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Notícias de Hoje - 15/01/2026

Enviado: Sex Jan 16, 2026 2:04 am
por Henri Dotto
- Minidólar com vencimento em fevereiro (WDOG26) termina com queda de 0,60%, a 5.386,50
- Mini-índice com vencimento em fevereiro de 2026 (WING26) fecha com mais 0,22%, aos 167.620 pontos
- Bitcoin Futuro (BITFUT) fecha com queda de 2,95%, aos 515.080,00

- DIs: juros futuros terminam dia com altas por toda a curva

Ativo | Taxa (%), Variação (pp)
DI1F27 | 13,755%, 0,015
DI1F28 | 13,090%, 0,055
DI1F29 | 13,090%, 0,055
DI1F31 | 13,390%, 0,050
DI1F32 | 13,505%, 0,045
DI1F33 | 13,570%, 0,050
DI1F35 | 13,610%, 0,045

- Ibovespa: VALE3 é a ação mais negociada do dia; confira

Ativo | Negócios, Dia (%)
VALE3 | 50.469, -0,09%
SMFT3 | 45.708, -8,17%
B3SA3 | 42.608, 2,65%
PETR4 | 37.546, -0,63%
BRAV3 | 37.312, 0,33%

- Ibovespa: VAMO3 é a maior alta do dia; veja as demais

Ativo | Dia (%), Valor (R$)
VAMO3 | 7,61%, R$3,96
MGLU3 | 4,05%, R$8,74
MULT3 | 2,83%, R$29,45
EMBJ3 | 2,79%, R$98,97
B3SA3 | 2,65%, R$15,12

- Ibovespa: SMFT3 é a maior baixa do dia; confira a lista

Ativo | Dia (%), Valor (R$)
SMFT3 | -8,17%, R$20,90
VIVA3 | -6,56%, R$27,37
CEAB3 | -5,15%, R$9,94
HAPV3 | -4,61%, R$13,25
USIM5 | -3,23%, R$6,59

- Índice de Small Caps (SMLL) encerra sessão com baixa de 0,39%, aos 2.337,76 pontos
- Índice de BDRs (BDRX) termina com baixa de 0,31%, aos 25.541,07 pontos
- Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerra pregão com mais 0,17%, aos 3.804,48 pontos

- Ibovespa fecha com alta de 0,26%, aos 165.568,32 pontos, no maior patamar de fechamento de todos os tempos
Máxima: 166.069,84 (máxima histórica)
Mínima: 164.832,53
Diferença para a abertura: +422,34 pontos
Volume: R$ 27,50 bilhões

- Principais índices em Nova York terminam dia com altas
Dow Jones 0,60%
S&P 500 0,26%
Nasdaq 0,25%

- Dólar comercial fecha com baixa de 0,62%
Venda: R$ 5,368
Compra: R$ 5,367
Mínima: R$ 5,354
Máxima: R$ 5,405

- Petróleo: Brent com vencimento em março fecha dia com queda de 4,15%, a US$ 63,76
- Petróleo: WTI com vencimento em fevereiro fecha dia com queda de 4,56%, a US$ 59,19

- Notícias de Hoje: Mais recordes batidos nesta quinta-feira, com ânimo de volta à Bolsa paulista.
Pela primeira vez na história, o índice ultrapassou os 166 mil pontos, chegando, na máxima do dia e de todos os tempos, aos 166.069,84 pontos. Na reta final, desacelerou e terminou com mais 0,26%, aos 165.568,32 pontos, um ganho de 422,34 pontos, mas ainda assim o maior patamar de fechamento já registrado. Um pregão histórico, portanto.
O real também se valorizou, depois de três recuos seguidos e viu o dólar comercial cair 0,65%, a R$ 5,367. O DIs (juros futuros) seguiram como na véspera: altas por toda a curva.
O alívio que o investidor em São Paulo sente agora, depois de um mês de turbulências, é o alívio que o investidor em Wall Street deve ter sentido. E se há alívio lá, normalmente há alívio aqui também. As questões geopolíticas ainda não estão resolvidas. Mas no capítulo Irã, houve um alívio. Donald Trump, presidente dos EUA, ouviu de assessores que atacar o Irã não ia garantir a derrubada do regime. Ele, então, recuou. E seu recuo impactou diretamente o preço do petróleo, que desabou nesta quinta-feira.
Na questão da Groenlândia, a tensão segue forte. A Dinamarca enviou tropas para a ilha. Demais países do continente preparam exercícios militares por lá, mas Trump nem dá pelota. Nem mesmo a reunião entre as autoridades dos EUA e da Dinamarca diminuiu as tensões.
Outro ponto de alívio veio do embate entre Trump e o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell. Agora, o mandatário da nação diz que não planeja mais demitir Powell. O anúncio tende a trazer maior previsibilidade sobre a condução da política monetária nos EUA e, por extensão, sobre juros globais e o fluxo de capital para mercados emergentes como o Brasil, porque reduz a percepção de um choque institucional imediato e estabiliza as expectativas de que o Federal Reserve continuará a calibrar sua estratégia de juros de forma técnica e gradual.
Wall Street ainda teve que focar nos balanços do 4T25, com a temporada a pleno vapor. Nesse quesito, mais alívio: lucro do Goldman Sachs aumentou para US$ 4,38 bilhões com impulso de M&A e trading; e o Morgan Stanley lucrou US$ 4,39 bilhões, superando projeções do mercado. Com tudo isso, os principais índices em Wall Street acabaram no azul, embora longe das máximas do dia.
No Brasil, o alívio veio também na forma de dados. O setor do varejo em novembro, na esteira da Black Friday e das compras de Natal, veio com resultado acima do esperado. Para a XP, o mercado de crédito está mostrando sinais de resiliência, apesar das altas taxas de juros e dos níveis de endividamento das famílias, e a atividade doméstica está esfriando gradualmente.
O resultado animou os investidores, que juntaram o alívio nos EUA com os dados no Brasil e deu bom: Ibovespa com novos recordes.