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Notícias de Hoje - 13/01/2026

Enviado: Qua Jan 14, 2026 3:12 am
por Henri Dotto
- Minidólar com vencimento em fevereiro (WDOG26) termina com queda de 0,10%, a 5.396,00
- Mini-índice com vencimento em fevereiro de 2026 (WING26) fecha com menos 0,94%, aos 165.800 pontos
- Bitcoin Futuro (BITFUT) fecha com alta de 3,25%, aos 510.580,00

- DIs: juros futuros terminam dia de forma mista

Ativo | Taxa (%), Variação (pp)
DI1F27 | 13,695%, -0,035
DI1F28 | 12,970%, -0,035
DI1F29 | 12,990%, -0,005
DI1F31 | 13,300%, 0,015
DI1F32 | 13,435%, 0,040
DI1F33 | 13,490%, 0,040
DI1F35 | 13,535%, 0,050

- Ibovespa: ABEV termina como ação mais negociada do dia; confira

Ativo | Negócios Dia (%)
ABEV3 | 62.955, 0,07%
PETR4 | 59.459, 2,57%
VALE3 | 42.969, 0,82%
BBAS3 | 37.418, -3,06%
HAPV3 | 34.205, -8,39%

- Ibovespa: ações da Petrobras terminam como as maiores altas do dia; veja a lista

Ativo | Dia (%) Valor (R$)
PETR3 3,41 33,04
PETR4 2,57 31,14
GGBR4 1,93 21,66
GOAU4 1,83 9,47
CSNA3 1,31 10,05

- Ibovespa: HAPV3 termina com maior queda do dia; veja
Ativo | Dia (%), Valor (R$)
HAPV3 | -8,39%, R$13,98
YDUQ3 | -4,75%, R$12,42
VIVA3 | -4,59%, R$29,50
MGLU3 | -4,43%, R$8,20
RAIL3 | -3,90%, R$14,31

- Índice de Small Caps (SMLL) encerra sessão com baixa de 1,24%, aos 2.324,60 pontos
- Índice de BDRs (BDRX) termina com baixa de 0,24%, aos 25.727,54 pontos
- Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerra pregão com mais 0,21%, aos 3.795,86 pontos

- Ibovespa fecha com baixa de 0,72%, aos 161.973,05 pontos
Máxima: 163.146,26
Mínima: 161.765,08
Diferença para a abertura: -1.177,30 pontos
Volume: R$ 24,90 bilhões

- Dólar comercial fecha com alta de 0,06%
Venda: R$ 5,375
Compra: R$ 5,375
Mínima: R$ 5,364
Máxima: R$ 5,394

- Principais índices em Nova York terminam dia em queda
Dow Jones -0,80
S&P 500 -0,19
Nasdaq -0,10

- Petróleo: Brent com vencimento em março fecha dia com alta de 2,51%, a US$ 65,47
- Petróleo: WTI com vencimento em fevereiro fecha dia com alta de 2,77%, a US$ 61,15

- Notícias de Hoje: O Ibovespa terminou o dia com uma baixa consistente de 0,72%, aos 161.973,05 pontos, uma queda de 1.177,30 pontos. Dia para esquecer e que novamente foi influenciado por dinâmica externa e questões geopolíticas, especificamente o escalonamento das manifestações anti regime no Irã, com sinalização de que os EUA poderiam intervir, e pela inédita pressão política exercida por Trump sobre o Federal Reserve, que, sem dúvidas, coloca em xeque a independência do banco central mais importante do mundo. O dólar comercial também avançou mais um pouquinho, a exemplo da véspera, com mais 0,06%, a R$ 5,375. Os DIs (juros futuros) terminaram a sessão sem direção definida.
Trump, inclusive, estimulou a continuidade dos protestos no Irã e afirmou que “a ajuda está a caminho”, sem detalhar que tipo de apoio seria oferecido. “Patriotas iranianos, continuem protestando – ocupem suas instituições. A ajuda está a caminho”, escreveu Trump em uma rede social.
A preocupação global, além de uma nova intervenção unilateral em território soberano por parte dos EUA, reside na resposta dada pelo governo Trump; tarifas para quem fizer negócios com o Irã.
O Brasil está incluído nessa. Mas o governo Lula aguarda decreto oficial dos EUA para saber exatamente do que se trata esta sanção. Até agora, é só Trump falando e o ainda ministro da Fazenda, Fernando Haddad, prega “cautela”.
Mas a coisa parece ter piorado depois que o índice de preços ao consumidor (CPI) de dezembro foi divulgado. O dado veio dentro do esperado na métrica mensal e abaixo do esperado na anual. Isso bastou para Trump subir o tom novamente contra o Fed, pedindo que Jerome Powell, presidente da instituição, reduza as taxas de juros significativamente.
No campo dos dados no Brasil, finalmente o setor de serviços teve um mês negativo em novembro, depois de nove positivos em 2025. A queda foi, entretanto, de apenas 0,1%, mostrando desaceleração da atividade, mas, segundo analistas, sem dar segurança para o Banco Central de que já pode cortar juros. O setor permanece robusto.