Notícias de Hoje - 23/03/2026
Enviado: Seg Mar 23, 2026 10:02 pm
- Índice de Small Caps (SMLL) encerra sessão com ganhos de 5,40%, aos 2.386,25 pontos
- Índice de BDRs (BDRX) termina com alta de 0,16%, aos 23.430,60 pontos
- Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerra pregão com mais 0,01%, aos 3.862,19 pontos
- Ibovespa: apenas um ativo ficou negativo hoje; veja qual
Ativo | Dia (%), Valor (R$)
--------------------------------
PRIO3 | -2,84 R$65,96
- Ibovespa: MBRF3 é a maior alta do dia; veja a lista
Ativo | Dia (%), Valor (R$)
--------------------------------
MBRF3 | 14,34%, R$18,98
RENT4 | 10,43%, R$45,00
VAMO3 | 9,72%, R$3,50
CYRE4 | 9,51%, R$25,46
CSNA3 | 9,18%, R$6,54
- Ibovespa: PETR4 é novamente a ação mais negociada do dia; veja as demais
Ativo | Negócios, Dia (%)
-------------------------------
PETR4 | 80.878, 0,79%
PRIO3 | 57.666, -2,84%
B3SA3 | 55.136, 6,61%
RENT3 | 50.733, 8,86%
VALE3 | 44.199, 2,57%
- DIs: juros futuros terminam dia com baixas por toda a curva
Ativo | Taxa (%), Variação (pp)
-------------------------------------
DI1F27 | 14,150%, -0,270
DI1F28 | 13,820%, -0,355
DI1F29 | 13,765%, -0,345
DI1F31 | 13,870%, -0,275
DI1F32 | 13,910%, -0,230
DI1F33 | 13,920%, -0,210
DI1F34 | 13,885%, -0,205
DI1F35 | 13,890%, -0,180
- Ibovespa termina com alta de 3,24%, aos 181.931,93 pontos
Máxima: 182.973,41
Mínima: 176.220,82
Diferença para a abertura: +5.712,53 pontos
Volume: R$ 32,40 bilhões
- Dólar comercial fecha com forte baixa de 1,29%
Venda: R$ 5,240
Compra: R$ 5,240
Mínima: R$ 5,215
Máxima: R$ 5,314
- Principais índices em Nova York fecham dia com amplos ganhos
Dow Jones 1,38%
S&P 500 1,15%
Nasdaq 1,38%
- Petróleo: Brent com vencimento em maio fecha dia com baixa de 10,92%, a US$ 99,94
- Petróleo: WTI com vencimento em abril fecha dia com baixa de 10,28%, a US$ 88,13
- Notícias de Hoje: Nada como um dia após o outro, dirá o otimista. No caso de Donald Trump, presidente dos EUA, um dia é muita coisa e tudo pode mudar em segundos. De domingo, quando ameaçou atacar as usinas elétricas do Irã, se o país persa não abrisse o Estreito de Ormuz em 48 horas, para hoje, quando aliviou as tensões, adiando tais ataques por 5 dias, por ter tido “boas e produtivas conversas” com o Irã, o sentimento deu uma guinada ampla, cento e oitenta graus.
“Tenho o prazer de informar que os Estados Unidos da América e o país do Irã tiveram, nos últimos dois dias, conversas muito boas e produtivas sobre uma resolução completa e total de nossas hostilidades no Oriente Médio”, afirmou o presidente norte-americano em uma rede social. Ele disse que há “importantes pontos de concordâncias” nas negociações.
Hoje a euforia foi geral. O Ibovespa subiu 3,24%, aos 181.931,93 pontos, um ganho elástico de 5.712,53 pontos, na maior alta desde os 3,33% de 21 de janeiro de 2026.
O real também disparou: o dólar comercial caiu amplos 1,29%, a R$ 5,240. Os DIs (juros futuros) desceram por toda a curva. O petróleo perdeu mais de 10% nas duas principais referências. Wall Street fechou com fortes altas nos principais índices. Só na Europa os ganhos não foram generalizados.
A continuidade de qualquer recuperação provavelmente exigirá ações concretas na frente geopolítica. Ainda vivemos em um mercado movido por manchetes. A agência de notícias iraniana Fars, citando uma fonte, afirmou que não há comunicações diretas ou indiretas com os EUA. Mas a Turquia e o Egito sinalizaram que serviram de intermediadores de recados dos dois lados. O Paquistão também se ofereceu a esse papel.
“O movimento do mercado hoje reflete mais a direção que eles podem interpretar como sendo a intenção do governo, mas eu encararia com muito ceticismo a possibilidade de se chegar a um acordo esta semana que simplesmente normalize as coisas, dadas todas as complicações envolvidas”, disse à CNBC Ross Mayfield, estrategista de investimentos da Baird.
A forte alta desta segunda-feira teve impulso de todos os setores. Nem mesmo Petrobras (PETR4), que poderia ser afetada pela forte baixa do petróleo internacional, ficou imune ao bom humor e subiu 0,79%. Apenas um ativo do Ibovespa ficou no vermelho e foi justamente uma petroleira, a PRIO (PRIO3), com baixa de 2,84%. Todos os outros ofereceram ganhos aos acionistas.
