Notícias de Hoje - 12/01/2026
Enviado: Ter Jan 13, 2026 2:27 am
- Minidólar com vencimento em fevereiro (WDOG26) termina com queda de 0,01%, a 5.401,50
- Mini-índice com vencimento em fevereiro de 2026 (WING26) fecha com mais 0,03%, aos 165.270 pontos
- Bitcoin Futuro (BITFUT) fecha com alta de 1,03%, aos 494.520,00
- DIs: juros futuros terminam dia com quedas por toda a curva
Ativo | Taxa (%), Variação (pp)
DI1F27 | 13,730%, -0,030
DI1F28 | 13,005%, -0,060
DI1F29 | 12,995%, -0,065
DI1F31 | 13,285%, -0,060
DI1F32 | 13,395%, -0,070
DI1F33 | 13,450%, -0,055
DI1F34 | 13,475%, -0,055
DI1F35 | 13,485%, -0,045
- Ibovespa: VALE3 é a ação mais negociada do dia; veja a lista
Ativo | Negócios, Dia (%)
VALE3 | 33.004, 0,03%
CPLE3 | 28.917, 0,47%
AXIA3 | 27.977, -1,27%
B3SA3 | 26.953, 0,21%
PETR4 | 26.864, 0,20%
- Ibovespa: SMTO3 é a maior alta do dia; confira
Ativo | Dia (%). Valor (R$)
SMTO3 | 10,66%, R$16,50
VAMO3 | 8,18%, R$3,57
ASAI3 | 4,55%, R$7,36
BRAV3 | 4,50%, R$17,41
MBRF3 | 4,11%, R$19,78
- Ibovespa: CURY3 é a maior baixa do dia; veja as demais
Ativo | Dia (%), Valor (R$)
CURY3 | -3,97%, R$32,41
MGLU3 | -3,38%, R$8,58
SBSP3 | -3,22%, R$127,26
CEAB3 | -2,59%, R$10,51
DIRR3 | -2,44%, R$13,58
- Índice de Small Caps (SMLL) encerra sessão com alta de 0,37%, aos 2.353,77 pontos
- Índice de BDRs (BDRX) termina com alta de 0,57%, aos 25.789,36 pontos
- Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerra pregão com menos 0,04%, aos 3.788,09 pontos
- Ibovespa fecha com baixa de 0,13%, aos 163.150,35 pontos
Máxima: 163.493,22
Mínima: 162.277,01
Diferença para a abertura: -219,96 pontos
Volume: R$ 18,20 bilhões
- Principais índices em Nova York fecham dia com leves ganhos
Dow Jones 0,17%
S&P 500 0,16%
Nasdaq 0,26%
- Dólar comercial fecha com alta de 0,12%
Venda: R$ 5,372
Compra: R$ 5,372
Mínima: R$ 5,351
Máxima: R$ 5,385
- Petróleo: Brent com vencimento em março fecha dia com alta de 0,84%, a US$ 63,87
- Petróleo: WTI com vencimento em fevereiro fecha dia com alta de 0,64%, a US$ 59,50
- Notícias de Hoje: Ibovespa hoje ficou com menos 0,13%, aos 163.150,35 pontos, uma perda curta de 219,96 pontos.
Um tanto quanto o dólar comercial, que subiu parcos 0,12%, a R$ 5,372, após começar em baixa, deixando o real quase como começou o dia. E os DIs (juros futuros) fecharam com baixas por toda a curva.
O agente nada secreto deste desânimo todo veio na forma de apreensão, temor pela independência do Federal Reserve, o banco central dos EUA.
No domingo, o presidente da instituição, Jerome Powell, afirmou que o banco central foi alvo de intimações de um grande júri emitidas pelo Departamento de Justiça, que ameaçam uma acusação criminal relacionada ao depoimento prestado por ele ao Congresso em junho, sobre as reformas em andamento na sede do Fed. O Goldman Sachs não mediu palavras para descrever do que se trata: a ameaça contra Powell eleva temores com independência do Fed.
A secretária de Imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou que cabe ao Departamento de Justiça dos EUA (DOJ, na sigla em inglês) dizer se Powell é um “criminoso”, um termo pesado para se referir a uma suspeita desse porte. Trump negou envolvimento: “não sei nada sobre isso”. E negou a instrumentalização do DOJ.
Para piorar a situação, o JPMorgan projetou que o Fed deverá aumentar os juros em 2026, e não baixá-los, como deseja desesperadamente Donald Trump. O Barclays e o Goldman Sachs adiaram previsões de corte de taxas, diante de um mercado de trabalho resiliente.
Soma-se a essa cena preocupante os riscos geopolíticos, com o governo Trump ameaçando invadir a Groenlândia e, agora, dizendo que pode assumir Cuba, o que causa preocupações. O roteiro futuro não mostraria um filme muito agradável nessas condições. Assim, as Bolsas europeias terminaram mesmo sem direção.
O ouro, ativo defensivo clássico, atingiu novos recordes depois do globo tremer: subiu em direção a US$ 4.600 por onça, enquanto a prata se aproximou de US$ 85.
