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Notícias de Hoje - 18/05/2026

Enviado: Seg Mai 18, 2026 10:10 pm
por Henri Dotto
- Índice de Small Caps (SMLL) encerra sessão com perdas de 0,23%, aos 2.258,63 pontos
- Índice de BDRs (BDRX) termina com queda de 1,63%, aos 25.912,27 pontos
- Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerra pregão com menos 0,89%, aos 3.850,19 pontos, na mínima do dia

- Ibovespa: PETR4 é novamente a ação mais negociada do dia; confira a lista

Ativo | Negócios, Dia (%)
------------------------------
PETR4 | 75.928, 2,13%
VALE3 | 48.469, -2,00%
ITUB4 | 35.343, -0,20%
EMBJ3 | 35.166, -1,05%
BPAC11 | 30.588, -0,59%

- Ibovespa: CSMG3 é a maior alta do dia; veja a lista

Ativo | Dia (%), Valor (R$)
-------------------------------
CSMG3 | 3,48%, R$53,50
HAPV3 | 3,05%, R$12,83
RECV3 | 2,71%, R$12,49
PETR3 | 2,66%, R$51,79
BRAV3 | 2,57%, R$19,17

- Ibovespa: CMIN3 é a maior baixa do dia; veja as demais

Ativo | Dia (%), Valor (R$)
-------------------------------
CMIN3 | -9,32%, R$4,28
CSNA3 | -4,21%, R$6,15
MBRF3 | -3,50%, R$16,81
MGLU3 | -2,65%, R$6,61
DIRR3 | -2,62%, R$12,64

- DIs: juros futuros terminam dia com baixas por toda a curva

Ativo | Taxa (%), Variação (pp)
-------------------------------------
DI1F27 | 14,135%, -0,100
DI1F28 | 13,975%, -0,160
DI1F29 | 13,995%, -0,170
DI1F31 | 14,125%, -0,125
DI1F32 | 14,175%, -0,115
DI1F33 | 14,195%, -0,100
DI1F34 | 14,200%, -0,090
DI1F35 | 14,190%, -0,095

- Ibovespa termina com baixa de 0,17%, aos 176.975,82 pontos
Máxima: 177.329,88
Mínima: 175.811,33
Diferença para a abertura: -308,01 pontos
Volume: R$ 24,10 bilhões

- Dólar comercial fecha com forte baixa de 1,37% e volta a ficar abaixo dos R$ 5
Venda: R$ 4,998
Compra: R$ 4,998
Mínima: R$ 4,996
Máxima: R$ 5,056

- Principais índices em Nova York terminam sessão de forma mista
Dow Jones 0,32%
S&P 500 -0,07%
Nasdaq -0,51%

- Petróleo: Brent com vencimento em julho fecha dia com alta de 2,60%, a US$ 112,10
- Petróleo: WTI com vencimento em junho fecha dia com alta de 3,07%, a US$ 108,66

- Notícias de Hoje: O Ibovespa começou a semana com queda de 0,17%, aos 176.975,82 pontos, uma perda de 308,01 pontos. Nos últimos oito pregões, apenas duas altas.
O dólar, ao contrário, recuou 1,37%, a R$ 4,998, novamente abaixo dos R$ 5. Os DIs (juros futuros) recuaram por toda a curva.
Tudo está ligado às medidas de euforia ou frustração sobre o que acontece no Oriente Médio. O Irã disse que as negociações podem encerrar guerra a qualquer momento. Já os EUA rejeitaram nova oferta dos iranianos e o presidente do país, Donald Trump, como de costume, esquentou a cabeça e elevou novamente o tom de ameaças.
Todos mundo sabe que negociações complexas são exatamente assim: um faz uma proposta, o outro lado rejeita e faz uma contraproposta, e assim segue até se chegar a um mínimo denominador comum. O problema é que esse caso específico urge uma solução mais rápida, porque a economia global está sofrendo e literalmente esfriando.
Não só: a aprovação de Trump também segue a passos largos em direção ao zero absoluto e tem eleição de meio de mandato no final do ano. Outra consequência é que o preço do petróleo chegou mais próximo do ponto de ebulição com nova alta diante do não acerto entre os dois países.
As Bolsas europeias até terminaram predominantemente em alta, mas nos EUA as quedas dominaram o cenário.
No Brasil, o IBC-Br de março veio com contração mais forte do que a esperada pelo mercado, mas mesmo assim o primeiro trimestre pode ter um crescimento acima de 1%.
Olhando à frente, o Goldman Sachs vê a economia nacional enfrentando forças opostas. De um lado, a atividade continuará sendo aquecida por transferências fiscais do governo a famílias de baixa renda e pelo mercado de trabalho, com a renda real disponível crescendo 6,5% na comparação anual em março. Do outro, esse impulso tende a ser mitigado pelas “rígidas condições financeiras e monetárias domésticas”, além da inflação em alta e do elevado nível de endividamento das famílias.
A Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda prevê que o IPCA atingirá o teto da meta neste ano sob impacto do conflito no Irã. É o mesmo caminho que tem feito o Boletim Focus.
“O relatório Focus trouxe mais uma leve alta na projeção do IPCA. Mas o dado que mais me chama atenção segue sendo a expectativa para a Selic. Hoje, o mercado já projeta a taxa básica encerrando o ano em 13,25%. No início do ano, essa expectativa estava próxima de 12%. Há poucos dias, a mediana apontava 13%. Agora, já subiu para 13,25%. Isso mostra uma deterioração gradual, mas consistente, da percepção do mercado, muito influenciada pelo ambiente externo e pela persistente incerteza gerada pelo cenário de guerra, cuja duração ainda é imprevisível”, disse Alison Correia da Dom Investimentos.
A terça-feira não terá indicadores relevantes, tirando o PIB do 1T26 do Japão. Os olhos seguem para o Oriente Médio.