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Notícias de Hoje - 17/03/2026

Enviado: Qua Mar 18, 2026 2:10 am
por Henri Dotto
- Índice de Small Caps (SMLL) encerra sessão com ganhos de 0,04%, aos 2.351,22 pontos
- Índice de BDRs (BDRX) termina com alta de 0,12%, aos 23.852,97 pontos
- Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerra pregão com menos 0,15%, aos 3.875,45 pontos, mínima do dia

- Ibovespa: PETR4 é a ação mais negociada do dia, mais uma vez; confira a lista

Ativo | Negócios, Dia (%)
------------------------------
PETR4 | 74.965, 1,76%
ITUB4 | 46.057, -0,67%
PRIO3 | 44.125, 4,83%
B3SA3 | 42.800, 1,44%
ENEV3 | 35.538, 3,22%

- Ibovespa: NATU3 é a maior alta do dia; veja a lista

Ativo | Dia (%), Valor (R$)
-------------------------------
NATU3 | 8,46%, R$9,36
CSNA3 | 5,14%, R$6,34
PRIO3 | 4,83%, R$62,69
BRKM5 | 4,37%, R$12,19
RECV3 | 3,96%, R$13,65

- Ibovespa: MGLU3 é a maior queda do dia; veja as demais

Ativo | Dia (%), Valor (R$)
-------------------------------
MGLU3 | -8,13%, R$9,04
CSAN3 | -4,22%, R$5,22
BRAV3 | -3,33%, R$18,02
HAPV3 | -2,93%, R$8,62
ENGI11 | -2,35%, R$51,61

- Ibovespa termina com alta de 0,30%, aos 180.409,73 pontos
Máxima: 182.800,30
Mínima: 179.849,79
Diferença para a abertura: +534,29 pontos
Volume: R$ 26,90 bilhões

- Dólar comercial fecha com nova queda, agora de 0,58%
Venda: R$ 5,199
Compra: R$ 5,199
Mínima: R$ 5,177
Máxima: R$ 5,242

- Principais índices em Nova York fecham dia com ganhos
Dow Jones 0,10%
S&P 500 0,25%
Nasdaq 0,47%

- Petróleo: Brent com vencimento em maio fecha dia com alta de 3,20%, a US$ 103,42
- Petróleo: WTI com vencimento em abril fecha dia com alta de 2,90%, a US$ 96,21

- Notícias de Hoje: O sentimento da Bolsas está pendendo mais para o otimismo, tanto que o Ibovespa fechou a segunda sessão seguida no azul, agora com alta de 0,30%, aos 180.409,73 pontos, um ganho de 534,29 pontos.
O real também conseguiu mais uma valorização, com o dólar comercial caindo hoje 0,58%, a R$ 5,199. Os juros futuros (DIs) passaram boa parte do dia com baixas por toda a curva, mas terminaram com altas. Foi um dia em que se rezou pela cartilha da cautela. De um lado, a guerra no Irã pressionando o petróleo. Do outro, o início das reuniões dos bancos centrais tanto dos EUA quanto do Brasil – ambos divulgam suas decisões sobre juros nesta quarta-feira (18).
No 18º dia da guerra no Irã, os preços do petróleo até subiram, se mantendo em torno dos US$ 100, mas, a princípio, não parecem ter fôlego para ir além, muito menos para chegar aos US$ 200 ameaçados pelos iranianos.
Os EUA, por outro lado, não conseguiram apoio militar para garantir que o Estreito de Ormuz fosse liberado, de modo que Trump ficou chateado e esbravejou. A Europa aprendeu a dizer “não”.
Trump teve até que adiar o encontro com Xi Jinping, presidente chinês que está bem tranquilo fora dessa guerra.
Além do impasse no Oriente Médio, Trump tem outros pecados para redimir. A inflação é um deles. Seu governo ainda não conseguiu ajudar na batalha contra a inflação. O pior surto inflacionário dos EUA em uma geração completa ⁠cinco anos este mês. O Federal Reserve tenta trazer o ritmo de aumento de preços de volta à sua meta de 2%. As dificuldades do Federal Reserve aparentemente ficaram ainda maiores com a guerra, justamente por conta do preço do petróleo. A expectativa para que o Fed mantenha as taxas de juros na faixa atual entre 3,50% e 3,75% estão na casa dos 99%, segundo a ferramenta do CME.
No Brasil, a inflação segue alta, mas dentro da da banda da meta. O Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) registrou queda (deflação) de 0,24% em março, após recuo de 0,42% em fevereiro, informou a FGV.
O mercado brasileiro ainda espera que o Copom anuncie amanhã a queda da Selic e inicie o ciclo de cortes, mas a questão agora é a que ritmo.