É preciso ficar de olho amanhã na Ata da última reunião do Copom, a da semana passada, que trouxe a Selic para baixo pela primeira vez em muito tempo.
- Índice de BDRs (BDRX) termina com alta de 0,16%, aos 23.430,60 pontos
- Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerra pregão com mais 0,01%, aos 3.862,19 pontos
- Ibovespa: apenas um ativo ficou negativo hoje; veja qual
Ativo | Dia (%), Valor (R$)
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PRIO3 | -2,84 R$65,96
- Ibovespa: MBRF3 é a maior alta do dia; veja a lista
Ativo | Dia (%), Valor (R$)
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MBRF3 | 14,34%, R$18,98
RENT4 | 10,43%, R$45,00
VAMO3 | 9,72%, R$3,50
CYRE4 | 9,51%, R$25,46
CSNA3 | 9,18%, R$6,54
- Ibovespa: PETR4 é novamente a ação mais negociada do dia; veja as demais
Ativo | Negócios, Dia (%)
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PETR4 | 80.878, 0,79%
PRIO3 | 57.666, -2,84%
B3SA3 | 55.136, 6,61%
RENT3 | 50.733, 8,86%
VALE3 | 44.199, 2,57%
- DIs: juros futuros terminam dia com baixas por toda a curva
Ativo | Taxa (%), Variação (pp)
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DI1F27 | 14,150%, -0,270
DI1F28 | 13,820%, -0,355
DI1F29 | 13,765%, -0,345
DI1F31 | 13,870%, -0,275
DI1F32 | 13,910%, -0,230
DI1F33 | 13,920%, -0,210
DI1F34 | 13,885%, -0,205
DI1F35 | 13,890%, -0,180
- Ibovespa termina com alta de 3,24%, aos 181.931,93 pontos
Máxima: 182.973,41
Mínima: 176.220,82
Diferença para a abertura: +5.712,53 pontos
Volume: R$ 32,40 bilhões
- Dólar comercial fecha com forte baixa de 1,29%
Venda: R$ 5,240
Compra: R$ 5,240
Mínima: R$ 5,215
Máxima: R$ 5,314
- Principais índices em Nova York fecham dia com amplos ganhos
Dow Jones 1,38%
S&P 500 1,15%
Nasdaq 1,38%
- Petróleo: Brent com vencimento em maio fecha dia com baixa de 10,92%, a US$ 99,94
- Petróleo: WTI com vencimento em abril fecha dia com baixa de 10,28%, a US$ 88,13
- Notícias de Hoje: Nada como um dia após o outro, dirá o otimista. No caso de Donald Trump, presidente dos EUA, um dia é muita coisa e tudo pode mudar em segundos. De domingo, quando ameaçou atacar as usinas elétricas do Irã, se o país persa não abrisse o Estreito de Ormuz em 48 horas, para hoje, quando aliviou as tensões, adiando tais ataques por 5 dias, por ter tido “boas e produtivas conversas” com o Irã, o sentimento deu uma guinada ampla, cento e oitenta graus.
“Tenho o prazer de informar que os Estados Unidos da América e o país do Irã tiveram, nos últimos dois dias, conversas muito boas e produtivas sobre uma resolução completa e total de nossas hostilidades no Oriente Médio”, afirmou o presidente norte-americano em uma rede social. Ele disse que há “importantes pontos de concordâncias” nas negociações.
Hoje a euforia foi geral. O Ibovespa subiu 3,24%, aos 181.931,93 pontos, um ganho elástico de 5.712,53 pontos, na maior alta desde os 3,33% de 21 de janeiro de 2026.
O real também disparou: o dólar comercial caiu amplos 1,29%, a R$ 5,240. Os DIs (juros futuros) desceram por toda a curva. O petróleo perdeu mais de 10% nas duas principais referências. Wall Street fechou com fortes altas nos principais índices. Só na Europa os ganhos não foram generalizados.
A continuidade de qualquer recuperação provavelmente exigirá ações concretas na frente geopolítica. Ainda vivemos em um mercado movido por manchetes. A agência de notícias iraniana Fars, citando uma fonte, afirmou que não há comunicações diretas ou indiretas com os EUA. Mas a Turquia e o Egito sinalizaram que serviram de intermediadores de recados dos dois lados. O Paquistão também se ofereceu a esse papel.
“O movimento do mercado hoje reflete mais a direção que eles podem interpretar como sendo a intenção do governo, mas eu encararia com muito ceticismo a possibilidade de se chegar a um acordo esta semana que simplesmente normalize as coisas, dadas todas as complicações envolvidas”, disse à CNBC Ross Mayfield, estrategista de investimentos da Baird.
A forte alta desta segunda-feira teve impulso de todos os setores. Nem mesmo Petrobras (PETR4), que poderia ser afetada pela forte baixa do petróleo internacional, ficou imune ao bom humor e subiu 0,79%. Apenas um ativo do Ibovespa ficou no vermelho e foi justamente uma petroleira, a PRIO (PRIO3), com baixa de 2,84%. Todos os outros ofereceram ganhos aos acionistas.
É preciso ficar de olho amanhã na Ata da última reunião do Copom, a da semana passada, que trouxe a Selic para baixo pela primeira vez em muito tempo.