Notícias de Hoje - 28/05/2026
Enviado: Qui Mai 28, 2026 11:12 pm
- Índice de Small Caps (SMLL) encerra sessão com ganhos de 0,02%, aos 2.292,33 pontos
- Índice de BDRs (BDRX) termina com alta de 0,45%, aos 26.832,98 pontos, máxima do dia
- Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerra pregão com mais 0,20%, aos 3.861,52 pontos
- Ibovespa: PETR4 é novamente a ação mais negociada do dia; confira
Ativo | Negócios, Dia (%)
------------------------------
PETR4 | 53.404, -0,72%
RADL3 | 41.610, 2,43%
CSAN3 | 39.729, -1,75%
BPAC11 | 37.114, -1,25%
ITUB4 | 33.357, -0,79%
- Ibovespa: CSMG3 é a maior alta do dia; veja a lista
Ativo | Dia (%), Valor (R$)
-------------------------------
CSMG3 | 4,32%, R$52,94
USIM5 | 4,11%, R$10,65
CSNA3 | 3,82%, R$6,80
RADL3 | 2,43%, R$18,95
CURY3 | 2,22%, R$32,18
- Ibovespa: AZZA3 é a maior baixa do dia; confira as demais
Ativo | Dia (%), Valor (R$)
--------------------------------
AZZA3 | -3,87%, R$19,85
MGLU3 | -3,79%, R$6,35
ASAI3 | -2,92%, R$8,98
CPFE3 | -2,60%, R$43,03
BBAS3 | -2,18%, R$20,61
- DIs: juros futuros terminam dia com altas por toda a curva
Ativo | Taxa (%), Variação (pp)
-------------------------------------
DI1F27 | 14,100%, 0,035
DI1F28 | 13,905%, 0,040
DI1F29 | 13,885%, 0,055
DI1F31 | 13,960%, 0,045
DI1F32 | 14,015%, 0,040
DI1F33 | 14,050%, 0,050
DI1F34 | 14,055%, 0,050
DI1F35 | 14,050%, 0,045
- Ibovespa termina com baixa de 0,39%, aos 175.063,41 pontos
Máxima: 176.627,32
Mínima: 174.686,40
Diferença para a abertura: -680,96 pontos
Volume: R$ 20,90 bilhões
- Dólar comercial fecha com baixa de 0,57%
Venda: R$ 5,032
Compra: R$ 5,031
Mínima: R$ 5,023
Máxima: R$ 5,075
- Principais índices em Nova York fecham sessão com ganhos
Dow Jones 0,05%
S&P 500 0,58%
Nasdaq 0,91%
- Petróleo: Brent com vencimento em julho fecha dia com queda de 0,62%, a US$ 93,71
- Petróleo: WTI com vencimento em julho fecha dia com alta de 0,25%, a US$ 88,90
- Notícias de hoje: Maio termina amanhã para o mercado e já acumula uma queda de 6,54%, a maior perda mensal desde fevereiro de 2023, quando desceu 7,49%. Hoje foi mais um dia volátil, que terminou em nova baixa, agora com 0,39%, aos 175.063,41 pontos, uma perda de 680,96 pontos.
O dia teve um cardápio recheado de notícias, que acabaram levando a oscilações constantes.
A mais importante do dia, sem dúvidas foi a manchete: “EUA e Irã chegam a acordo”, mas, e sempre tem um “mas”, “Trump ainda precisa dar seu aval”.
Os principais índices em Nova York ficaram positivos, com o Dow Jones oscilando bastante, desnutrido e sem força para levantar, enquanto o S&P 500 e o Nasdaq andaram vigorosos no campo dos ganhos. A Europa terminou majoritariamente em baixa. O petróleo também fechou o dia misto, com o WTI em alta e o Brent em queda.
Pela manhã também tivemos diversos dados econômicos. Começou com o PIB do 1T26 nos EUA, em sua segunda prévia, que ficou abaixo do 2,0% da primeira prévia. Logo depois, o índice de preços de consumo pessoal, o PCE, que é o indicador de inflação no qual o Federal Reserve mais se utiliza para orientar sua política monetária. Nesse caso, abaixo do esperado, mas bem ao gosto do mercado, que enxerga um ensaio de desinflação.
“Achamos que abril – a menor leitura do núcleo do PCE até agora neste ano – marca o início de uma trajetória gradual de desinflação à frente”, disse o Morgan Stanley.
Presidente do Fed de Nova York, inclusive, entende que a política monetária está correta, dadas as perspectivas.
No Brasil, os preços ao produtor dispararam em abril, a maior alta em quatro anos, na rebarba do Oriente Médio. A taxa de desemprego ficou em níveis ainda históricos, de modo que nem o mercado de trabalho, nem a renda, pressionam o Banco Central.
O Caged de abril teve saldo positivo, mas abaixo do piso esperado pelo mercado na criação de vagas formais. E o Governo central registrou superávit primário de R$ 25,198 bi, acima do esperado.
O dólar comercial caiu 0,57%, a R$ 5,032. Os DIs (juros futuros) oscilaram bastante, exatamente a cara dessa sessão, mas fecharam com predominância de altas.
