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Notícias de Hoje - 25/03/2026

Enviado: Qui Mar 26, 2026 12:39 am
por Henri Dotto
- Índice de Small Caps (SMLL) encerra sessão com ganhos de 2,08%, aos 2.521,36 pontos
- Índice de BDRs (BDRX) termina com alta de 0,05%, aos 23.354,97 pontos
- Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerra pregão com mais 0,10%, aos 3.860,19 pontos

- Ibovespa: mais uma vez, PETR4 é a ação mais negociada do dia; confira a lista

Ativo | Negócios, Dia (%)
-------------------------------
PETR4 | 62.674, 0,49%
B3SA3 | 51.590, 3,57%
ITUB4 | 49.873, 1,32%
PRIO3 | 41.842, -0,52%
BBDC4 | 37.580, 1,80%

- Ibovespa: MRVE3 é a maior alta do dia; veja a lista

Ativo | Dia (%), Valor (R$)
--------------------------------
MRVE3 | 7,49%, R$8,32
BRAV3 | 6,05%, R$18,92
HAPV3 | 4,69%, R$10,05
CYRE3 | 4,67%, R$28,48
VAMO3 | 4,48%, R$3,73

- Ibovespa: AZZA3 é a maior queda do dia; veja as demais

Ativo | Dia (%), Valor (R$)
--------------------------------
AZZA3 | -2,01%, R$26,26
IRBR3 | -1,16%, R$55,52
CMIN3 | -0,80%, R$4,99
PRIO3 | -0,52%, R$67,28
LREN3 | -0,33%, R$15,44

- DIs: juros futuros terminam dia de forma mista

Ativo | Taxa (%), Variação (pp)
--------------------------------------
DI1F27 | 14,105%, -0,055
DI1F28 | 13,810%, -0,030
DI1F29 | 13,815%, 0,000
DI1F31 | 13,960%, 0,030
DI1F32 | 14,020%, 0,035
DI1F33 | 14,030%, 0,035
DI1F34 | 14,030%, 0,030
DI1F35 | 13,995%, 0,025

- Ibovespa termina com alta de 1,60%, aos 185.424,28 pontos
Máxima: 186.401,24
Mínima: 182.524,09
Diferença para a abertura: +2.915,14 pontos
Volume: R$ 27,50 bilhões

- Dólar comercial fecha com baixa de 0,65%
Venda: R$ 5,220
Compra: R$ 5,220
Mínima: R$ 5,205
Máxima: R$ 5,248

- Principais índices em Nova York fecham dia com ganhos
Dow Jones 0,66%
S&P 500 0,54%
Nasdaq 0,77%

- Petróleo: Brent com vencimento em maio fecha dia com alta de 2,17%, a US$ 102,22
- Petróleo: WTI com vencimento em maio fecha dia com queda de 2,20%, a US$ 90,32

- Notícias de Hoje: O Ibovespa fechou no maior patamar desde 2 de março último, que foi também o primeiro dia útil após o início da guerra no Irã. A alta de hoje foi de 1,60%, aos 185.424,28 pontos, um ganho robusto de 2.915,14 pontos. É a terceira alta seguida.
Deste sexta-feira, 27 de fevereiro, último dia antes da guerra, até o término da sessão de hoje, o principal índice da Bolsa brasileira perdeu pouco mais de 3 mil pontos – tinha 188.786,98 pontos.
Foram 11 pregões no azul e 8 pregões no vermelho, desde que a guerra começou, sugerindo que o sentimento que prevalece é que os ativos brasileiros dão mais segurança nessa turbulência.
Hoje, porém, não foi só aqui: o sentimento global era de otimismo. Os principais índices em Nova York terminaram com ganhos confortáveis. O mesmo aconteceu nos mercados europeus. O petróleo caiu com amplitude, embora o Brent ainda esteja acima dos US$ 100. O ouro também caiu.
O real se valorizou, com o dólar comercial perdendo 0,65%, a R$ 5,220, mas quase ficou abaixo de R$ 5,20 (R$ 5,205 na mínima). E os DIs (juros futuros) terminaram mistos.
Tudo isso porque agora parece que é para valer: os EUA de fato se movimentaram em direção a um acordo que pudesse colocar um fim à guerra. A princípio, o Irã sinalizou uma abertura diplomática. Notícias deram conta de que as negociações podem acontecer nesta final de semana, no Paquistão.
Mas logo o Irã deu a entender que as propostas dos EUA eram excessivas. A resposta inicial dos persas não foi positiva. Foi pior: um líder militar iraniano zombou da tentativa norte-americana. E, no meio disso tudo, o governo Trump enviou mais contingente para o Oriente Médio, e Israel segue bombardeando o Líbano.
Outro bom indício é que o presidente dos EUA, Donald Trump, remarcou o encontro com o presidente chinês, Xi Jinping, que seria em março, mas a guerra impediu, para 14 e 15 de maio, acenando com a possibilidade de que, até lá, o próprio governo norte-americano já queira tratar a guerra como passado.
Só que a forte alta do Ibovespa teve um outro impulso: pesquisas eleitorais. Uma delas mostra que Flavio Bolsonaro, pela primeira vez, aparece numericamente a frente do presidente Lula em um eventual segundo turno. Outra mostra que a desaprovação do atual presidente subiu a 61%.
A quinta-feira fará o investidor dar uma rápida pausa no noticiário da guerra e olhar para o IPCA-15 de março, o primeiro indicador sob efeitos do conflito, com previsão de mais 0,3%.