Notícias de Hoje - 26/05/2026
Enviado: Qua Mai 27, 2026 2:46 am
- Índice de Small Caps (SMLL) encerra sessão com perdas de 1,11%, aos 2.305,00 pontos
- Índice de BDRs (BDRX) termina com queda de 0,03%, aos 26.459,71 pontos
- Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerra pregão com menos 0,33%, aos 3.851,02 pontos
- Ibovespa: PETR4 é a ação mais negociada do dia; confira a lista
Ativo | Negócios, Dia (%)
------------------------------
PETR4 | 50.021, 0,09%
B3SA3 | 41.181, -1,85%
ASAI3 | 38.315, -0,11%
CPLE3 | 35.670, -0,61%
ITUB4 | 35.585, -0,64%
- Ibovespa: BEEF3 é a maior alta do dia; veja a lista
Ativo | Dia (%), Valor (R$)
-------------------------------
BEEF3 | 2,61%, R$3,93
HAPV3 | 1,61%, R$12,60
RDOR3 | 1,42%, R$35,00
ABEV3 | 1,16%, R$16,59
VIVT3 | 0,92%, R$33,85
- Ibovespa: BRKM5 é a maior queda do dia; veja as outras
Ativo | Dia (%), Valor (R$)
-------------------------------
BRKM5 | -5,81%, R$11,68
CEAB3 | -4,77%, R$11,37
VAMO3 | -3,86%, R$3,24
RECV3 | -3,64%, R$11,90
USIM5 | -3,59%, R$9,66
- DIs: juros futuros terminam dia com altas por toda a curva
Ativo | Taxa (%), Variação (pp)
-------------------------------------
DI1F27 | 14,065%, 0,040
DI1F28 | 13,835%, 0,110
DI1F29 | 13,815%, 0,105
DI1F31 | 13,895%, 0,055
DI1F32 | 13,945%, 0,040
DI1F33 | 13,970%, 0,040
DI1F34 | 13,970%, 0,035
DI1F35 | 13,960%, 0,025
- Ibovespa termina com baixa de 0,69%, aos 176.589,03 pontos
Máxima: 177.815,95
Mínima: 175.516,11
Diferença para a abertura: -1.226,69 pontos
Volume: R$ 22,20 bilhões
- Dólar comercial fecha com alta de 0,18%
Venda: R$ 5,027
Compra: R$ 5,027
Mínima: R$ 5,004
Máxima: R$ 5,038
- Principais índices em Nova York fecham sessão de forma mista
Dow Jones -0,23%
S&P 500 0,61%
Nasdaq 1,19%
- Petróleo: Brent com vencimento em julho fecha dia com alta de 3,58%, a US$ 99,58
- Petróleo: WTI com vencimento em julho fecha dia com baixa de 2,81%, a US$ 93,89
- Notícias de Hoje: O Ibovespa caiu 0,69%, aos 176.589,03 pontos, uma baixa de 1.226,69 pontos, após uma alta consistente na sessão da véspera, marcada basicamente pela baixa liquidez, o que tirou um pouco o equilíbrio analítico da situação. Hoje, com o mercado norte-americano voltando à normalidade, após o feriadão de ontem, a Bolsa brasileira tomou uma chacoalhada nada agradável.
O dólar comercial subiu 0,18%, a R$ 5,027%, após a baixa da véspera. Os DIs (juros futuros) voltaram a subir por toda a curva, depois dos recuos apresentados ontem.
O que mexeu com as Bolsas hoje foi o mesmo impulso que mexeu com as Bolsas ontem: a guerra no Oriente Médio. A diferença é que ontem o dinheiro dos investidores nos EUA estava quietinho, sossegadinho, sem bulir com ninguém. Hoje, com o fim do feriado, ele voltou a circular de lá para cá e, principalmente, daqui para lá.
Os investidores ainda enxergam o fim da guerra mais próximo, apesar da troca de farpas, bombas e explosões entre os adversários nesta contenda que já dura quase três meses.
“A visão consensual ainda pressupõe que algum tipo de distensão será formalmente alcançada nos próximos dias entre Washington e Teerã, o que significa que a verdadeira questão é quanto disso já está precificado”, escreveu Adam Crisafulli, da Vital Knowledge, em uma nota republicada pela CNBC.
Mas o novo ataque dos EUA tirou o sossego dos principais índices em Nova York, que voltaram do feriado com de forma mista, com o Dow Jones caindo e o Nasdaq disparando mais de 1%, com as ações da Micron Technology subindo em torno de 20%, o que fez a companhia ultrapassar US$ 1 trilhão em valor de mercado. O banco UBS, em particular, vê um potencial de valorização de mais de 100% para as ações, citando os benefícios de seus contratos de longo prazo.
No Brasil, o Banco Central informou que o Investimento Direto no País (IDP) somou US$ 8,912 bilhões em abril, acima do esperado. Por outro lado, o déficit em conta corrente somou US$ 1,765 bilhões em abril, maior do que o projetado.
