Notícias de Hoje - 19/03/2026
Enviado: Sex Mar 20, 2026 1:51 am
- Índice de Small Caps (SMLL) encerra sessão com ganhos de 0,16%, aos 2.327,70 pontos
- Índice de BDRs (BDRX) termina com baixa de 0,88%, aos 23.401,78 pontos
- Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerra pregão com menos 0,11%, aos 3.864,05 pontos
- Ibovespa: PETR4 é a ação mais negociada do dia; confira a lista
Ativo | Negócios, Dia (%)
------------------------------
PETR4 | 118.618, -0,47%
ENEV3 | 72.804, 3,90%
PRIO3 | 72.641, -0,32%
VALE3 | 61.651, -0,65%
ITUB4 | 52.875, 0,71%
- Ibovespa: HAPV3 é a maior alta do dia, com mais de 14%; veja as demais
Ativo | Dia (%), Valor (R$)
--------------------------------
HAPV3 | 14,98%, R$9,44
NATU3 | 4,28%, R$9,75
ENEV3 | 3,90%, R$25,30
SBSP3 | 3,78%, R$152,82
CMIG4 | 3,22%, R$12,19
- Ibovespa: BEEF3 termina como maior queda do dia; veja a lista
Ativo | Dia (%), Valor (R$)
--------------------------------
BEEF3 | -10,70%, R$3,84
BRAV3 | -4,33%, R$17,47
VAMO3 | -2,87%, R$3,38
CURY3 | -2,84%, R$34,24
SUZB3 | -2,74%, R$51,12
- DIs: juros futuros terminam dia com baixas por toda a curva
Ativo | Taxa (%) , Variação (pp)
--------------------------------------
DI1F27 | 14,095%, -0,105
DI1F28 | 13,685%, -0,065
DI1F29 | 13,675%, -0,080
DI1F31 | 13,825%, -0,070
DI1F32 | 13,870%, -0,055
DI1F33 | 13,885%, -0,060
DI1F35 | 13,855%, -0,060
- Ibovespa termina com alta de 0,35%, aos 180.270,62 pontos
Máxima: 181.250,84
Mínima: 176.295,71
Diferença para a abertura: +630,71 pontos
Volume: R$ 35,10 bilhões
- Dólar comercial fecha com queda de 0,58%
Venda: R$ 5,215
Compra: R$ 5,215
Mínima: R$ 5,202
Máxima: R$ 5,314
- Principais índices em Nova York fecham mais um dia com perdas
Dow Jones -0,44%
S&P 500 -0,28%
Nasdaq -0,28%
- Petróleo: Brent com vencimento em maio fecha dia com alta de 1,18%, a US$ 108,65
- Petróleo: WTI com vencimento em abril fecha dia com queda de 0,19%, a US$ 96,14
- Notícias de Hoje: O Ibovespa vinha caindo forte hoje e, então, a virada! Fechou com alta de 0,35%, aos 180.270,62 pontos, uma alta de 630,71 pontos. Um feito e tanto, afinal, o dia estava uma tragédia: na mínima, bateu em 176.295,71 pontos.
O real também conseguiu uma virada: o dólar comercial subia, oscilava, subia, oscilava e de repente, queda! Acabou com baixa de 0,58%, a R$ 5,215.
Os DIs (juros futuros) subiam com amplitude na grande maioria dos vértices, em uma espécie de proteção diante de tanta incerteza, mas acabaram com baixas por toda a curva.
Ontem, o Copom do Banco Central brasileiro até cumpriu a promessa feita na reunião de janeiro e cortou a Selic, mas foi em uma magnitude mínima, em 0,25 ponto percentual, para 14,75%.
No campo minado das provocações e das críticas, o Copom já mostrou que não cai. “O Comitê reafirma serenidade e cautela na condução da política monetária, de forma que os passos futuros do processo de calibração da taxa básica de juros possam incorporar novas informações que aumentem a clareza sobre a profundidade e a extensão dos conflitos no Oriente Médio, assim como seus efeitos diretos e indiretos sobre o nível de preços”, disse o comunicado da autoridade monetária. Essa calibragem agora vai depender do cenário externo.
É o mesmíssimo discurso de quase todos os BCs importantes pelo mundo. Na quarta-feira (18), o Federal Reserve já havia mantido a taxa de juros no mesmo patamar. Hoje, fizeram o mesmo o Banco Central Europeu, alertando que a guerra contra o Irã está afetando as perspectivas de crescimento e inflação na zona do euro; além do Banco da Inglaterra, com taxa nos mesmos 3,75% ao ano; e o Banco do Japão, com foco nos riscos de alta da inflação.
Trump voltou a dizer que a guerra terminará em breve, ao mesmo tempo em que ameaça explodir um campo de gás natural no Irã. As palavras apocalípticas de Trump, junto com os drones e bombas disparados para todos os lados pelo Irã, fizeram os futuros do petróleo Brent encostar nos US$ 120. O mercado precisa de paz, mas só recebe tiro, porrada e bomba. Para piorar, o Pentágono quer mais US$ 200 bilhões para a guerra.
No final da tarde, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, chegou a dizer que esta guerra vai terminar “mais rápido do que as pessoas pensam”, e ele era um dos que contrariava Trump ao afirmar que ainda havia um longo caminho pela frente contra o Irã.
Resultado: os futuros do petróleo viraram para queda, os principais índices em Nova York, que vinham com quedas amplas, chegaram a virar para alta, embora sem convicção, terminando perdas menos elásticas.
