Notícias de Hoje - 30/03/2026
Enviado: Seg Mar 30, 2026 11:27 pm
- Índice de Small Caps (SMLL) encerra sessão com ganhos de 0,39%, aos 2.341,26 pontos
- Índice de BDRs (BDRX) termina com baixa de 0,30%, aos 22.442,59 pontos
- Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerra pregão com menos 0,19%, aos 3.861,25 pontos
- Ibovespa: LREN3 é a maior baixa do dia; veja as demais
Ativo | Dia (%), Valor (R$)
--------------------------------
LREN3 | -4,70%, R$14,19
CEAB3 | -4,33%, R$11,48
VAMO3 | -3,71%, R$3,63
VIVA3 | -2,14%, R$25,20
BBAS3 | -1,15%, R$22,40
- Ibovespa: YDUQ3 é a maior alta do dia; veja a lista
Ativo | Dia (%), Valor (R$)
--------------------------------
YDUQ3 | 3,76%, R$11,59
WEGE3 | 3,46%, R$49,05
BRAV3 | 2,97%, R$20,14
RECV3 | 2,72%, R$13,95
CYRE4 | 2,72%, R$24,14
- Ibovespa: PETR4 é a ação mais negociada do dia; confira a lista
Ativo | Negócios, Dia (%)
-------------------------------
PETR4 | 75.157, 0,53%
ITUB4 | 42.977, 0,36%
BBDC4 | 42.472, -0,27%
B3SA3 | 38.893, -0,99%
PRIO3 | 35.419, 1,81%
- DIs: juros futuros terminam dia com baixas por toda a curva
Ativo | Taxa (%), Variação (pp)
-------------------------------------
DI1F27 | 14,285%, -0,110
DI1F28 | 14,090%, -0,110
DI1F29 | 14,025%, -0,090
DI1F31 | 14,095%, -0,055
DI1F32 | 14,135%, -0,050
DI1F33 | 14,140%, -0,050
DI1F34 | 14,130%, -0,050
DI1F35 | 14,115%, -0,030
- Ibovespa termina com alta de 0,53%, aos 182.514,20 pontos
Máxima: 184.414,18
Mínima: 181.559,49
Diferença para a abertura: +957,44 pontos
Volume: R$ 25,50 bilhões
- Dólar comercial fecha com alta de 0,12%
Venda: R$ 5,248
Compra: R$ 5,247
Mínima: R$ 5,224
Máxima: R$ 5,267
- Principais índices em Nova York fecham dia de forma mista
Dow Jones 0,11%
S&P 500 -0,39%
Nasdaq -0,73%
- Petróleo: Brent com vencimento em maio fecha dia com alta de 0,19%, a US$ 112,78
- Petróleo: WTI com vencimento em maio fecha dia com alta de 3,25%, a US$ 102,88
- Notícias de Hoje: O otimismo foi renovado nesta segunda-feira e o Ibovespa fechou com alta de 0,53%, aos 182.514,20 pontos, um ganho de 957,44 pontos.
Esse otimismo foi elevado por novas declarações da Casa Branca sobre o avanço nas negociações com o Irã: “o que é dito publicamente é, obviamente, muito diferente do que está sendo comunicado a nós em particular”, disse Karoline Leavitt, a assessora de imprensa do governo dos EUA. O Irã chamou as propostas de paz de irrealistas e intensificou os ataques com mísseis.
Os EUA ameaçam destruir poços de petróleo e a Ilha Kharg se o Irã não reabrir o Estrito de Ormuz. Os persas, por sua vez, parecem estar adorando isso tudo: o país está vendendo petróleo na mesma quantidade e mais caro agora do que um ano atrás. O controle iraniano sobre o Estreito de Ormuz está mais firme do que nunca após um mês de conflitos. Sobrou para os europeus, sempre tementes aos EUA: o governo Trump voltou a criticar a OTAN e ameaçou rever a Aliança após a guerra.
Os principais índices nos EUA se animaram e de desencorajaram na mesma medida com as notícias e os principais índices terminaram em baixa, com apenas o Dow Jones conseguindo uma leve salvação. O petróleo voltou a subir, com as duas referências globais acima dos US$ 100.
O real também não resistiu: dólar comercial subiu 0,12%, a R$ 5,248. Já os DIs (juros futuros) terminaram em queda por toda a curva.
O Boletim Focus desta semana já incorporou a desesperança: a projeção de IPCA para 2026 passou de 4,17% para 4,31%, mas abaixo do teto da meta.
O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, disse que choques de oferta como o observado neste momento provavelmente pressionam a inflação para cima e a atividade econômica para baixo. Segundo ele, a autarquia sempre reagirá de forma a reduzir o peso de posições “mais extremadas” observadas em certos momentos no mercado. Mas ele lembra: BC é mais transatlântico do que jet-ski e “não faz movimentos bruscos”.
Já o ainda presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, falou hoje que o Fed está “bem posicionado” para “esperar e ver” como a guerra afetará a economia. Ou seja, também nada de movimentos bruscos.
