Notícias de Hoje - 14/04/2026
Enviado: Qua Abr 15, 2026 2:35 am
- Índice de Small Caps (SMLL) encerra sessão com ganhos de 0,76%, aos 2.558,16 pontos
- Índice de BDRs (BDRX) termina com alta de 1,76%, aos 23.905,73 pontos
- Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerra pregão com mais 0,03%, aos 3.904,60 pontos
- Maiores altas do Ibovespa:
Ativo | Variação do dia
-----------------------------
COGN3 | +4,79%
RENT4 | +4,67%
RENT3 | +4,47%
RAIL3 | +4,19%
MBRF3 | +4,14%
- Maiores baixas do Ibovespa:
Ativo | Variação do dia
-----------------------------
PETR3 | -4,44%
PETR4 | -3,82%
BRKM5 | -2,58%
PRIO3 | -2,57%
PSSA3 | -2,35%
- Ibovespa termina com alta de 0,33%, aos 198.657,33 pontos, maior patamar de fechamento da história
Máxima: 199.354,81 (máxima histórica)
Mínima: 198.001,48
Diferença para a abertura: +656,62 pontos
Volume: R$ 32,90 bilhões
- Dólar comercial fecha com queda de 0,07%, ainda abaixo dos R$ 5
Venda: R$ 4,993
Compra: R$ 4,993
Mínima: R$ 4,972
Máxima: R$ 4,996
- Principais índices em Nova York fecham dia com novos ganhos contundentes
Dow Jones 0,66%
S&P 500 1,18%
Nasdaq 1,96%
- Petróleo: Brent com vencimento em junho fecha dia com baixa de 4,60%, a US$ 94,79
- Petróleo: WTI com vencimento em maio fecha dia com baixa de 7,87%, a US$ 91,28
- Notícias de Hoje: Ibovespa hoje subiu 0,33%, aos 198.657,33 pontos, uma alta quentinha de 656,62 pontos. Este é o maior patamar de fechamento da história, superando a marca da véspera, quando bateu 198.000,71 pontos, é o 5º recorde de fechamento seguido e a 11ª alta consecutiva, ainda perdendo para as 15 altas em sequência entre 22 de outubro e 11 de novembro de 2025.
O dólar perdeu mais 0,07%, a R$ 4,993, embora afastado da mínima, que foi de R$ 4,972. Especialistas dizem que há espaço para buscar a barreira dos R$ 4,90.
Os juros futuros (DIs) terminaram o dia com predominância de baixas ao longo da curva.
“O conflito entrou em um ponto de inflexão relevante, com caminhos abertos tanto para uma escalada quanto para um acordo no curto prazo”, apontou o Bradesco BBI. Se os mercados ficaram reféns das negociações diplomáticas entre Irã e EUA, o blend mais palatável até aqui é mesmo o otimismo.
As Bolsas na Europa subiram forte e atingiram uma máxima de um mês. Os principais índices em Wall Street ganharam com tranquilidade nesta sessão. O ouro igualmente subiu, com um dólar mais fraco. O petróleo perdeu temperatura e amargou baixas amplas, o que contribuiu bastante para o sabor da vitória nas bolsas globais.
Dados mostram que, embora os EUA lambam os beiços e digam aos quatro cantos que bloqueiam as passagem antes de Ormuz, o tráfego segue naquelas águas. Em tese, uma boa notícia, mas por outro lado destaca que os EUA têm pouca gerência sobre o que acontece na região, ao contrário do que afirma a maior potência do mundo.
Além disso, informações divulgadas pelo Wall Street Journal indicam que Teerã se antecipou e montou, nas últimas semanas, uma reserva expressiva da commodity fora do Golfo Pérsico, o que pode garantir resistência “por semanas ou até meses”.
De toda forma, o Irã acena de fato com a viabilidade de novas conversas com os EUA. Tais impactos não foram sentidos ainda tão fortemente nos EUA. A inflação de custos ao produtor, o PPI, subiu menos do que o esperado em março, o que é uma deliciosa notícia para o governo Trump. No Brasil, o governo anunciou novas ações para mitigar os efeitos amargos nos preços dos combustíveis. O país trabalha para alcançar a autossuficiência na produção de óleo diesel, diante da dependência atual de cerca de 30% de importações.
Dado divulgado hoje mostrou que o volume do setor de serviços do Brasil cresceu 0,1% em relação a janeiro e teve alta de 0,5% na comparação com o mesmo mês do ano anterior, números abaixo da expectativa. É um setor-chave esfriando e perdendo o gosto por impulsionar o PIB.