Amanhã, sai o PIB do 1T26 no Brasil, além da inflação na Alemanha e o PIB na França.
- Índice de BDRs (BDRX) termina com alta de 0,45%, aos 26.832,98 pontos, máxima do dia
- Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerra pregão com mais 0,20%, aos 3.861,52 pontos
- Ibovespa: PETR4 é novamente a ação mais negociada do dia; confira
Ativo | Negócios, Dia (%)
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PETR4 | 53.404, -0,72%
RADL3 | 41.610, 2,43%
CSAN3 | 39.729, -1,75%
BPAC11 | 37.114, -1,25%
ITUB4 | 33.357, -0,79%
- Ibovespa: CSMG3 é a maior alta do dia; veja a lista
Ativo | Dia (%), Valor (R$)
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CSMG3 | 4,32%, R$52,94
USIM5 | 4,11%, R$10,65
CSNA3 | 3,82%, R$6,80
RADL3 | 2,43%, R$18,95
CURY3 | 2,22%, R$32,18
- Ibovespa: AZZA3 é a maior baixa do dia; confira as demais
Ativo | Dia (%), Valor (R$)
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AZZA3 | -3,87%, R$19,85
MGLU3 | -3,79%, R$6,35
ASAI3 | -2,92%, R$8,98
CPFE3 | -2,60%, R$43,03
BBAS3 | -2,18%, R$20,61
- DIs: juros futuros terminam dia com altas por toda a curva
Ativo | Taxa (%), Variação (pp)
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DI1F27 | 14,100%, 0,035
DI1F28 | 13,905%, 0,040
DI1F29 | 13,885%, 0,055
DI1F31 | 13,960%, 0,045
DI1F32 | 14,015%, 0,040
DI1F33 | 14,050%, 0,050
DI1F34 | 14,055%, 0,050
DI1F35 | 14,050%, 0,045
- Ibovespa termina com baixa de 0,39%, aos 175.063,41 pontos
Máxima: 176.627,32
Mínima: 174.686,40
Diferença para a abertura: -680,96 pontos
Volume: R$ 20,90 bilhões
- Dólar comercial fecha com baixa de 0,57%
Venda: R$ 5,032
Compra: R$ 5,031
Mínima: R$ 5,023
Máxima: R$ 5,075
- Principais índices em Nova York fecham sessão com ganhos
Dow Jones 0,05%
S&P 500 0,58%
Nasdaq 0,91%
- Petróleo: Brent com vencimento em julho fecha dia com queda de 0,62%, a US$ 93,71
- Petróleo: WTI com vencimento em julho fecha dia com alta de 0,25%, a US$ 88,90
- Notícias de hoje: Maio termina amanhã para o mercado e já acumula uma queda de 6,54%, a maior perda mensal desde fevereiro de 2023, quando desceu 7,49%. Hoje foi mais um dia volátil, que terminou em nova baixa, agora com 0,39%, aos 175.063,41 pontos, uma perda de 680,96 pontos.
O dia teve um cardápio recheado de notícias, que acabaram levando a oscilações constantes.
A mais importante do dia, sem dúvidas foi a manchete: “EUA e Irã chegam a acordo”, mas, e sempre tem um “mas”, “Trump ainda precisa dar seu aval”.
Os principais índices em Nova York ficaram positivos, com o Dow Jones oscilando bastante, desnutrido e sem força para levantar, enquanto o S&P 500 e o Nasdaq andaram vigorosos no campo dos ganhos. A Europa terminou majoritariamente em baixa. O petróleo também fechou o dia misto, com o WTI em alta e o Brent em queda.
Pela manhã também tivemos diversos dados econômicos. Começou com o PIB do 1T26 nos EUA, em sua segunda prévia, que ficou abaixo do 2,0% da primeira prévia. Logo depois, o índice de preços de consumo pessoal, o PCE, que é o indicador de inflação no qual o Federal Reserve mais se utiliza para orientar sua política monetária. Nesse caso, abaixo do esperado, mas bem ao gosto do mercado, que enxerga um ensaio de desinflação.
“Achamos que abril – a menor leitura do núcleo do PCE até agora neste ano – marca o início de uma trajetória gradual de desinflação à frente”, disse o Morgan Stanley.
Presidente do Fed de Nova York, inclusive, entende que a política monetária está correta, dadas as perspectivas.
No Brasil, os preços ao produtor dispararam em abril, a maior alta em quatro anos, na rebarba do Oriente Médio. A taxa de desemprego ficou em níveis ainda históricos, de modo que nem o mercado de trabalho, nem a renda, pressionam o Banco Central.
O Caged de abril teve saldo positivo, mas abaixo do piso esperado pelo mercado na criação de vagas formais. E o Governo central registrou superávit primário de R$ 25,198 bi, acima do esperado.
O dólar comercial caiu 0,57%, a R$ 5,032. Os DIs (juros futuros) oscilaram bastante, exatamente a cara dessa sessão, mas fecharam com predominância de altas.
Amanhã, sai o PIB do 1T26 no Brasil, além da inflação na Alemanha e o PIB na França.