Foi um dia de muita tensão, muita emoção e reviravoltas, em resumo. Amanhã, pode ter mais: a guerra continua, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, sai do cargo, e, ao menos, não haverá indicadores econômicos relevantes.
- Índice de BDRs (BDRX) termina com baixa de 0,88%, aos 23.401,78 pontos
- Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerra pregão com menos 0,11%, aos 3.864,05 pontos
- Ibovespa: PETR4 é a ação mais negociada do dia; confira a lista
Ativo | Negócios, Dia (%)
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PETR4 | 118.618, -0,47%
ENEV3 | 72.804, 3,90%
PRIO3 | 72.641, -0,32%
VALE3 | 61.651, -0,65%
ITUB4 | 52.875, 0,71%
- Ibovespa: HAPV3 é a maior alta do dia, com mais de 14%; veja as demais
Ativo | Dia (%), Valor (R$)
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HAPV3 | 14,98%, R$9,44
NATU3 | 4,28%, R$9,75
ENEV3 | 3,90%, R$25,30
SBSP3 | 3,78%, R$152,82
CMIG4 | 3,22%, R$12,19
- Ibovespa: BEEF3 termina como maior queda do dia; veja a lista
Ativo | Dia (%), Valor (R$)
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BEEF3 | -10,70%, R$3,84
BRAV3 | -4,33%, R$17,47
VAMO3 | -2,87%, R$3,38
CURY3 | -2,84%, R$34,24
SUZB3 | -2,74%, R$51,12
- DIs: juros futuros terminam dia com baixas por toda a curva
Ativo | Taxa (%) , Variação (pp)
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DI1F27 | 14,095%, -0,105
DI1F28 | 13,685%, -0,065
DI1F29 | 13,675%, -0,080
DI1F31 | 13,825%, -0,070
DI1F32 | 13,870%, -0,055
DI1F33 | 13,885%, -0,060
DI1F35 | 13,855%, -0,060
- Ibovespa termina com alta de 0,35%, aos 180.270,62 pontos
Máxima: 181.250,84
Mínima: 176.295,71
Diferença para a abertura: +630,71 pontos
Volume: R$ 35,10 bilhões
- Dólar comercial fecha com queda de 0,58%
Venda: R$ 5,215
Compra: R$ 5,215
Mínima: R$ 5,202
Máxima: R$ 5,314
- Principais índices em Nova York fecham mais um dia com perdas
Dow Jones -0,44%
S&P 500 -0,28%
Nasdaq -0,28%
- Petróleo: Brent com vencimento em maio fecha dia com alta de 1,18%, a US$ 108,65
- Petróleo: WTI com vencimento em abril fecha dia com queda de 0,19%, a US$ 96,14
- Notícias de Hoje: O Ibovespa vinha caindo forte hoje e, então, a virada! Fechou com alta de 0,35%, aos 180.270,62 pontos, uma alta de 630,71 pontos. Um feito e tanto, afinal, o dia estava uma tragédia: na mínima, bateu em 176.295,71 pontos.
O real também conseguiu uma virada: o dólar comercial subia, oscilava, subia, oscilava e de repente, queda! Acabou com baixa de 0,58%, a R$ 5,215.
Os DIs (juros futuros) subiam com amplitude na grande maioria dos vértices, em uma espécie de proteção diante de tanta incerteza, mas acabaram com baixas por toda a curva.
Ontem, o Copom do Banco Central brasileiro até cumpriu a promessa feita na reunião de janeiro e cortou a Selic, mas foi em uma magnitude mínima, em 0,25 ponto percentual, para 14,75%.
No campo minado das provocações e das críticas, o Copom já mostrou que não cai. “O Comitê reafirma serenidade e cautela na condução da política monetária, de forma que os passos futuros do processo de calibração da taxa básica de juros possam incorporar novas informações que aumentem a clareza sobre a profundidade e a extensão dos conflitos no Oriente Médio, assim como seus efeitos diretos e indiretos sobre o nível de preços”, disse o comunicado da autoridade monetária. Essa calibragem agora vai depender do cenário externo.
É o mesmíssimo discurso de quase todos os BCs importantes pelo mundo. Na quarta-feira (18), o Federal Reserve já havia mantido a taxa de juros no mesmo patamar. Hoje, fizeram o mesmo o Banco Central Europeu, alertando que a guerra contra o Irã está afetando as perspectivas de crescimento e inflação na zona do euro; além do Banco da Inglaterra, com taxa nos mesmos 3,75% ao ano; e o Banco do Japão, com foco nos riscos de alta da inflação.
Trump voltou a dizer que a guerra terminará em breve, ao mesmo tempo em que ameaça explodir um campo de gás natural no Irã. As palavras apocalípticas de Trump, junto com os drones e bombas disparados para todos os lados pelo Irã, fizeram os futuros do petróleo Brent encostar nos US$ 120. O mercado precisa de paz, mas só recebe tiro, porrada e bomba. Para piorar, o Pentágono quer mais US$ 200 bilhões para a guerra.
No final da tarde, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, chegou a dizer que esta guerra vai terminar “mais rápido do que as pessoas pensam”, e ele era um dos que contrariava Trump ao afirmar que ainda havia um longo caminho pela frente contra o Irã.
Resultado: os futuros do petróleo viraram para queda, os principais índices em Nova York, que vinham com quedas amplas, chegaram a virar para alta, embora sem convicção, terminando perdas menos elásticas.
Foi um dia de muita tensão, muita emoção e reviravoltas, em resumo. Amanhã, pode ter mais: a guerra continua, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, sai do cargo, e, ao menos, não haverá indicadores econômicos relevantes.