A quarta-feira não promete acomodação. Para começar, tem a divulgação do IPCA-15 de maio, com previsão de alta de 0,53% mês a mês e 4,55% em 12 meses, acima do teto da meta. A equipe econômica e o Banco Central deverão receber esses dados com apreensão.
- Índice de BDRs (BDRX) termina com queda de 0,03%, aos 26.459,71 pontos
- Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerra pregão com menos 0,33%, aos 3.851,02 pontos
- Ibovespa: PETR4 é a ação mais negociada do dia; confira a lista
Ativo | Negócios, Dia (%)
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PETR4 | 50.021, 0,09%
B3SA3 | 41.181, -1,85%
ASAI3 | 38.315, -0,11%
CPLE3 | 35.670, -0,61%
ITUB4 | 35.585, -0,64%
- Ibovespa: BEEF3 é a maior alta do dia; veja a lista
Ativo | Dia (%), Valor (R$)
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BEEF3 | 2,61%, R$3,93
HAPV3 | 1,61%, R$12,60
RDOR3 | 1,42%, R$35,00
ABEV3 | 1,16%, R$16,59
VIVT3 | 0,92%, R$33,85
- Ibovespa: BRKM5 é a maior queda do dia; veja as outras
Ativo | Dia (%), Valor (R$)
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BRKM5 | -5,81%, R$11,68
CEAB3 | -4,77%, R$11,37
VAMO3 | -3,86%, R$3,24
RECV3 | -3,64%, R$11,90
USIM5 | -3,59%, R$9,66
- DIs: juros futuros terminam dia com altas por toda a curva
Ativo | Taxa (%), Variação (pp)
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DI1F27 | 14,065%, 0,040
DI1F28 | 13,835%, 0,110
DI1F29 | 13,815%, 0,105
DI1F31 | 13,895%, 0,055
DI1F32 | 13,945%, 0,040
DI1F33 | 13,970%, 0,040
DI1F34 | 13,970%, 0,035
DI1F35 | 13,960%, 0,025
- Ibovespa termina com baixa de 0,69%, aos 176.589,03 pontos
Máxima: 177.815,95
Mínima: 175.516,11
Diferença para a abertura: -1.226,69 pontos
Volume: R$ 22,20 bilhões
- Dólar comercial fecha com alta de 0,18%
Venda: R$ 5,027
Compra: R$ 5,027
Mínima: R$ 5,004
Máxima: R$ 5,038
- Principais índices em Nova York fecham sessão de forma mista
Dow Jones -0,23%
S&P 500 0,61%
Nasdaq 1,19%
- Petróleo: Brent com vencimento em julho fecha dia com alta de 3,58%, a US$ 99,58
- Petróleo: WTI com vencimento em julho fecha dia com baixa de 2,81%, a US$ 93,89
- Notícias de Hoje: O Ibovespa caiu 0,69%, aos 176.589,03 pontos, uma baixa de 1.226,69 pontos, após uma alta consistente na sessão da véspera, marcada basicamente pela baixa liquidez, o que tirou um pouco o equilíbrio analítico da situação. Hoje, com o mercado norte-americano voltando à normalidade, após o feriadão de ontem, a Bolsa brasileira tomou uma chacoalhada nada agradável.
O dólar comercial subiu 0,18%, a R$ 5,027%, após a baixa da véspera. Os DIs (juros futuros) voltaram a subir por toda a curva, depois dos recuos apresentados ontem.
O que mexeu com as Bolsas hoje foi o mesmo impulso que mexeu com as Bolsas ontem: a guerra no Oriente Médio. A diferença é que ontem o dinheiro dos investidores nos EUA estava quietinho, sossegadinho, sem bulir com ninguém. Hoje, com o fim do feriado, ele voltou a circular de lá para cá e, principalmente, daqui para lá.
Os investidores ainda enxergam o fim da guerra mais próximo, apesar da troca de farpas, bombas e explosões entre os adversários nesta contenda que já dura quase três meses.
“A visão consensual ainda pressupõe que algum tipo de distensão será formalmente alcançada nos próximos dias entre Washington e Teerã, o que significa que a verdadeira questão é quanto disso já está precificado”, escreveu Adam Crisafulli, da Vital Knowledge, em uma nota republicada pela CNBC.
Mas o novo ataque dos EUA tirou o sossego dos principais índices em Nova York, que voltaram do feriado com de forma mista, com o Dow Jones caindo e o Nasdaq disparando mais de 1%, com as ações da Micron Technology subindo em torno de 20%, o que fez a companhia ultrapassar US$ 1 trilhão em valor de mercado. O banco UBS, em particular, vê um potencial de valorização de mais de 100% para as ações, citando os benefícios de seus contratos de longo prazo.
No Brasil, o Banco Central informou que o Investimento Direto no País (IDP) somou US$ 8,912 bilhões em abril, acima do esperado. Por outro lado, o déficit em conta corrente somou US$ 1,765 bilhões em abril, maior do que o projetado.
A quarta-feira não promete acomodação. Para começar, tem a divulgação do IPCA-15 de maio, com previsão de alta de 0,53% mês a mês e 4,55% em 12 meses, acima do teto da meta. A equipe econômica e o Banco Central deverão receber esses dados com apreensão.