Notícias de Hoje - 14/01/2026
Enviado: Qui Jan 15, 2026 2:31 am
- Minidólar com vencimento em fevereiro (WDOG26) termina com alta de 0,43%, a 5.419,00
- Mini-índice com vencimento em fevereiro de 2026 (WING26) fecha com mais 2,05%, aos 167.205 pontos
- Bitcoin Futuro (BITFUT) fecha com alta de 3,94%, aos 530.720,00
- DIs: juros futuros terminam dia com altas por toda a curva
Ativo | Taxa (%), Variação (pp)
DI1F27 | 13,740%, 0,045
DI1F28 | 13,035%, 0,065
DI1F29 | 13,035%, 0,045
DI1F31 | 13,340%, 0,040
DI1F32 | 13,460%, 0,025
DI1F33 | 13,520%, 0,030
DI1F35 | 13,565%, 0,030
- Ibovespa: VALE3 é a maior alta do dia; veja a lista
Ativo | Dia (%), Valor (R$)
VALE3 | 4,74, 78,92
BRAP4 | 4,32, 22,24
TIMS3 | 4,30, 22,80
CMIN3 | 4,29, 5,83
ENEV3 | 3,96, 21,29
- Ibovespa: PETR4 é a ação mais negociada do dia; confira
Ativo | Negócios, Dia (%)
PETR4 | 79.579, 2,73%
VALE3 | 69.382, 4,74%
AXIA3 | 42.761, 2,95%
CPLE3 | 39.340, -0,08%
PRIO3 | 38.271, 2,97%
- Ibovespa: MRVE3 é a maior queda do dia; veja as demais
Ativo | Dia (%), Valor (R$)
MRVE3 | -5,34%, R$7,62
RAIL3 | -4,26%, R$13,70
POMO4 | -2,21%, R$5,75
PCAR3 | -1,06%, R$3,74
AURE3 | -0,94%, R$11,55
- Índice de Small Caps (SMLL) encerra sessão com alta de 0,96%, aos 2.347,03 pontos
- Índice de BDRs (BDRX) termina com baixa de 0,41%, aos 25.621,34 pontos
- Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerra pregão com mais 0,05%, aos 3.797,88 pontos
- Ibovespa fecha com alta de 1,96%, aos 165.145,98 pontos, no maior patamar de fechamento de todos os tempos
Máxima: 165.146,49 (máxima histórica)
Mínima: 161.974,19
Diferença para a abertura: +3.172,93 pontos
Volume: R$ 29,00 bilhões
- Dólar comercial fecha com alta de 0,49%
Venda: R$ 5,402
Compra: R$ 5,401
Mínima: R$ 5,424
Máxima: R$ 5,360
- Principais índices em Nova York terminam mais um dia em queda
Dow Jones -0,09%
S&P 500 -0,53%
Nasdaq -1,00%
- Petróleo: Brent com vencimento em março fecha dia com alta de 1,60%, a US$ 66,52
- Petróleo: WTI com vencimento em fevereiro fecha dia com alta de 1,42%, a US$ 62,02
- Notícias de Hoje: O Ibovespa disparou 1,96% nesta quarta-feira, na maior alta desde os 2,57% de 22 de agosto, e foi aos 165.145,98 pontos, um ganho de 3.172,93 pontos, maior nível de fechamento de todos os tempos e pela primeira vez acima de 165 mil.
O dólar comercial teve um dia bastante atípico, com alta de 0,49%, a R$ 5,402, não sem antes, por breves minutos (três minutos, precisamente), ter um pico que elevou a máxima a R$ 5,424, graças à notícia de que o governo dos EUA ia suspender o processamento de vistos para brasileiros e pessoas de outros 74 países, decisão que não se aplica a turistas e quem vai a trabalho. Os DIs (juros futuros) terminaram o dia com altas por toda a curva.
O dia foi tenso mundo afora. Donald Trump, presidente dos EUA, voltou a defender que seu país governe a Groelândia e nem se importou com o fato de que hoje integrantes do seu governo se reuniriam com representantes da Dinamarca, que controla a ilha, e da própria Groenlândia.
As ameaças têm elevado o nervosismo na Europa. A Dinamarca e a Groenlândia ampliaram presença militar na ilha de gelo antes da reunião com os norte-americanos. O presidente francês, Emmanuel Macron, subiu o tom, dizendo que ataque à soberania europeia terá “repercussões sem precedentes”.
