Notícias de Hoje - 27/03/2026
Enviado: Sex Mar 27, 2026 10:09 pm
- Índice de Small Caps (SMLL) encerra sessão com perdas de 1,68%, aos 2.332,07 pontos; semana acaba com alta de 3,03%
- Índice de BDRs (BDRX) termina com baixa de 1,99%, aos 22.510,58 pontos; semana fecha com baixa de 3,78%
- Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerra pregão com mais 0,31%, aos 3.868,61 pontos; semana termina com alta de 0,18%
- Ibovespa: BRKM5 é a maior baixa do dia; veja as demais
Ativo | Dia (%), Valor (R$)
--------------------------------
BRKM5 | -10,84%, R$9,05
CYRE4 | -6,56%, R$23,50
CYRE3 | -5,54%, R$25,93
MRVE3 | -4,61%, R$7,66
CURY3 | -4,56%, R$33,93
- Ibovespa: MBRF3 é a maior alta do dia; veja a lista
Ativo | Dia (%), Valor (R$)
--------------------------------
MBRF3 | 6,07%, R$21,83
ASAI3 | 5,85%, R$8,69
PRIO3 | 3,00%, R$70,82
PETR4 | 2,89%, R$49,41
RECV3 | 2,11%, R$13,58
- Ibovespa: PETR4 é a ação mais negociada do dia novamente; confira a lista
Ativo | Negócios, Dia (%)
-------------------------------
PETR4 | 64.233, 2,89%
B3SA3 | 43.967, -3,15%
PRIO3 | 42.214, 3,00%
BPAC11 | 38.034, -3,03%
ITUB4 | 37.950, -1,17%
- DIs: juros futuros terminam dia com altas por toda a curva
Ativo | Taxa (%), Variação (pp)
--------------------------------------
DI1F27 | 14,395%, 0,075
DI1F28 | 14,200%, 0,085
DI1F29 | 14,115%, 0,030
DI1F31 | 14,150%, 0,000
DI1F32 | 14,185%, 0,005
DI1F33 | 14,190%, 0,015
DI1F34 | 14,180%, 0,015
DI1F35 | 14,145%, 0,015
- Ibovespa termina com queda de 0,64%, aos 181.556,76 pontos
Máxima: 183.350,70
Mínima: 180.976,16
Diferença para a abertura: -1.175,91 pontos
Volume: R$ 25,90 bilhões
- Dólar comercial fecha com queda de 0,33%
Venda: R$ 5,240
Compra: R$ 5,239
Mínima: R$ 5,218
Máxima: R$ 5,279
- Principais índices em Nova York fecham dia com perdas
Dow Jones -1,72%
S&P 500 -1,67%
Nasdaq -2,15%
- Petróleo: Brent com vencimento em maio fecha dia com alta de 4,22%, a US$ 112,57
- Petróleo: WTI com vencimento em maio fecha dia com alta de 5,46%, a US$ 99,64
- Notícias de Hoje: Não há muito o que comemorar, como se vê nas manchetes dos jornais. Amanhã, sábado, a guerra contra o Irã, iniciada pelos EUA e Israel, completa exato um mês. Não há perspectiva pela frente.
Apesar disso tudo, esta foi a primeira semana desde o início do conflito que o Ibovespa teve uma semana positiva: mais 3,03%, embora hoje, sexta-feira, ter encerrado com menos 0,64%, aos 181.556,76 pontos, uma perda de 1.175,91 pontos.
Um mês depois, mesmo com tanta incerteza, o mercado tenta se acomodar, mas há indícios claros da dificuldade disso. O real, por exemplo, hoje conseguiu nova valorização, com o dólar comercial caindo 0,28%, a R$ 5,241, mas o câmbio vem alternando altas e baixas há quase dez sessões. Os DIs (juros futuros) oscilaram e também não conseguem se firmar em um caminho.
Em Wall Street, nova queda ampla dos principais índices, que têm mostrado uma tendência mais negativa. Na Europa, os mercadores viram prevalecer as perdas, com medo de estagflação.
A única tendência inabalável é mesmo o petróleo, que subiu novamente de forma ampla e o Brent segue acima dos US$ 110. A expectativa que domina é por uma guerra prolongada.
Os EUA sinalizaram a aliados que não há planos imediatos de enviar tropas terrestres para o conflito. Ao mesmo tempo, o Pentágono reforça a ideia de enviar mais contingente. O governo Trump só consegue confirmar factualmente a destruição de um terço do arsenal de mísseis do Irã. Os persas seguem dominando o Estreito de Ormuz, determinando quais navios podem ou não passar.
No Brasil, embora a inflação seja um ponto de alerta, como em todos os países, o tempo parece menos nebuloso: mesmo com o início mais lento da queda de juros do que o esperado, com um corte de 0,25 ponto, a 14,75% ao ano, o país segue sendo uma das poucas grandes economias em processo de corte de juros.
O mercado dedica atenção ao mercado de trabalho, que segue robusto e resiliente no governo Lula. No trimestre terminado em fevereiro, até houve aumento, para 5,8%, mas na comparação dessazonalizada, a queda é grande.
É uma semana, pelo menos, que oferece uma agenda de indicadores mais robusta, especialmente para o mercado de trabalho: tem Caged (segunda-feira), JOLTs (terça-feira), ADP (quarta-feira) e payroll (sexta-feira). No Brasil, ainda sai a produção industrial de fevereiro (quinta-feira).
