente reunião de política monetária, com notas mais pessimistas, justamente por conta do conflito, pesaram no sentimento de euforia.
Esta semana sai o IPCA de março e os efeitos da guerra já poderão ser sentidos, segundo analistas.
A paz do cessar-fogo continuará sendo alvo das atenções nesta quinta-feira. Mas os investidores ficarão de olho também na leitura final do PIB do 4T24 dos EUA e na inflação de consumo pessoal de fevereiro, o PCE.
Notícias de Hoje - 08/04/2026
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Henri Dotto
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