Notícias de Hoje - 15/05/2026
Enviado: Sáb Mai 16, 2026 1:01 am
- Índice de Small Caps (SMLL) encerra sessão com perdas de 1,35%, aos 2.263,80 pontos; semana fecha com menos 5,57%
- Índice de BDRs (BDRX) termina com queda de 0,19%, aos 26.341,66 pontos; semana acaba com alta de 3,49%
- Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerra pregão com mais 0,43%, aos 3.884,76 pontos, na máxima do dia; semana termina com menos 0,95%
- Ibovespa: PETR4 é a ação mais negociada do dia; veja a lista
Ativo | Negócios, Dia (%)
------------------------------
PETR4 | 58.264, 1,04%
ITUB4 | 57.832, -1,73%
CSAN3 | 54.968, -5,16%
BBAS3 | 42.541, -0,29%
SBSP3 | 39.624, -1,66%
- Ibovespa: BEEF3 é a maior alta do dia; confira as demais
Ativo | Dia (%), Valor (R$)
-------------------------------
BEEF3 | 7,58%, R$4,40
BRAV3 | 2,75%, R$18,69
PRIO3 | 2,24%, R$68,80
PETR3 | 2,17%, R$50,45
NATU3 | 1,53%, R$9,94
- Ibovespa: USIM5 é a maior baixa do dia; veja as demais
Ativo | Dia (%), Valor (R$)
-------------------------------
USIM5 | -7,79%, R$9,12
HAPV3 | -6,11%, R$12,45
CSAN3 | -5,16%, R$4,41
CSNA3 | -3,75%, R$6,42
DIRR3 | -3,57%, R$12,98
- DIs: juros futuros terminam dia com altas por toda a curva
Ativo | Taxa (%), Variação (pp)
-------------------------------------
DI1F27 | 14,235%, 0,045
DI1F28 | 14,135%, 0,135
DI1F29 | 14,165%, 0,175
DI1F31 | 14,250%, 0,175
DI1F32 | 14,290%, 0,170
DI1F33 | 14,295%, 0,160
DI1F34 | 14,290%, 0,155
DI1F35 | 14,285%, 0,160
- Ibovespa termina com baixa de 0,61%, aos 177.283,83 pontos
Máxima: 178.340,52
Mínima: 175.417,25
Diferença para a abertura: -1.082,03 pontos
Volume: R$ 31,70 bilhões
- Dólar comercial fecha com alta de 1,63% e volta a ficar acima dos R$ 5
Venda: R$ 5,067
Compra: R$ 5,067
Mínima: R$ 5,018
Máxima: R$ 5,081
- Principais índices em Nova York terminam sessão com perdas; semana acaba mista e sem força
Dow Jones -1,07%
S&P 500 -1,24%
Nasdaq -1,54%
- Petróleo: Brent com vencimento em julho fecha dia com alta de 3,35%, a US$ 109,26
- Petróleo: WTI com vencimento em junho fecha dia com alta de 4,20%, a US$ 105,42
- Notícias de Hoje: O Ibovespa novamente tombou, em um cenário bastante nebuloso, cheio de reviravoltas e, de certa forma, decepcionante: menos 0,61%, aos 177.283,83 pontos, uma perda de 1.082,03 pontos. Na mínima, chegou a 175.417,25 pontos.
É a quinta semana consecutiva no negativo. Dessa vez, com menos 3,71%, na pior semana desde a primeira semana após estourar a guerra no Irã, em março, quando acumulou menos 4,99%.
O real também perdeu muito terreno nesta sexta-feira. A alta do dólar comercial foi de 1,63%, a R$ 5,067, e nem na mínima do dia ficou abaixo do corte de R$ 5. Os DIs (juros futuros) subiram por toda a curva.
A cautela nos mercados do Brasil reflete uma série de fatores, entre eles o noticiário político.
Na quarta-feira, os ativos azedaram após vazamento de áudio em que o senador, pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro, apareceu pedindo dinheiro a Daniel Vorcaro, preso como pivô do escândalo do Banco Master, para concluir um filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Flávio negou ontem repasses dos recursos do filme ao irmão Eduardo Bolsonaro, que mora nos EUA desde o ano passado, mas novamente a imprensa desmentiu a família, mostrando que era Eduardo quem fazia a gestão do dinheiro pedido ao ex-banqueiro pelo irmão candidato ao Palácio. Decepção para a oposição.
Nessa lama, estrangeiros já tiraram R$ 17 bilhões da Bolsa brasileira e JPMorgan alertou que “não é hora de voltar”. Decepção para os investidores.
