Notícias de Hoje - 20/01/2026

Confira as últimas notícias compiladas pela equipe da Universidade da Bolsa.
Henri Dotto
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Notícias de Hoje - 20/01/2026

Mensagem por Henri Dotto »

- Minidólar com vencimento em fevereiro (WDOG26) termina com alta de 0,08%, a 5.392,00
- Mini-índice com vencimento em fevereiro de 2026 (WING26) fecha com mais 0,69%, aos 167.670 pontos
- Bitcoin Futuro (BITFUT) fecha com queda de 3,68%, aos 483.240,00

- DIs: juros futuros terminam dia com altas por toda a curva

Ativo | Taxa (%), Variação (pp)
-------------------------------------
DI1F27 | 13,810%, 0,050
DI1F28 | 13,230%, 0,090
DI1F29 | 13,280%, 0,110
DI1F31 | 13,610%, 0,130
DI1F32 | 13,730%, 0,135
DI1F33 | 13,800%, 0,140
DI1F35 | 13,840%, 0,135

- Ibovespa: B3SA3 é a ação mais negociada do dia; confira

Ativo | Negócios, Dia (%)
-------------------------------
B3SA3 | 56.994, -2,85%
VALE3 | 45.413, 1,92%
BBAS3 | 34.819, 1,08%
PETR4 | 31.575, 0,37%
PRIO3 | 29.465, 1,07%

- Ibovespa: TIMS3 é a maior alta do dia; confira a lista

Ativo | Dia (%), Valor (R$)
--------------------------------
TIMS3 | 4,98%, R$24,25
CEAB3 | 4,34%, R$10,09
VIVT3 | 3,97%, R$34,05
SBSP3 | 3,10%, R$127,84
CYRE3 | 3,01%, R$25,36

- Ibovespa: siderúrgicas dominam lista das maiores quedas do dia; veja

Ativo | Dia (%), Valor (R$)
--------------------------------
CSNA3 | -3,04%, R$8,93
USIM5 | -2,99%, R$6,17
B3SA3 | -2,85%, R$14,67
HAPV3 | -1,93%, R$13,23
CMIN3 | -1,44%, R$5,46

- Índice de Small Caps (SMLL) encerra sessão com alta de 0,49%, aos 2.319,13 pontos
- Índice de BDRs (BDRX) termina com queda de 1,63%, aos 24.952,26 pontos
- Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerra pregão com menos 0,07%, aos 3.810,80 pontos

- Ibovespa fecha com alta de 0,87%, aos 166.276,90 pontos, maior patamar de fechamento da história
Máxima: 166.467,56 (máxima histórica)
Mínima: 163.574,67
Diferença para a abertura: +1.427,63 pontos
Volume: R$ 23,90 bilhões

- Dólar comercial fecha com alta de 0,30%
Venda: R$ 5,380
Compra: R$ 5,380
Mínima: R$ 5,359
Máxima: R$ 5,409

- Principais índices em Nova York voltam do feriado e fecham dia com perdas amplas
Dow Jones -1,76%
S&P 500 -2,06%
Nasdaq -2,39%

- Petróleo: Brent com vencimento em março fecha dia com alta de 1,53%, a US$ 64,92
- Petróleo: WTI com vencimento em fevereiro fecha dia com alta de 1,51%, a US$ 60,34

- Notícias de Hoje: O principal índice da Bolsa brasileira fechou o dia com alta de 0,87%, aos 166.276,90 pontos, o maior nível de fechamento da história, pela primeira vez acima dos 166 mil e um acréscimo de 1.427,63 pontos em relação à abertura.
O real perdeu força, com o dólar comercial subindo 0,30%, a R$ 5,380, em dia que a moeda norte-americana é que recuou frente aos pares mais fortes, na maior queda em quase dez meses. Os DIs (juros futuros) subiram por toda a curva.
O mandato número dois de Trump chega a um ano com o líder peitando todo mundo, literalmente, de aliados a não-aliados. Sua campanha para anexar a Groenlândia, um território da Dinamarca, aliada dos EUA na OTAN, tem abalado as estruturas de um mundo até aqui minimamente equilibrado. Mas, como diz o primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, a “ordem internacional baseada em regras” está morta.
O presidente norte-americano até provocou os aliados com imagens que nas escolas primárias do Texas ou do Mississipi arrancariam risadas das crianças da quinta série se não fosse um assunto tão sério: publicou imagens nas redes sociais com a Venezuela como território dos EUA, além do Canadá e, claro, da Groenlândia. Emmanuel Macron, presidente da França, não achou graça. Em seu discurso no Fórum Mundial de Davos, na Suíça, mostrou que concorda com o premiê canadense: estamos em “mudança para um mundo sem regras”. O francês, até agora, foi o mais contundente crítico de Trump.
Macron “on fire” não é só da boca para fora: a França apoia agora a suspensão do acordo comercial entre União Europeia e EUA. Trump segue ameaçando a Europa com mais tarifas que já entram em vigor dia 1º de fevereiro. A Organização Mundial do Comércio pede que se evite mais uma guerra comercial.
A temperatura subiu. Anders Fogh Rasmussen, ex-secretário-geral da OTAN e ex-primeiro-ministro ‌dinamarquês, disse que crise na Groenlândia mostra que o tempo de bajular Trump acabou.
Fundo de pensão dinamarquês diz que vai se desfazer de títulos dos EUA e não é o único a correr de ativos norte-americanos. A CNBC publicou uma matéria hoje sobre “a venda na América”, citando os investidores se retirando de posições de ativos dos EUA, que já não são mais “um mercado confiável”, e procurando diversificar portfólio, o que inclui mercados emergentes, como o Brasil – aqui é que entra a alta do Ibovespa.
O resultado é o mesmo dos dias anteriores: principais índices em Nova York caíram – e hoje foi com gosto, os três com perdas em torno de 2%. Na Europa, as Bolsas terminaram com quedas. O ouro disparou mais uma vez, porque o que o investidor quer é segurança em tempos como esse.
Quem está feliz com essa briga na OTAN é Moscou. O ministro ‍das Relações Exteriores da Rússia, ⁠Sergei Lavrov, colocou mais lenha na fogueira, e disse que ‍a Groenlândia não é “uma parte natural” da Dinamarca e que o problema dos antigos territórios ‌coloniais está se tornando mais agudo.
O que provocou também uma alta empolgada no Ibovespa, com novos recordes, foi a visita autorizada pelo ministro do STF, Alexandre de Moraes, a Jair Bolsonaro na prisão, na Papudinha, de Tarcísio de Freitas, o governador de São Paulo e preferido por 10 de 10 integrantes do mercado financeiro para assumir o Palácio do Planalto.
“A leitura predominante é a de que pode estar em acordo uma possível chapa presidencial, com Tarcísio como candidato e Michelle Bolsonaro como vice. Essa hipótese, ainda sem qualquer confirmação, tem sido suficiente para animar os mercados, uma vez que poderia provocar reviravoltas tanto nas pesquisas eleitorais quanto nas expectativas econômicas”, disse Leonardo Santana, especialista em investimentos da Top Gain.
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