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Notícias de Hoje - 14/05/2026

Enviado: Qui Mai 14, 2026 9:41 pm
por Henri Dotto
- Índice de Small Caps (SMLL) encerra sessão com ganhos de 1,42%, aos 2.294,84 pontos
- Índice de BDRs (BDRX) termina com alta de 0,91%, aos 26.391,45 pontos
- Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerra pregão com mais 0,88%, aos 3.868,16 pontos

- Ibovespa: BBAS3 é a ação mais negociada do dia; confira a lista

Ativo | Negócios, Dia (%)
------------------------------
BBAS3 | 101.959, 0,00%
PETR4 | 100.343, 0,96%
ITUB4 | 52.075, 1,94%
ITSA4 | 47.173, 2,49%
VALE3 | 46.250, -1,70%

- Ibovespa: USIM5 é a maior alta do dia; veja as demais

Ativo | Dia (%), Valor (R$)
-------------------------------
USIM5 | 7,97%, R$9,89
CEAB3 | 5,84%, R$11,05
MRVE3 | 4,89%, R$6,43
CSNA3 | 4,71%, R$6,67
LREN3 | 4,41%, R$13,72

- Ibovespa: BRAP4 é a maior baixa do dia; veja a lista

Ativo | Dia (%), Valor (R$)
-------------------------------
BRAP4 | -1,72%, R$22,85
VALE3 | -1,70%, R$82,87
SLCE3 | -1,59%, R$17,34
YDUQ3 | -1,32%, R$9,74
EQTL3 | -1,15%, R$38,80

- DIs: juros futuros terminam dia com baixas por toda a curva

Ativo | Taxa (%), Variação (pp)
-------------------------------------
DI1F27 | 14,190%, -0,020
DI1F28 | 14,000%, -0,050
DI1F29 | 13,990%, -0,060
DI1F31 | 14,075%, -0,035
DI1F32 | 14,120%, -0,030
DI1F33 | 14,135%, -0,030
DI1F34 | 14,135%, -0,035
DI1F35 | 14,125%, -0,025

- Ibovespa termina com alta de 0,72%, aos 178.365,86 pontos
Máxima: 179.475,97
Mínima: 177.103,81
Diferença para a abertura: +1.267,57 pontos
Volume: R$ 30,20 bilhões

- Dólar comercial fecha com queda de 0,45% e volta a ficar abaixo dos R$ 5
Venda: R$ 4,986
Compra: R$ 4,985
Mínima: R$ 4,972
Máxima: R$ 5,029

- Principais índices em Nova York terminam sessão com ganhos consistentes; Dow volta aos 50 mil
Dow Jones 0,75%
S&P 500 0,77%
Nasdaq 0,88%

- Petróleo: Brent com vencimento em julho fecha dia com alta de 0,09%, a US$ 105,72
- Petróleo: WTI com vencimento em junho fecha dia com alta de 0,15%, a US$ 101,17

- Notícias de Hoje: o Ibovespa hoje recuperou parte do agora chamado “Flavio’s Day 2”, que derrubou a Bolsa em quase 2% na véspera. A alta de hoje foi de 0,72%, aos 178.365,86 pontos, um ganho de 1.267,57 pontos.
O real também voltou a se valorizar. O dólar comercial devolveu uma pequena parte dos ganhos da véspera e perdeu hoje 0,45%, a R$ 4,986, novamente abaixo dos R$ 5. Os DIs (juros futuros) voltaram a recuar por toda a curva.
Hoje teve a reunião entre Trump e Xi. Os presidentes Xi Jinping, da China, e Donald Trump, dos EUA, apertaram as mãos, como era de se esperar, e mostraram mais vontade de se entender do que de discordar, especialmente nos negócios, porque é sobre isso que se importam nesse momento, para depois cada um buscar seus próprios objetivos internos.
Xi Jinping saudou um ‘novo posicionamento’ dos laços com os EUA, que passou a prever a cooperação com ‌uma competição comedida. Trump respirou mais aliviado. A visita a Pequim ocorreu em um momento ‌em que a guerra contra o Irã está prejudicando os índices de aprovação interna do americano. Xi defendeu cooperação e “futuro brilhante” com EUA; Trump celebrou “laços duradouros”.
Eles ainda se desentendem em alguns pontos? Sim, especialmente na questão Taiwan, algo bastante sensível, mas os EUA buscam uma maior abertura da China, algo que Xi até acenou positivamente, embora o foco chinês seja doméstico.
No final das contas, Trump convidou Xi para uma visita à Casa Branca em setembro. O mundo sabe que, para isso de fato se concretizar, os dois países precisam continuar no tom amistoso dessa visita atual e colocarem o bom senso na frente de tudo.
As muitas fotos dos dois líderes de mãos dadas, sorrindo, conversando amistosamente, como velhos e bons amigos, serviram à peça de propaganda que queriam: os mercados gostaram do que viram e gostaram do que ouviram. Que a paz esteja convosco, só faltaram eles dizerem.
O Ibovespa subiu nesse clima igualmente. O que se viu na sessão de hoje foi tanto a paz resultante da correção de uma queda brusca, quanto um apanhado geral de nova rodada de balanços corporativos.
O grande nome da véspera na temporada de balanços foi o Banco do Brasil (BBAS3), que teve um dia de pouquíssima paz: começou com forte baixa, virou para positivo consistente e passou a ficar oscilante, para fechar literalmente no zero.
Com queda de 53% no lucro do 1T216 e corte nas projeções para 2026, o banco estatal sofre com a inadimplência do agronegócio. Agora, os analistas discutem se o preço baixo da ação compensa o risco atual.
A Petrobras (PETR4) acabou o dia com mais 0,96%, ganhando impulso não só com a leve alta do petróleo internacional, como com a tentativa do governo federal de pacificar os preços dos combustíveis no mercado interno.
CSN (CSNA3) e CSN Mineração (CMIN3) mostraram no trimestre resiliência operacional, mas caixa preocupou os investidores e as ações ficaram com respectivamente mais 4,71% e menos 1,04%. CVC (CVCB3) também teve queda ampla, com 11,27%, após balanço do 1T26 reverter lucro em prejuízo.
A semana termina com dados do setor de serviços no Brasil e produção industrial nos EUA.