- Índice de BDRs (BDRX) termina com baixa de 1,99%, aos 22.510,58 pontos; semana fecha com baixa de 3,78%
- Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerra pregão com mais 0,31%, aos 3.868,61 pontos; semana termina com alta de 0,18%
- Ibovespa: BRKM5 é a maior baixa do dia; veja as demais
Ativo | Dia (%), Valor (R$)
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BRKM5 | -10,84%, R$9,05
CYRE4 | -6,56%, R$23,50
CYRE3 | -5,54%, R$25,93
MRVE3 | -4,61%, R$7,66
CURY3 | -4,56%, R$33,93
- Ibovespa: MBRF3 é a maior alta do dia; veja a lista
Ativo | Dia (%), Valor (R$)
--------------------------------
MBRF3 | 6,07%, R$21,83
ASAI3 | 5,85%, R$8,69
PRIO3 | 3,00%, R$70,82
PETR4 | 2,89%, R$49,41
RECV3 | 2,11%, R$13,58
- Ibovespa: PETR4 é a ação mais negociada do dia novamente; confira a lista
Ativo | Negócios, Dia (%)
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PETR4 | 64.233, 2,89%
B3SA3 | 43.967, -3,15%
PRIO3 | 42.214, 3,00%
BPAC11 | 38.034, -3,03%
ITUB4 | 37.950, -1,17%
- DIs: juros futuros terminam dia com altas por toda a curva
Ativo | Taxa (%), Variação (pp)
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DI1F27 | 14,395%, 0,075
DI1F28 | 14,200%, 0,085
DI1F29 | 14,115%, 0,030
DI1F31 | 14,150%, 0,000
DI1F32 | 14,185%, 0,005
DI1F33 | 14,190%, 0,015
DI1F34 | 14,180%, 0,015
DI1F35 | 14,145%, 0,015
- Ibovespa termina com queda de 0,64%, aos 181.556,76 pontos
Máxima: 183.350,70
Mínima: 180.976,16
Diferença para a abertura: -1.175,91 pontos
Volume: R$ 25,90 bilhões
- Dólar comercial fecha com queda de 0,33%
Venda: R$ 5,240
Compra: R$ 5,239
Mínima: R$ 5,218
Máxima: R$ 5,279
- Principais índices em Nova York fecham dia com perdas
Dow Jones -1,72%
S&P 500 -1,67%
Nasdaq -2,15%
- Petróleo: Brent com vencimento em maio fecha dia com alta de 4,22%, a US$ 112,57
- Petróleo: WTI com vencimento em maio fecha dia com alta de 5,46%, a US$ 99,64
- Notícias de Hoje: Não há muito o que comemorar, como se vê nas manchetes dos jornais. Amanhã, sábado, a guerra contra o Irã, iniciada pelos EUA e Israel, completa exato um mês. Não há perspectiva pela frente.
Apesar disso tudo, esta foi a primeira semana desde o início do conflito que o Ibovespa teve uma semana positiva: mais 3,03%, embora hoje, sexta-feira, ter encerrado com menos 0,64%, aos 181.556,76 pontos, uma perda de 1.175,91 pontos.
Um mês depois, mesmo com tanta incerteza, o mercado tenta se acomodar, mas há indícios claros da dificuldade disso. O real, por exemplo, hoje conseguiu nova valorização, com o dólar comercial caindo 0,28%, a R$ 5,241, mas o câmbio vem alternando altas e baixas há quase dez sessões. Os DIs (juros futuros) oscilaram e também não conseguem se firmar em um caminho.
Em Wall Street, nova queda ampla dos principais índices, que têm mostrado uma tendência mais negativa. Na Europa, os mercadores viram prevalecer as perdas, com medo de estagflação.
A única tendência inabalável é mesmo o petróleo, que subiu novamente de forma ampla e o Brent segue acima dos US$ 110. A expectativa que domina é por uma guerra prolongada.
Os EUA sinalizaram a aliados que não há planos imediatos de enviar tropas terrestres para o conflito. Ao mesmo tempo, o Pentágono reforça a ideia de enviar mais contingente. O governo Trump só consegue confirmar factualmente a destruição de um terço do arsenal de mísseis do Irã. Os persas seguem dominando o Estreito de Ormuz, determinando quais navios podem ou não passar.
No Brasil, embora a inflação seja um ponto de alerta, como em todos os países, o tempo parece menos nebuloso: mesmo com o início mais lento da queda de juros do que o esperado, com um corte de 0,25 ponto, a 14,75% ao ano, o país segue sendo uma das poucas grandes economias em processo de corte de juros.
O mercado dedica atenção ao mercado de trabalho, que segue robusto e resiliente no governo Lula. No trimestre terminado em fevereiro, até houve aumento, para 5,8%, mas na comparação dessazonalizada, a queda é grande.
É uma semana, pelo menos, que oferece uma agenda de indicadores mais robusta, especialmente para o mercado de trabalho: tem Caged (segunda-feira), JOLTs (terça-feira), ADP (quarta-feira) e payroll (sexta-feira). No Brasil, ainda sai a produção industrial de fevereiro (quinta-feira).