Powell também disse que a dívida pública dos EUA não é insustentável, mas trajetória preocupa. E guerras não custam pouco. Por ora, a confiança do Fed é de que as expectativas de inflação estão bem ancoradas, mas essa crença sofreu abalos.
- Índice de BDRs (BDRX) termina com baixa de 0,30%, aos 22.442,59 pontos
- Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerra pregão com menos 0,19%, aos 3.861,25 pontos
- Ibovespa: LREN3 é a maior baixa do dia; veja as demais
Ativo | Dia (%), Valor (R$)
--------------------------------
LREN3 | -4,70%, R$14,19
CEAB3 | -4,33%, R$11,48
VAMO3 | -3,71%, R$3,63
VIVA3 | -2,14%, R$25,20
BBAS3 | -1,15%, R$22,40
- Ibovespa: YDUQ3 é a maior alta do dia; veja a lista
Ativo | Dia (%), Valor (R$)
--------------------------------
YDUQ3 | 3,76%, R$11,59
WEGE3 | 3,46%, R$49,05
BRAV3 | 2,97%, R$20,14
RECV3 | 2,72%, R$13,95
CYRE4 | 2,72%, R$24,14
- Ibovespa: PETR4 é a ação mais negociada do dia; confira a lista
Ativo | Negócios, Dia (%)
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PETR4 | 75.157, 0,53%
ITUB4 | 42.977, 0,36%
BBDC4 | 42.472, -0,27%
B3SA3 | 38.893, -0,99%
PRIO3 | 35.419, 1,81%
- DIs: juros futuros terminam dia com baixas por toda a curva
Ativo | Taxa (%), Variação (pp)
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DI1F27 | 14,285%, -0,110
DI1F28 | 14,090%, -0,110
DI1F29 | 14,025%, -0,090
DI1F31 | 14,095%, -0,055
DI1F32 | 14,135%, -0,050
DI1F33 | 14,140%, -0,050
DI1F34 | 14,130%, -0,050
DI1F35 | 14,115%, -0,030
- Ibovespa termina com alta de 0,53%, aos 182.514,20 pontos
Máxima: 184.414,18
Mínima: 181.559,49
Diferença para a abertura: +957,44 pontos
Volume: R$ 25,50 bilhões
- Dólar comercial fecha com alta de 0,12%
Venda: R$ 5,248
Compra: R$ 5,247
Mínima: R$ 5,224
Máxima: R$ 5,267
- Principais índices em Nova York fecham dia de forma mista
Dow Jones 0,11%
S&P 500 -0,39%
Nasdaq -0,73%
- Petróleo: Brent com vencimento em maio fecha dia com alta de 0,19%, a US$ 112,78
- Petróleo: WTI com vencimento em maio fecha dia com alta de 3,25%, a US$ 102,88
- Notícias de Hoje: O otimismo foi renovado nesta segunda-feira e o Ibovespa fechou com alta de 0,53%, aos 182.514,20 pontos, um ganho de 957,44 pontos.
Esse otimismo foi elevado por novas declarações da Casa Branca sobre o avanço nas negociações com o Irã: “o que é dito publicamente é, obviamente, muito diferente do que está sendo comunicado a nós em particular”, disse Karoline Leavitt, a assessora de imprensa do governo dos EUA. O Irã chamou as propostas de paz de irrealistas e intensificou os ataques com mísseis.
Os EUA ameaçam destruir poços de petróleo e a Ilha Kharg se o Irã não reabrir o Estrito de Ormuz. Os persas, por sua vez, parecem estar adorando isso tudo: o país está vendendo petróleo na mesma quantidade e mais caro agora do que um ano atrás. O controle iraniano sobre o Estreito de Ormuz está mais firme do que nunca após um mês de conflitos. Sobrou para os europeus, sempre tementes aos EUA: o governo Trump voltou a criticar a OTAN e ameaçou rever a Aliança após a guerra.
Os principais índices nos EUA se animaram e de desencorajaram na mesma medida com as notícias e os principais índices terminaram em baixa, com apenas o Dow Jones conseguindo uma leve salvação. O petróleo voltou a subir, com as duas referências globais acima dos US$ 100.
O real também não resistiu: dólar comercial subiu 0,12%, a R$ 5,248. Já os DIs (juros futuros) terminaram em queda por toda a curva.
O Boletim Focus desta semana já incorporou a desesperança: a projeção de IPCA para 2026 passou de 4,17% para 4,31%, mas abaixo do teto da meta.
O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, disse que choques de oferta como o observado neste momento provavelmente pressionam a inflação para cima e a atividade econômica para baixo. Segundo ele, a autarquia sempre reagirá de forma a reduzir o peso de posições “mais extremadas” observadas em certos momentos no mercado. Mas ele lembra: BC é mais transatlântico do que jet-ski e “não faz movimentos bruscos”.
Já o ainda presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, falou hoje que o Fed está “bem posicionado” para “esperar e ver” como a guerra afetará a economia. Ou seja, também nada de movimentos bruscos.
Powell também disse que a dívida pública dos EUA não é insustentável, mas trajetória preocupa. E guerras não custam pouco. Por ora, a confiança do Fed é de que as expectativas de inflação estão bem ancoradas, mas essa crença sofreu abalos.