- Índice de Small Caps (SMLL) encerra sessão com perdas de 1,91%, aos 2.327,00 pontos
- Índice de BDRs (BDRX) termina com alta de 0,22%, aos 24.693,68 pontos
- Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerra pregão com mais 0,06%, aos 3.927,12 pontos
- Ibovespa: VALE3 é a ação mais negociada do dia; confira a lista
Ativo | Negócios, Dia (%)
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VALE3 | 74.699, -5,87%
PETR4 | 59.538, 3,03%
WEGE3 | 48.494, -6,75%
BBAS3 | 41.497, -3,68%
B3SA3 | 37.088, -3,51%
- Ibovespa: BRKM5 é a maior alta do dia; veja a lista
Ativo | Dia (%), Valor (R$)
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BRKM5 | 5,55%, R$8,94
HYPE3 | 3,27%, R$22,73
PETR3 | 3,16%, R$54,47
PRIO3 | 3,07%, R$66,38
PETR4 | 3,03%, R$48,96
- Ibovespa: WEGE3 é a maior baixa do dia; veja as demais
Ativo | Dia (%), Valor (R$)
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WEGE3 | -6,75%, R$44,10
VALE3 | -5,87%, R$79,44
MGLU3 | -5,39%, R$8,08
COGN3 | -5,19%, R$2,74
BRAP4 | -4,64%, R$22,61
- DIs: juros futuros terminam dia com altas por toda a curva
Ativo | Taxa (%), Variação (pp)
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DI1F27 | 14,205 0,090
DI1F28 | 13,950 0,225
DI1F29 | 13,845 0,265
DI1F31 | 13,835 0,250
DI1F32 | 13,860 0,245
DI1F33 | 13,875 0,245
DI1F34 | 13,870 0,250
DI1F35 | 13,840 0,220
- Ibovespa termina com baixa de 2,05%, aos 184.750,42 pontos
Máxima: 188.709,96
Mínima: 184.504,18
Diferença para a abertura: -3.868,27 pontos
Volume: R$ 28,90 bilhões
- Dólar comercial fecha com alta de 0,40%, valendo R$ 5,001
Venda: R$ 5,001
Compra: R$ 5,001
Mínima: R$ 4,979
Máxima: R$ 5,013
- Principais índices em Nova York terminam sessão de forma mista e sem força
Dow Jones -0,57%
S&P 500 -0,04%
Nasdaq 0,04%
- Petróleo: Brent com vencimento em junho fecha dia com alta de 6,08%, a US$ 118,03
- Petróleo: WTI com vencimento em junho fecha dia com alta de 6,95%, a US$ 106,88
- Notícias de Hoje: O Ibovespa amargou a sexta derrota seguida, com um tombo de 2,05%, aos 184.750,42 pontos, baixa de 3.868,27 pontos. É a maior queda desde os 2,25% de 20 de março.
O dólar comercial subiu 0,40%, a R$ 5,001, depois de três dias de baixas curtas. Os DIs (juros futuros) subiram com amplitude por toda a curva.
A guerra da Rússia na Ucrânia já dura quatro anos e alguns meses. A do Irã, que o governo Trump havia prometido ser rápida, completa hoje exatos 60 dias. Essa demora gera incerteza.
Hoje, os EUA rejeitaram a proposta do Irã para reabrir o Estreito de Ormuz. O petróleo, por isso, hoje disparou e encostou nos US$ 120. O ouro terminou novamente em queda.
Os principais índices em Nova York acabaram a sessão sem se descolar muito da estabilidade.
Hoje também chegou ao fim Jerome Powell no comando do Federal Reserve, a autoridade monetária dos EUA teve pouco a acrescentar. O Fed manteve, como esperado, as taxas de juros no mesmo patamar. Foi uma decisão com quatro votos divergentes, a maior divergência desde 1992. E, na entrevista coletiva, Powell pouco adicionou, limitando-se a falar sobre seu futuro no Fed ou sobre a independência da instituição, que está “sob risco”.
Powell encerra seu ciclo deixando a política monetária em zona neutra, com a bola para o sucessor, Kevin Warsh, que entra em cena em um contexto de pressão política do governo Trump por juros mais baixos e maior coordenação com o Tesouro”.
Vale lembrar que hoje também começam a sair os resultados das big techs e toda cautela é pouca.
Hoje, após o fechamento do mercado, o Banco Central brasileiro decide por provavelmente mais um corte de 0,25 pp na taxa, mas ainda a deixando um nível alto, com 14,50%.
O Ibovespa sofreu também porque um nome puxou o índice para baixo. Ninguém menos que a Vale (VALE3) divulgou ontem seu balanço do 1T26 e baixa foi de profundos 5,87%. Investidores acharam que os custos pesaram, apesar do lucro maior. Mas teve banco que achou que a reação do mercado foi “exagerada”.
Os bancos também ancoraram o índice no fundo. Santander (SANB11), que divulgou balanço antes da abertura do mercado, desceu 2,65%, na mínima do dia. O banco frustrou no 1T26, com alta inadimplência. Bradesco (BBDC4) caiu 2,35%, Itaú Unibanco (ITUB4) desceu 2,79% e BB (BBAS3) foi mais longe, caiu 3,68%.
WEG (WEGE3) também foi motorzinho dessa baixa: uma queda de 6,75%, após desaceleração no trimestre e mercado enxergando a ação como cara.
Foi Petrobras (PETR4) que impediu um desastre maior do IBOV: alta de 3,03%, acompanhando ao avanço do petróleo internacional.
Amanhã teremos dados de taxa de desemprego no Brasil; inflação PCE e PIB do 1T26 nos EUA e na zona do euro; além dos resultados das big techs.
Notícias de Hoje - 29/04/2026
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Henri Dotto
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