Decepção também no exterior. As fotos de apertos de mãos, abraços e sorrisos entre os presidentes dos EUA, Donald Trump, e da China, Xi Jinping, duraram o mesmo tanto que duram postagens em redes sociais. Hoje, o mercado caiu em si de que as fotos talvez não representem avanços reais para a economia global.
Trump seguiu falando em “acordos fantásticos” com a China. Mas os executivos mais poderosos dos EUA não têm muito a mostrar de viagem à China até agora.
Foi só o mandatário norte-americano sair da China, que começaram os desentendimentos. O ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, afirmou que Pequim e Washington concordaram em ampliar o comércio bilateral “sob uma estrutura de redução tarifária recíproca”. O comentário contradiz declarações recentes de Trump, de que tarifas não haviam sido discutidas em sua reunião com Xi Jinping.
As conversas sobre o Estreito de Ormuz e qualquer ajuda chinesa ao Irã, que Trump diz terem ocorrido, subiram no telhado e decepcionaram os esperançosos de que a guerra poderia se adiantar para um término, graças à influência de Pequim sobre Teerã.
O Irã, inclusive, disse que não tem mais confiança nos EUA e só negociará se for algo sério. Trump disse ter perdido a paciência com os iranianos.
Com isso, para surpresa de zero pessoas, o petróleo disparou nesta sexta e os preços voltaram a se aproximar dos US$ 110. Na outra ponta, o ouro caiu mais de 2%. As Bolsas europeias despencaram. E Wall Street terminou o dia no vermelho.
Os dados, ao menos, não decepcionaram. A produção industrial nos EUA mostrou surpreendente força em abril, puxada por automóveis. O dado chegou justamente no último dia de Jerome Powell como presidente do Federal Reserve. A partir de agora, quem manda é Kevin Warsh.
No Brasil, ao contrário, os dados decepcionaram. Bastante. O setor de serviços perdeu 1,2%, em resultado bem pior do que o esperado.
A explicação é que o aumento do comprometimento de renda das famílias com o serviço da dívida continuou sendo um importante vetor negativo, limitando a demanda discricionária e impedindo uma expansão mais consistente do consumo de serviços. Por outro lado, foi lembrado que o mercado de trabalho segue robusto e, combinado ao aumento das transferências fiscais e medidas de estímulo, deve sustentar a demanda doméstica nos próximos meses.
Decepcionante foi o 1T26 dos grandes bancos. O lucro consolidado dos bancões privados caiu pela primeira vez em mais de 2 anos neste primeiro trimestre. Decepção também com Cyrela (CYRE3), que perdeu 0,18%, após um 1T26 com resultados abaixo das expectativas.
- Índice de BDRs (BDRX) termina com queda de 0,19%, aos 26.341,66 pontos; semana acaba com alta de 3,49%
- Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerra pregão com mais 0,43%, aos 3.884,76 pontos, na máxima do dia; semana termina com menos 0,95%
- Ibovespa: PETR4 é a ação mais negociada do dia; veja a lista
Ativo | Negócios, Dia (%)
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PETR4 | 58.264, 1,04%
ITUB4 | 57.832, -1,73%
CSAN3 | 54.968, -5,16%
BBAS3 | 42.541, -0,29%
SBSP3 | 39.624, -1,66%
- Ibovespa: BEEF3 é a maior alta do dia; confira as demais
Ativo | Dia (%), Valor (R$)
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BEEF3 | 7,58%, R$4,40
BRAV3 | 2,75%, R$18,69
PRIO3 | 2,24%, R$68,80
PETR3 | 2,17%, R$50,45
NATU3 | 1,53%, R$9,94
- Ibovespa: USIM5 é a maior baixa do dia; veja as demais
Ativo | Dia (%), Valor (R$)
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USIM5 | -7,79%, R$9,12
HAPV3 | -6,11%, R$12,45
CSAN3 | -5,16%, R$4,41
CSNA3 | -3,75%, R$6,42
DIRR3 | -3,57%, R$12,98
- DIs: juros futuros terminam dia com altas por toda a curva
Ativo | Taxa (%), Variação (pp)
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DI1F27 | 14,235%, 0,045
DI1F28 | 14,135%, 0,135
DI1F29 | 14,165%, 0,175
DI1F31 | 14,250%, 0,175
DI1F32 | 14,290%, 0,170
DI1F33 | 14,295%, 0,160
DI1F34 | 14,290%, 0,155
DI1F35 | 14,285%, 0,160
- Ibovespa termina com baixa de 0,61%, aos 177.283,83 pontos
Máxima: 178.340,52
Mínima: 175.417,25
Diferença para a abertura: -1.082,03 pontos
Volume: R$ 31,70 bilhões
- Dólar comercial fecha com alta de 1,63% e volta a ficar acima dos R$ 5
Venda: R$ 5,067
Compra: R$ 5,067
Mínima: R$ 5,018
Máxima: R$ 5,081
- Principais índices em Nova York terminam sessão com perdas; semana acaba mista e sem força
Dow Jones -1,07%
S&P 500 -1,24%
Nasdaq -1,54%
- Petróleo: Brent com vencimento em julho fecha dia com alta de 3,35%, a US$ 109,26
- Petróleo: WTI com vencimento em junho fecha dia com alta de 4,20%, a US$ 105,42
- Notícias de Hoje: O Ibovespa novamente tombou, em um cenário bastante nebuloso, cheio de reviravoltas e, de certa forma, decepcionante: menos 0,61%, aos 177.283,83 pontos, uma perda de 1.082,03 pontos. Na mínima, chegou a 175.417,25 pontos.