- Índice de BDRs (BDRX) termina com alta de 1,76%, aos 23.905,73 pontos
- Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerra pregão com mais 0,03%, aos 3.904,60 pontos
- Maiores altas do Ibovespa:
Ativo | Variação do dia
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COGN3 | +4,79%
RENT4 | +4,67%
RENT3 | +4,47%
RAIL3 | +4,19%
MBRF3 | +4,14%
- Maiores baixas do Ibovespa:
Ativo | Variação do dia
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PETR3 | -4,44%
PETR4 | -3,82%
BRKM5 | -2,58%
PRIO3 | -2,57%
PSSA3 | -2,35%
- Ibovespa termina com alta de 0,33%, aos 198.657,33 pontos, maior patamar de fechamento da história
Máxima: 199.354,81 (máxima histórica)
Mínima: 198.001,48
Diferença para a abertura: +656,62 pontos
Volume: R$ 32,90 bilhões
- Dólar comercial fecha com queda de 0,07%, ainda abaixo dos R$ 5
Venda: R$ 4,993
Compra: R$ 4,993
Mínima: R$ 4,972
Máxima: R$ 4,996
- Principais índices em Nova York fecham dia com novos ganhos contundentes
Dow Jones 0,66%
S&P 500 1,18%
Nasdaq 1,96%
- Petróleo: Brent com vencimento em junho fecha dia com baixa de 4,60%, a US$ 94,79
- Petróleo: WTI com vencimento em maio fecha dia com baixa de 7,87%, a US$ 91,28
- Notícias de Hoje: Ibovespa hoje subiu 0,33%, aos 198.657,33 pontos, uma alta quentinha de 656,62 pontos. Este é o maior patamar de fechamento da história, superando a marca da véspera, quando bateu 198.000,71 pontos, é o 5º recorde de fechamento seguido e a 11ª alta consecutiva, ainda perdendo para as 15 altas em sequência entre 22 de outubro e 11 de novembro de 2025.
O dólar perdeu mais 0,07%, a R$ 4,993, embora afastado da mínima, que foi de R$ 4,972. Especialistas dizem que há espaço para buscar a barreira dos R$ 4,90.
Os juros futuros (DIs) terminaram o dia com predominância de baixas ao longo da curva.
“O conflito entrou em um ponto de inflexão relevante, com caminhos abertos tanto para uma escalada quanto para um acordo no curto prazo”, apontou o Bradesco BBI. Se os mercados ficaram reféns das negociações diplomáticas entre Irã e EUA, o blend mais palatável até aqui é mesmo o otimismo.
As Bolsas na Europa subiram forte e atingiram uma máxima de um mês. Os principais índices em Wall Street ganharam com tranquilidade nesta sessão. O ouro igualmente subiu, com um dólar mais fraco. O petróleo perdeu temperatura e amargou baixas amplas, o que contribuiu bastante para o sabor da vitória nas bolsas globais.
Dados mostram que, embora os EUA lambam os beiços e digam aos quatro cantos que bloqueiam as passagem antes de Ormuz, o tráfego segue naquelas águas. Em tese, uma boa notícia, mas por outro lado destaca que os EUA têm pouca gerência sobre o que acontece na região, ao contrário do que afirma a maior potência do mundo.
Além disso, informações divulgadas pelo Wall Street Journal indicam que Teerã se antecipou e montou, nas últimas semanas, uma reserva expressiva da commodity fora do Golfo Pérsico, o que pode garantir resistência “por semanas ou até meses”.
De toda forma, o Irã acena de fato com a viabilidade de novas conversas com os EUA. Tais impactos não foram sentidos ainda tão fortemente nos EUA. A inflação de custos ao produtor, o PPI, subiu menos do que o esperado em março, o que é uma deliciosa notícia para o governo Trump. No Brasil, o governo anunciou novas ações para mitigar os efeitos amargos nos preços dos combustíveis. O país trabalha para alcançar a autossuficiência na produção de óleo diesel, diante da dependência atual de cerca de 30% de importações.
Dado divulgado hoje mostrou que o volume do setor de serviços do Brasil cresceu 0,1% em relação a janeiro e teve alta de 0,5% na comparação com o mesmo mês do ano anterior, números abaixo da expectativa. É um setor-chave esfriando e perdendo o gosto por impulsionar o PIB.