Acontece que Macron tem problemas domésticos para resolver. Hoje, seu primeiro-ministro, Sébastien Lecornu, sobreviveu a dois votos de desconfiança e se mantém no cargo. As tentativas de tirá-lo do cargo são reflexo do acordo UE-Mercosul.
O acordo, que agora parece mesmo irreversível, gostem os franceses ou não, fará com que o presidente Lula receba a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e o presidente do Conselho Europeu, António Costa, no Rio de Janeiro, sexta-feira (16), véspera da assinatura definitiva do acordo, que acontece em Assunção, capital do Paraguai.
Já em Nova York, os principais índices terminaram no vermelho, com alguns motivos além das tensões geopolíticas, que incluem o Irã também, ainda sob ameaça do governo Trump. Além disso, começou a temporada de balanços do 4T25 e os bancos não demonstraram números tão contundentemente positivos, como no trimestre anterior. O lucro do Citigroup caiu 13%. O Wells Fargo frustrou as previsões. E o Bank of America teve lucro maior no período. Todas as três ações caíram.
Hoje foram divulgados alguns dados como vendas no varejo que superaram as expectativas em novembro. E o núlceo da inflação ao produtor (PPI) se manteve estável anualmente, em 3,0% – não sobe, mas também não cede.
No Brasil, as coisas deram um alento ao investidor, que pôde, enfim, esquecer os ruídos externos.
O assunto mais quente desse dia de verão do lado de cá do Equador foi a primeira pesquisa Genial/Quaest, que mostrou que Lula até vence em todos os cenários no 1º Turno, mas a vantagem caiu e o antipetismo parece estar se consolidando em torno de Flavio Bolsonaro, o que nos leva de volta àquele fatídico dia de novembro, que teve máxima histórica e teve também tombo de mais de 4%. A candidatura bancada pelo ex-presidente Bolsonaro parece estar se avolumando rapidamente.
Hoje, o impulso veio de tudo quanto é lado. A Vale (VALE3) subiu quase incríveis 5%, com mais 4,74%. A Petrobras (PETR4) não ficou de fora da festa e avançou 2,73%, com mais uma alta do petróleo, reflexo das tensões no Irã.
Os bancos contribuíram, todos com mais de 1% de ganhos e destaque para o Bradesco (BBDC4), que valorizou 1,81%, na máxima do dia. A B3 (B3SA3) subiu bons 2,94%.
- Mini-índice com vencimento em fevereiro de 2026 (WING26) fecha com mais 2,05%, aos 167.205 pontos
- Bitcoin Futuro (BITFUT) fecha com alta de 3,94%, aos 530.720,00
- DIs: juros futuros terminam dia com altas por toda a curva
Ativo | Taxa (%), Variação (pp)
DI1F27 | 13,740%, 0,045
DI1F28 | 13,035%, 0,065
DI1F29 | 13,035%, 0,045
DI1F31 | 13,340%, 0,040
DI1F32 | 13,460%, 0,025
DI1F33 | 13,520%, 0,030
DI1F35 | 13,565%, 0,030
- Ibovespa: VALE3 é a maior alta do dia; veja a lista
Ativo | Dia (%), Valor (R$)
VALE3 | 4,74, 78,92
BRAP4 | 4,32, 22,24
TIMS3 | 4,30, 22,80
CMIN3 | 4,29, 5,83
ENEV3 | 3,96, 21,29
- Ibovespa: PETR4 é a ação mais negociada do dia; confira
Ativo | Negócios, Dia (%)
PETR4 | 79.579, 2,73%
VALE3 | 69.382, 4,74%
AXIA3 | 42.761, 2,95%
CPLE3 | 39.340, -0,08%
PRIO3 | 38.271, 2,97%
- Ibovespa: MRVE3 é a maior queda do dia; veja as demais
Ativo | Dia (%), Valor (R$)
MRVE3 | -5,34%, R$7,62
RAIL3 | -4,26%, R$13,70
POMO4 | -2,21%, R$5,75
PCAR3 | -1,06%, R$3,74
AURE3 | -0,94%, R$11,55
- Índice de Small Caps (SMLL) encerra sessão com alta de 0,96%, aos 2.347,03 pontos
- Índice de BDRs (BDRX) termina com baixa de 0,41%, aos 25.621,34 pontos
- Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerra pregão com mais 0,05%, aos 3.797,88 pontos
- Ibovespa fecha com alta de 1,96%, aos 165.145,98 pontos, no maior patamar de fechamento de todos os tempos
Máxima: 165.146,49 (máxima histórica)
Mínima: 161.974,19
Diferença para a abertura: +3.172,93 pontos
Volume: R$ 29,00 bilhões
- Dólar comercial fecha com alta de 0,49%
Venda: R$ 5,402
Compra: R$ 5,401
Mínima: R$ 5,424
Máxima: R$ 5,360
- Principais índices em Nova York terminam mais um dia em queda
Dow Jones -0,09%
S&P 500 -0,53%
Nasdaq -1,00%
- Petróleo: Brent com vencimento em março fecha dia com alta de 1,60%, a US$ 66,52
- Petróleo: WTI com vencimento em fevereiro fecha dia com alta de 1,42%, a US$ 62,02
- Notícias de Hoje: O Ibovespa disparou 1,96% nesta quarta-feira, na maior alta desde os 2,57% de 22 de agosto, e foi aos 165.145,98 pontos, um ganho de 3.172,93 pontos, maior nível de fechamento de todos os tempos e pela primeira vez acima de 165 mil.