É a quinta semana consecutiva no negativo. Dessa vez, com menos 3,71%, na pior semana desde a primeira semana após estourar a guerra no Irã, em março, quando acumulou menos 4,99%.
O real também perdeu muito terreno nesta sexta-feira. A alta do dólar comercial foi de 1,63%, a R$ 5,067, e nem na mínima do dia ficou abaixo do corte de R$ 5. Os DIs (juros futuros) subiram por toda a curva.
A cautela nos mercados do Brasil reflete uma série de fatores, entre eles o noticiário político.
Na quarta-feira, os ativos azedaram após vazamento de áudio em que o senador, pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro, apareceu pedindo dinheiro a Daniel Vorcaro, preso como pivô do escândalo do Banco Master, para concluir um filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Flávio negou ontem repasses dos recursos do filme ao irmão Eduardo Bolsonaro, que mora nos EUA desde o ano passado, mas novamente a imprensa desmentiu a família, mostrando que era Eduardo quem fazia a gestão do dinheiro pedido ao ex-banqueiro pelo irmão candidato ao Palácio. Decepção para a oposição.
Nessa lama, estrangeiros já tiraram R$ 17 bilhões da Bolsa brasileira e JPMorgan alertou que “não é hora de voltar”. Decepção para os investidores.
Decepção também no exterior. As fotos de apertos de mãos, abraços e sorrisos entre os presidentes dos EUA, Donald Trump, e da China, Xi Jinping, duraram o mesmo tanto que duram postagens em redes sociais. Hoje, o mercado caiu em si de que as fotos talvez não representem avanços reais para a economia global.
Trump seguiu falando em “acordos fantásticos” com a China. Mas os executivos mais poderosos dos EUA não têm muito a mostrar de viagem à China até agora.
Foi só o mandatário norte-americano sair da China, que começaram os desentendimentos. O ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, afirmou que Pequim e Washington concordaram em ampliar o comércio bilateral “sob uma estrutura de redução tarifária recíproca”. O comentário contradiz declarações recentes de Trump, de que tarifas não haviam sido discutidas em sua reunião com Xi Jinping.
As conversas sobre o Estreito de Ormuz e qualquer ajuda chinesa ao Irã, que Trump diz terem ocorrido, subiram no telhado e decepcionaram os esperançosos de que a guerra poderia se adiantar para um término, graças à influência de Pequim sobre Teerã.
O Irã, inclusive, disse que não tem mais confiança nos EUA e só negociará se for algo sério. Trump disse ter perdido a paciência com os iranianos.
Com isso, para surpresa de zero pessoas, o petróleo disparou nesta sexta e os preços voltaram a se aproximar dos US$ 110. Na outra ponta, o ouro caiu mais de 2%. As Bolsas europeias despencaram. E Wall Street terminou o dia no vermelho.
Os dados, ao menos, não decepcionaram. A produção industrial nos EUA mostrou surpreendente força em abril, puxada por automóveis. O dado chegou justamente no último dia de Jerome Powell como presidente do Federal Reserve. A partir de agora, quem manda é Kevin Warsh.
No Brasil, ao contrário, os dados decepcionaram. Bastante. O setor de serviços perdeu 1,2%, em resultado bem pior do que o esperado.
A explicação é que o aumento do comprometimento de renda das famílias com o serviço da dívida continuou sendo um importante vetor negativo, limitando a demanda discricionária e impedindo uma expansão mais consistente do consumo de serviços. Por outro lado, foi lembrado que o mercado de trabalho segue robusto e, combinado ao aumento das transferências fiscais e medidas de estímulo, deve sustentar a demanda doméstica nos próximos meses.
Decepcionante foi o 1T26 dos grandes bancos. O lucro consolidado dos bancões privados caiu pela primeira vez em mais de 2 anos neste primeiro trimestre. Decepção também com Cyrela (CYRE3), que perdeu 0,18%, após um 1T26 com resultados abaixo das expectativas.