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Notícias de Hoje - 03/06/2026

Enviado: Qui Jun 04, 2026 2:05 am
por Henri Dotto
- Índice de Small Caps (SMLL) encerra sessão com perdas de 3,03%, aos 2.216,27 pontos
- Índice de BDRs (BDRX) termina com alta de 0,01%, aos 27.005,23 pontos
- Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerra pregão com baixa de 0,46%, aos 3.842,46 pontos

- Maiores altas do dia hoje (Ibovespa):

Ativo | Variação
--------------------
CSMG3 | +13,34%
BEEF3 | +2,29%
SUZB3 | +1,95%
EQTL3 | +1,89%
TIMS3 | +1,45%

- Maiores baixas do dia hoje (Ibovespa):

Ativo | Variação
--------------------
AZZA3 | -8,48%
HAPV3 | -8,26%
CSAN3 | -7,73%
DIRR3 | -6,89%
CYRE3 | -6,67%

- Maiores altas do dia hoje (Small Caps):

Ativo | Variação
--------------------
CSMG3 | +13,34%
BEEF3 | +2,29%
BRAV3 | +0,88%
RANI3 | +0,51%
CBAV3 | +0,09%

- Maiores baixas do dia hoje (Small Caps):

Ativo | Variação
--------------------
DASA3 | -13,31%
AZZA3 | -8,48%
GFSA3 | -8,41%
HAPV3 | -8,26%
PLPL3 | -8,16%

- Ibovespa termina com baixa de 2,22%, aos 170.330,63 pontos
Máxima: 174.192,05
Mínima: 170.008,50
Diferença para a abertura: -3.867,01 pontos
Volume: R$ 28,50 bilhões

- Dólar comercial fecha com alta de 1,15%
Venda: R$ 5,067
Compra: R$ 5,066
Mínima: R$ 5,012
Máxima: R$ 5,090

- Principais índices em Nova York fecham sessão com baixas
Dow Jones -1,06%
S&P 500 -0,74%
Nasdaq -0,89%

- O barril do petróleo Brent para agosto encerrou o dia 3 de junho com alta de 1,89%, cotado a US$ 97,81.
- O petróleo WTI para entrega em julho fechou cotado a US$ 96,02 por barril no dia 3 de junho de 2026, registrando uma alta de 2,4% na bolsa de Nova York (Nymex).

- Notícias de Hoje: O Ibovespa desabou 2,22% hoje, aos 170.330,63 pontos, uma baixa de 3.867,01 pontos, devolvendo a alta de ontem. Na mínima, quase perdeu os 170 mil, ficando nos 170.008 pontos. Como esta quinta-feira é feriado de Corpus Christi, o investidor vai ter um dia para refletir, respirar e tentar entender o que aconteceu e vem acontecendo, antes de retomar as operações na sexta-feira.
O real também tomou um tombo nesta sessão, com o dólar comercial subindo amplos 1,15%, a R$ 5,067. Os DIs (juros futuros) subiram por toda a curva.
Irã e EUA seguiram trocando sopapos bélicos e o petróleo tornou a fechar com altas consistentes. Os principais índices nos EUA caíram com certa amplitude e o dólar subiu frente a outras moedas fortes, com o DXY se reaproximando dos 100 pontos.
Um dos pontos de atenção foi dentro das fronteiras norte-americanas: o ADP, relatório que mede a saúde do mercado privado de trabalho, mostrou a criação de vagas maior do que o esperado.
“O que estamos vendo hoje é uma reversão da ideia de que pode não ser tão fácil cortar juros quando a economia parece estar acelerando”, disse à CNBC Shawn Snyder, estrategista econômico da Potomac Fund Management. “Não estamos vendo a destruição da demanda que algumas pessoas previam”, acrescentou Snyder.
Para piorar, o governo Trump voltou a cutucar aliados e demais países com novas tarifas, fazendo o investidor recordar preocupações de um ano atrás. Não é só o Brasil, a União Europeia também sofreu com a nova rodada e as Bolsas do continente recuaram.
O Brasil voltou a encarar o tarifaço. A Amcham diz que produtos brasileiros podem estar sujeitos a tarifas de até 37,5% dos EUA.
O presidente Lula tornou a subir o tom, mas poupou Trump. O alvo foi Marco Rubio, o secretário de Estado, a quem chamou de “latino-americano frustrado”.
Ainda há tempo para negociações, mas Lula disse que não vai chorar e vai procurar novos parceiros. Presidente brasileiro reforçou soberania nacional e destacou que o país “venderá para quem deseja comprar” caso mercado americano se feche pelas tarifas.
Entretanto, não tivemos só más notícias. A produção industrial de abril surpreendeu positivamente e emendou o quarto mês seguido de alta. O ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse que a economia brasileira no segundo trimestre de 2026 vai “de novo surpreender”.
Mas é pouco, aparentemente. O capital segue saindo do Brasil e voltando para Wall Street. Para analistas, o Ibovespa ainda reúne fundamentos considerados atrativos, mas perdeu tração no curto prazo diante de um ambiente mais ruidoso. Já Nasdaq e S&P 500 continuam amparados pela força das empresas ligadas à inteligência artificial.
A verdade é que pouca gente se salvou. Minerva (BEEF3) ganhou 2,29%, com as proteínas bovinas escapando do novo tarifaço dos EUA. Brava (BRAV3), com 0,88%, e PRIO (PRIO3), com 0,98%, aproveitaram a alta do petróleo e subiram. Mas Petrobras (PETR4), não: queda de 0,77%.