O dólar comercial teve um dia bastante atípico, com alta de 0,49%, a R$ 5,402, não sem antes, por breves minutos (três minutos, precisamente), ter um pico que elevou a máxima a R$ 5,424, graças à notícia de que o governo dos EUA ia suspender o processamento de vistos para brasileiros e pessoas de outros 74 países, decisão que não se aplica a turistas e quem vai a trabalho. Os DIs (juros futuros) terminaram o dia com altas por toda a curva.
O dia foi tenso mundo afora. Donald Trump, presidente dos EUA, voltou a defender que seu país governe a Groelândia e nem se importou com o fato de que hoje integrantes do seu governo se reuniriam com representantes da Dinamarca, que controla a ilha, e da própria Groenlândia.
As ameaças têm elevado o nervosismo na Europa. A Dinamarca e a Groenlândia ampliaram presença militar na ilha de gelo antes da reunião com os norte-americanos. O presidente francês, Emmanuel Macron, subiu o tom, dizendo que ataque à soberania europeia terá “repercussões sem precedentes”.
Acontece que Macron tem problemas domésticos para resolver. Hoje, seu primeiro-ministro, Sébastien Lecornu, sobreviveu a dois votos de desconfiança e se mantém no cargo. As tentativas de tirá-lo do cargo são reflexo do acordo UE-Mercosul.
O acordo, que agora parece mesmo irreversível, gostem os franceses ou não, fará com que o presidente Lula receba a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e o presidente do Conselho Europeu, António Costa, no Rio de Janeiro, sexta-feira (16), véspera da assinatura definitiva do acordo, que acontece em Assunção, capital do Paraguai.
Já em Nova York, os principais índices terminaram no vermelho, com alguns motivos além das tensões geopolíticas, que incluem o Irã também, ainda sob ameaça do governo Trump. Além disso, começou a temporada de balanços do 4T25 e os bancos não demonstraram números tão contundentemente positivos, como no trimestre anterior. O lucro do Citigroup caiu 13%. O Wells Fargo frustrou as previsões. E o Bank of America teve lucro maior no período. Todas as três ações caíram.
Hoje foram divulgados alguns dados como vendas no varejo que superaram as expectativas em novembro. E o núlceo da inflação ao produtor (PPI) se manteve estável anualmente, em 3,0% – não sobe, mas também não cede.
No Brasil, as coisas deram um alento ao investidor, que pôde, enfim, esquecer os ruídos externos.
O assunto mais quente desse dia de verão do lado de cá do Equador foi a primeira pesquisa Genial/Quaest, que mostrou que Lula até vence em todos os cenários no 1º Turno, mas a vantagem caiu e o antipetismo parece estar se consolidando em torno de Flavio Bolsonaro, o que nos leva de volta àquele fatídico dia de novembro, que teve máxima histórica e teve também tombo de mais de 4%. A candidatura bancada pelo ex-presidente Bolsonaro parece estar se avolumando rapidamente.
Hoje, o impulso veio de tudo quanto é lado. A Vale (VALE3) subiu quase incríveis 5%, com mais 4,74%. A Petrobras (PETR4) não ficou de fora da festa e avançou 2,73%, com mais uma alta do petróleo, reflexo das tensões no Irã.
Os bancos contribuíram, todos com mais de 1% de ganhos e destaque para o Bradesco (BBDC4), que valorizou 1,81%, na máxima do dia. A B3 (B3SA3) subiu bons 2,94%.