Nesta terça-feira entram em cena indicadores importantes. No Brasil, a pesquisa mensal de serviços; e nos EUA, nada mais, nada menos, do que a inflação ao consumidor (o CPI) de dezembro.
- Mini-índice com vencimento em fevereiro de 2026 (WING26) fecha com mais 0,03%, aos 165.270 pontos
- Bitcoin Futuro (BITFUT) fecha com alta de 1,03%, aos 494.520,00
- DIs: juros futuros terminam dia com quedas por toda a curva
Ativo | Taxa (%), Variação (pp)
DI1F27 | 13,730%, -0,030
DI1F28 | 13,005%, -0,060
DI1F29 | 12,995%, -0,065
DI1F31 | 13,285%, -0,060
DI1F32 | 13,395%, -0,070
DI1F33 | 13,450%, -0,055
DI1F34 | 13,475%, -0,055
DI1F35 | 13,485%, -0,045
- Ibovespa: VALE3 é a ação mais negociada do dia; veja a lista
Ativo | Negócios, Dia (%)
VALE3 | 33.004, 0,03%
CPLE3 | 28.917, 0,47%
AXIA3 | 27.977, -1,27%
B3SA3 | 26.953, 0,21%
PETR4 | 26.864, 0,20%
- Ibovespa: SMTO3 é a maior alta do dia; confira
Ativo | Dia (%). Valor (R$)
SMTO3 | 10,66%, R$16,50
VAMO3 | 8,18%, R$3,57
ASAI3 | 4,55%, R$7,36
BRAV3 | 4,50%, R$17,41
MBRF3 | 4,11%, R$19,78
- Ibovespa: CURY3 é a maior baixa do dia; veja as demais
Ativo | Dia (%), Valor (R$)
CURY3 | -3,97%, R$32,41
MGLU3 | -3,38%, R$8,58
SBSP3 | -3,22%, R$127,26
CEAB3 | -2,59%, R$10,51
DIRR3 | -2,44%, R$13,58
- Índice de Small Caps (SMLL) encerra sessão com alta de 0,37%, aos 2.353,77 pontos
- Índice de BDRs (BDRX) termina com alta de 0,57%, aos 25.789,36 pontos
- Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerra pregão com menos 0,04%, aos 3.788,09 pontos
- Ibovespa fecha com baixa de 0,13%, aos 163.150,35 pontos
Máxima: 163.493,22
Mínima: 162.277,01
Diferença para a abertura: -219,96 pontos
Volume: R$ 18,20 bilhões
- Principais índices em Nova York fecham dia com leves ganhos
Dow Jones 0,17%
S&P 500 0,16%
Nasdaq 0,26%
- Dólar comercial fecha com alta de 0,12%
Venda: R$ 5,372
Compra: R$ 5,372
Mínima: R$ 5,351
Máxima: R$ 5,385
- Petróleo: Brent com vencimento em março fecha dia com alta de 0,84%, a US$ 63,87
- Petróleo: WTI com vencimento em fevereiro fecha dia com alta de 0,64%, a US$ 59,50
- Notícias de Hoje: Ibovespa hoje ficou com menos 0,13%, aos 163.150,35 pontos, uma perda curta de 219,96 pontos.
Um tanto quanto o dólar comercial, que subiu parcos 0,12%, a R$ 5,372, após começar em baixa, deixando o real quase como começou o dia. E os DIs (juros futuros) fecharam com baixas por toda a curva.
O agente nada secreto deste desânimo todo veio na forma de apreensão, temor pela independência do Federal Reserve, o banco central dos EUA.
No domingo, o presidente da instituição, Jerome Powell, afirmou que o banco central foi alvo de intimações de um grande júri emitidas pelo Departamento de Justiça, que ameaçam uma acusação criminal relacionada ao depoimento prestado por ele ao Congresso em junho, sobre as reformas em andamento na sede do Fed. O Goldman Sachs não mediu palavras para descrever do que se trata: a ameaça contra Powell eleva temores com independência do Fed.
A secretária de Imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou que cabe ao Departamento de Justiça dos EUA (DOJ, na sigla em inglês) dizer se Powell é um “criminoso”, um termo pesado para se referir a uma suspeita desse porte. Trump negou envolvimento: “não sei nada sobre isso”. E negou a instrumentalização do DOJ.
Para piorar a situação, o JPMorgan projetou que o Fed deverá aumentar os juros em 2026, e não baixá-los, como deseja desesperadamente Donald Trump. O Barclays e o Goldman Sachs adiaram previsões de corte de taxas, diante de um mercado de trabalho resiliente.
Soma-se a essa cena preocupante os riscos geopolíticos, com o governo Trump ameaçando invadir a Groenlândia e, agora, dizendo que pode assumir Cuba, o que causa preocupações. O roteiro futuro não mostraria um filme muito agradável nessas condições. Assim, as Bolsas europeias terminaram mesmo sem direção.
O ouro, ativo defensivo clássico, atingiu novos recordes depois do globo tremer: subiu em direção a US$ 4.600 por onça, enquanto a prata se aproximou de US$ 85.
Nesta terça-feira entram em cena indicadores importantes. No Brasil, a pesquisa mensal de serviços; e nos EUA, nada mais, nada menos, do que a inflação ao consumidor (o CPI) de dezembro.