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Notícias de Hoje - 22/01/2026

Enviado: Qui Jan 22, 2026 11:23 pm
por Henri Dotto
- Minidólar com vencimento em fevereiro (WDOG26) termina com queda de 0,66%, a 5.298,00
- Mini-índice com vencimento em fevereiro de 2026 (WING26) fecha com mais 2,19%, aos 177.400 pontos
- Bitcoin Futuro (BITFUT) fecha com queda de 1,22%, aos 474.540,00

- DIs: juros futuros terminam dia com quedas por toda a curva

Ativo | Taxa (%), Variação (pp)
-------------------------------------
DI1F27 | 13,680%, -0,045
DI1F28 | 13,010%, -0,065
DI1F29 | 13,045%, -0,075
DI1F31 | 13,385%, -0,070
DI1F32 | 13,515%, -0,060
DI1F33 | 13,570%, -0,080
DI1F35 | 13,630%, -0,075

- Ibovespa: VALE3 é a ação mais negociada do dia novamente; confira as demais

Ativo | Negócios, Dia (%)
-------------------------------
VALE3 | 96.547, 0,58%
PETR4 | 91.968, 0,45%
B3SA3 | 91.625, 0,77%
ITUB4 | 84.719, 3,38%
BBDC4 | 79.311, 2,73%

- Ibovespa: COGN3 é a maior alta do dia; veja a lista

Ativo | Dia (%), Valor (R$)
--------------------------------
COGN3 | 7,41%, R$4,35
VIVA3 | 6,34%, R$29,86
RDOR3 | 5,70%, R$43,39
BBAS3 | 4,69%, R$23,45
VIVT3 | 4,52%, R$36,11

- Ibovespa: RADL3 é a maior baixa do dia; veja as demais

Ativo | Dia (%), Valor (R$)
--------------------------------
RADL3 | -3,86%, R$24,65
SMTO3 | -3,45%, R$15,93
PRIO3 | -1,34%, R$46,25
RECV3 | -1,00%, R$10,87
HAPV3 | -0,65%, R$13,79

- Índice de Small Caps (SMLL) encerra sessão com avanço de 2,23%, aos 2.452,14 pontos
- Índice de BDRs (BDRX) termina com alta de 0,05%, aos 24.991,47 pontos
- Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerra pregão com mais 0,21%, aos 3.810,20 pontos

- Ibovespa fecha com alta de 2,20%, aos 175.589,35 pontos, maior patamar de fechamento da história
Máxima: 177.741,56 (máxima histórica)
Mínima: 171.817,23
Diferença para a abertura: +3.772,68 pontos
Volume: R$ 44,30 bilhões

- Dólar comercial fecha com baixa de 0,67%
Venda: R$ 5,284
Compra: R$ 5,283
Mínima: R$ 5,281
Máxima: R$ 5,326

- Principais índices em Nova York fecham com novas altas
Dow Jones 0,63%
S&P 500 0,55%
Nasdaq 0,91%

- Petróleo: Brent com vencimento em março fecha dia com baixa de 1,81%, a US$ 64,06
- Petróleo: WTI com vencimento em fevereiro fecha dia com queda de 2,08%, a US$ 59,36

- Notícias de Hoje: Hoje, o índice Ibovesá não só passou dos 172 mil pontos como também rompeu os 173 mil, os 174 mil, 175 mil, 176 mil e os 177 mil. Recordes em cima de recordes, assim como ontem.
O Ibovespa fechou em alta de 2,20%, aos 175.589,35 pontos, um ganho de 3.772,68 pontos, no maior patamar de encerramento de sessão de todos os tempos, pela primeira vez acima dos 175 mil. Foram quase 11 mil pontos ganhos desde a abertura de segunda-feira (19). E a atuação de protagonista foi além: na máxima do dia, o índice cravou a nova máxima histórica intradiária, aos 177.741,56 pontos.
O Morgan Stanley avalia que a Bolsa brasileira ainda tem espaço relevante para subir com a aproximação das eleições de 2026. Em um cenário mais favorável – com alternância de poder e a formação de um governo visto como mais pró-mercado, segundo relatório divulgado hoje – o Ibovespa teria potencial para atingir 250 mil pontos.
O real também se acostumou aos holofotes e se valorizou mais uma vez, com o dólar comercial caindo 0,67%, a R$ 5,284. Os DIs (juros futuros) encerraram o dia em queda em toda a curva.
Toda essa pompa e circunstância de estrela de cinema tem um motivo: o cenário externo não se alterou de forma relevante de ontem para hoje, o que, em dias de forte turbulência geopolítica, já é motivo para aplausos.
Mas o mandatário americano dá sinais de que esse filme ainda não chegou ao clímax. Trump disse ter garantido “acesso total” dos EUA à Groenlândia em um acordo com a Otan, algo que ninguém na Europa confirmou. Os detalhes de qualquer acerto seguem nebulosos, e a Dinamarca insiste que sua soberania sobre a ilha não está em discussão.
Hoje, Trump se encontrou com Volodimir Zelenski, e o presidente ucraniano disse que documentos do acordo para pôr fim ao conflito estão “quase prontos”.
O ânimo em Wall Street é uma reprise do filme de ontem, quando Trump anunciou a suspensão das tarifas que iria impor aos aliados europeus. Investidores já deixaram claro que não suportam mais esse enredo; sem o risco imediato de tarifas, foram às compras, e os principais índices americanos fecharam em alta ontem e voltaram a subir hoje.
A sessão desta quinta-feira, porém, ganhou um subplot relevante: dados econômicos represados vieram mais fortes e animadores. Primeiro, a nova leitura do PIB do 3T25 nos EUA apontou expansão maior do que se imaginava. Depois, os pedidos de seguro-desemprego não mostraram alteração significativa. Por fim, a inflação de consumo pessoal (PCE) — indicador preferido do Federal Reserve para fins de política monetária — veio estável, embora ainda bem acima da meta de 2%.
Os dados do PCE, em conjunto com o PIB, “tiveram impacto limitado sobre as expectativas do mercado em relação a um eventual corte de juros na próxima reunião de política monetária do Fed”. A tendência segue sendo de manutenção da taxa básica no intervalo entre 3,5% e 3,75%.
As Bolsas europeias fecharam em alta, refletindo o alívio com o recuo tarifário anunciado na véspera — comunicado que saiu quando os mercados do continente já estavam fechados. O ouro repetiu o roteiro de ontem e voltou a subir, sinal de que os investidores ainda desconfiam de que a crise entre EUA e Europa terá novas temporadas.
Tarcísio, que havia empolgado o mercado com a expectativa de uma visita ao padrinho político preso, deixou a sessão antes de o filme começar: adiou o encontro, alegando agenda lotada — versão que, depois, foi relativizada, já que não havia compromissos tão relevantes assim no horário. O senador Flávio afirmou que “só Tarcísio pode falar por que adiou a visita”.
A sexta-feira encerra a semana com indicadores mais “marginais”, como PMIs de serviços e indústria em vários países, um respiro após dias bastante atribulados na frente geopolítica.