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Notícias de Hoje - 10/03/2026

Enviado: Qua Mar 11, 2026 2:21 am
por Henri Dotto
- Índice de Small Caps (SMLL) encerra sessão com ganhos de 1,48%, aos 2.457,51 pontos
- Índice de BDRs (BDRX) termina com alta de 0,01%, aos 23.849,82 pontos
- Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerra pregão com menos 0,07%, aos 3.876,45 pontos

- Ibovespa: PETR4 é a ação mais negociada do dia; confira a lista

Ativo | Negócios, Dia (%)
------------------------------
PETR4 | 75.673, -0,53%
ITUB4 | 64.332, 1,48%
PRIO3 | 57.645, -1,34%
RAIL3 | 38.320, 6,96%
B3SA3 | 37.722, 4,56%

- Ibovespa: RAIL3 é a maior alta do dia; veja a lista

Ativo | Dia (%), Valor (R$)
-------------------------------
RAIL3 | 6,96%, R$17,05
MGLU3 | 6,51%, R$10,14
CSAN3 | 6,45%, R$6,11
AZZA3 | 6,42%, R$27,52
CEAB3 | 5,90%, R$12,02

- Ibovespa: RAIZ4 é a maior baixa do dia; veja a lista

Ativo | Dia (%), Valor (R$)
-------------------------------
RAIZ4 | -5,45%, R$0,52
BRKM5 | -4,47%, R$11,76
DIRR3 | -3,84%, R$14,52
PCAR3 | -2,93%, R$2,65
MBRF3 | -2,60%, R$17,20

- Ibovespa termina com alta de 1,40%, aos 183.447,00 pontos
Máxima: 185.323,62
Mínima: 180.692,83
Diferença para a abertura: +2.531,64 pontos
Volume: R$ 31,30 bilhões

- Dólar comercial fecha em baixa de 0,15%
Venda: R$ 5,157
Compra: R$ 5,157
Mínima: R$ 5,132
Máxima: R$ 5,187

- Principais índices em Nova York fecham dia de forma mista
Dow Jones -0,07%
S&P 500 -0,21%
Nasdaq 0,01%

- Petróleo: Brent com vencimento em abril fecha dia com forte baixa de 11,28%, a US$ 87,80
- Petróleo: WTI com vencimento em abril fecha dia com forte baixa de 11,94%, a US$ 83,45

- Notícias de Hoje: O Ibovespa fechou com alta de 1,40%, aos 184.447,00 pontos, um ganho robusto de 2.531,64 pontos. Na máxima, chegou a 185.323,62 pontos.
A empolgação foi generalizada, com o Índice de Small Caps (SMLL) também se fortalecendo em 1,48%, o que mostra que os ganhos não foram pontuais de um ou outro setor. O otimismo foi geral.
Otimismo que é derivado de algumas falas do presidente dos EUA, Donald Trump, ao final do pregão da véspera a um canal de notícias, que deram o impulso que guiou também a sessão atual. Disse o mandatário que a guerra estava mais perto do fim, que seria mais curta do que a projeção de quatro ou cinco semanas feita por ele próprio semana passada. Imediatamente, os preços do petróleo começaram a derreter, a ponto de hoje terminarem com queda de mais de 11%.
Segundo a imprensa norte-americana, a guerra iniciada pelos EUA começou a produzir um efeito sensível na economia americana: a alta do preço da gasolina. O preço médio da gasolina no país chegou a US$ 3,48 por galão, uma alta de quase 17% desde o início da guerra, em 28 de fevereiro. Há um problema a mais: 2026 é ano de eleição legislativa, que pode fazer Trump perder a maioria tanto no Senado quanto na Câmara dos Representantes.
No ímpeto de retomar o fluxo de petróleo pelo mundo, Trump chegou a ligar para Vladimir Putin, o americano sinalizou que pode suspender restrições ao óleo da Rússia.
Além da energia mais cara, da insegurança alimentar e da estagflação, Trump tem contra ele o custo da guerra em si. Os números não são nada otimistas: foram US$ 5,6 bilhões ‌em munições apenas nos dois primeiros dias. Vozes no Congresso dos EUA já entendem que o governo terá que acionar o beija-mão logo mais para pedir mais dinheiro ao orçamento de guerra. E do outro lado há um Irã maltratado mas ainda resiliente, tanto que o próprio Trump, em mais um aceno, disse que, sim, poderia sentar à mesa com os iranianos para conversar.
A questão é que sempre tem um “porém”. Para o UBS, o mercado pode estar sendo otimista demais. O banco parece estar montado na razão, até porque, quando se olha para o lado, se depara com o governo com outro discurso, dizendo que o dia seria o mais intenso em ataques ao Irã. A conta não fecha e o otimismo acaba virando, para muitos, uma boa dose de desconfiança.
Apesar desse cenário cheio de “obas” e poréns”, prevaleceu o otimismo. Especialmente no mercado brasileiro. O real, por exemplo, viu o dólar comercial cair de novo, agora com menos 0,15%, a R$ 5,157. Os juros futuros (DIs) terminaram novamente em queda.