Notícias de Hoje - 12/05/2026

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Henri Dotto
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Notícias de Hoje - 12/05/2026

Mensagem por Henri Dotto »

- Índice de Small Caps (SMLL) encerra sessão com perdas de 0,51%, aos 2.331,60 pontos
- Índice de BDRs (BDRX) termina com baixa de 0,52%, aos 25.272,22 pontos
- Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerra pregão com menos 0,09%, aos 3.865,24 pontos

- Ibovespa: PETR4 é a ação mais negociada do dia; confira a lista

Ativo | Negócios, Dia (%)
------------------------------
PETR4 | 88.415, -1,62%
ITUB4 | 64.936, -1,14%
HAPV3 | 41.902, 9,27%
SBSP3 | 41.650, -2,86%
ITSA4 | 41.520, -1,66%

- Ibovespa: BRKM5 é a maior alta do dia, com mais de 29%; veja a lista

Ativo | Dia (%), Valor (R$)
-------------------------------
BRKM5 | 29,02%, R$11,87
HAPV3 | 9,27%, R$12,50
DIRR3 | 3,50%, R$13,30
MGLU3 | 3,32%, R$7,16
SMFT3 | 1,75%, R$19,74

- Ibovespa: NATU3 é a maior baixa do dia; veja as demais

Ativo | Dia (%), Valor (R$)
-------------------------------
NATU3 | -5,62%, R$9,91
YDUQ3 | -4,03%, R$10,25
AZZA3 | -3,29%, R$19,40
CSAN3 | -3,22%, R$4,81
SBSP3 | -2,86%, R$29,55

- Ibovespa: PETR4 é a ação mais negociada do dia; confira a lista

Ativo | Negócios, Dia (%)
------------------------------
PETR4 | 88.415, -1,62%
ITUB4 | 64.936, -1,14%
HAPV3 | 41.902, 9,27%
SBSP3 | 41.650, -2,86%
ITSA4 | 41.520, -1,66%

- Ibovespa termina com queda de 0,86%, aos 180.342,33 pontos
Máxima: 181.896,57
Mínima: 179.938,70
Diferença para a abertura: -1.566,54 pontos
Volume: R$ 29,10 bilhões

- Dólar comercial fechou com alta de 0,09%
Venda: R$ 4,896
Compra: R$ 4,895
Mínima: R$ 4,889
Máxima: R$ 4,916

- Principais índices em Nova York terminam sessão de forma mista
Dow Jones 0,11%
S&P 500 -0,16%
Nasdaq -0,71%

- Petróleo: Brent com vencimento em julho fecha dia com alta de 3,42%, a US$ 107,77
- Petróleo: WTI com vencimento em junho fecha dia com alta de 4,19%, a US$ 102,1

- Notícias de Hoje: Hoje tivemos divulgações de dados da inflação, o que ajudou o Ibovespa a cair 0,86%, nesta terça-feira, aos 180.342,33 pontos, uma perda de 1.566,54 pontos. Na mínima, chegou aos 179.938,70 pontos.
O dia começou com um indício de que as previsões estavam corretas. Na Alemanha, o índice de preços ao consumidor subiu 0,6% na comparação com março e 2,9% na comparação anual.
Depois, veio a inflação brasileira. O IPCA de abril até desacelerou em relação a março (0,67% agora, de 0,88% um mês atrás), mas o acumulado subiu: 4,14% para 4,39%, novamente se aproximado no limite máximo da banda superior.
Leonardo Costa, economista do ASA, diz que “o resultado de abril, embora numericamente mais baixo que março, não traz alívio estrutural, a desaceleração se deveu em larga medida a fatores voláteis e pontuais, enquanto os componentes mais persistentes seguem pressionados, o que deve gerar preocupação para o Banco Central”. O IPCA de 2026, atualmente projetado em 5,0%, deve ser revisto para cima, bem como o IPCA de 2027, atualmente projetado em 4,0%, alertou.
“Os preços de serviços seguem bastante elevados e, pelo comportamento recente dos salários reais, não há indícios robustos de reversão da trajetória no curto prazo. Em suma, é um cenário bastante desafiador para a autoridade monetária”, disse diz José Alfaix, economista da Rio Bravo Investimentos.
Logo depois do IPCA, saiu o CPI (índice de preços ao consumidor, na sigla em inglês) de abril nos EUA e o resultado não foi diferente de Alemanha e Brasil: mais 0,6%, no maior patamar anual em quase três anos. Assim como na nossa inflação, a dos norte-americanos também veio mais baixa do que o mês anterior, porém mais disseminada.
Nickolas Lobo, especialista em investimentos da Nomad, viu os números indicando que as pressões inflacionárias estão se dispersando por diversas categorias, indo além do choque energético – o que é natural considerando que energia pode gerar um impacto indireto em outros setores e componentes. Os analistas agora, não enxergam cortes de juros tão cedo.
Trump, por outro lado, diz que não tem pressa em finalizar a guerra com o Irã. Questionado para esclarecer que não estava considerando o impacto financeiro da guerra sobre os americanos, Trump reiterou que impedir o Irã de ter uma arma nuclear é “a coisa mais importante, de longe, incluindo se o nosso mercado de ações – que, aliás, está em um recorde histórico – subir ou descer um pouco, a coisa mais importante de longe é que o Irã não pode ter uma arma nuclear”. Trump acrescentou que os americanos ainda “entenderão” a importância da guerra.
Sua próxima batalha é na China, para onde ele embarca amanhã. Tudo isso enquanto sua desaprovação se eleva e as eleições de meio de mandato se aproximam.
O petróleo, para complicar tudo, voltou a subir forte e encostar nos US$ 110. O ouro terminou o dia em queda. O dólar comercial começou subindo, chegou a virar, mas fechou com alta curtíssima, mais 0,09%, a R$ 4,896; e os DIs (juros futuros) subiram novamente por toda a curva.
Ainda na temporada de balanços, a Petrobras (PETR4) soltou seu balanço na noite anterior e hoje as ações caíram 1,62%. Isso porque o resultado veio abaixo do esperado, além da questão dos dividendos. A empresa vê possibilidade muito baixa de dividendos extraordinários em 2026.
Hapvida (HAPV3) foi uma das grandes surpresas positivas do dia, após balanço do 1T26. A ação disparou quentes 9,27%, mesmo com cenário sendo considerado desafiador. A outra foi Braskem (BRKM5), que acelerou 29,02%, com elevação de recomendação.
Por outro lado, Natura (NATU3) desabou 5,62%, com balanço fraco e abaixo das projeções. Azzas 2154 (AZZA3) perdeu 3,29%, ao ser surpreendida com ação judicial de acionista.
Amanhã, é dia de dados do varejo no Brasil, preços ao produtor nos EUA, estoques de petróleo nos EUA e produção industrial na zona do euro.
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