Notícias de Hoje - 05/03/2026
Enviado: Sex Mar 06, 2026 2:22 am
- Minidólar com vencimento em abril (WDOJ26) termina com mais 0,64%, a 5.301,50
- Mini-índice com vencimento em abril de 2026 (WINJ26) fecha com menos 2,52%, aos 182.955 pontos
- Bitcoin Futuro (BITFUT) fecha com baixa de 1,83%, aos 379.940,00
- Ibovespa: VALE3 é a ação mais negociada do dia; confira
Ativo | Negócios, Dia (%)
------------------------------
VALE3 | 66.957, -3,33%
PETR4 | 57.435, 0,47%
PRIO3 | 54.626, 2,59%
B3SA3 | 49.546, -3,30%
BBDC4 | 49.313, -3,22%
- Ibovespa: BRKM5 é a maior alta do dia; veja a lista
Ativo | Dia (%), Valor (R$)
--------------------------------
BRKM5 | 16,94%, R$12,70
RECV3 | 2,80%, R$12,85
SMTO3 | 2,64%, R$18,26
PRIO3 | 2,59%, R$56,96
UGPA3 | 0,50%, R$25,99
- Ibovespa: ações da Localiza são as maiores baixas do dia; veja as demais
Ativo | Dia (%), Valor (R$)
--------------------------------
RENT4 | -7,26%, R$44,47
RENT3 | -6,87%, R$46,90
BEEF3 | -6,42%, R$4,52
CSNA3 | -6,12%, R$7,51
EMBJ3 | -5,71%, R$87,16
- DIs: juros futuros terminam dia com alta por toda a curva
Ativo | Taxa (%), Variação (pp)
-------------------------------------
DI1F27 | 13,505%, 0,095
DI1F28 | 12,965%, 0,170
DI1F29 | 13,070%, 0,205
DI1F31 | 13,470%, 0,245
DI1F32 | 13,590%, 0,240
DI1F33 | 13,650%, 0,225
DI1F34 | 13,680%, 0,220
DI1F35 | 13,690%, 0,220
- Índice de Small Caps (SMLL) encerra sessão com perdas de 2,65%, aos 2.437,36 pontos
- Índice de BDRs (BDRX) termina com alta de 0,23%, aos 24.334,46 pontos
- Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerra pregão com menos 0,12%, aos 3.886,14 pontos
- Ibovespa termina com baixa de 2,64%, aos 180.463,84 pontos
Máxima: 185.366,35
Mínima: 179.895,37
Diferença para a abertura: -4.902,60 pontos
Volume: R$ 32,80 bilhões
- Dólar comercial fecha em alta de 1,32%
Venda: R$ 5,287
Compra: R$ 5,286
Mínima: R$ 5,228
Máxima: R$ 5,294
- Principais índices em Nova York fecham dia com perdas
Dow Jones -1,61%
S&P 500 -0,56%
Nasdaq -0,26%
- Petróleo: Brent com vencimento em abril fecha dia com forte alta de 4,93%, a US$ 85,41
- Petróleo: WTI com vencimento em abril fecha dia com alta de 8,51%, a US$ 81,01
- Notícias de Hoje: A alta de mais de 1% conseguida na véspera se esvaiu como cinzas nesta quinta-feira, em mais uma sessão turbulenta no Ibovespa, que fechou com queda expressiva de 2,64%, aos 180.463,84 pontos, uma perda profunda de 4.902,60 pontos.
O dólar comercial ganhou 1,32%, a R$ 5,287, após o recuo da véspera, em meio a uma nova procura por segurança. Os DIs (juros futuros) igualmente aceleraram, com alguns vértices subindo mais de 2%.
Nem EUA, nem Irã pretendem recuar neste momento. Israel muito menos. Enquanto isso, os preços do petróleo dispararam novamente, foram a mais de US$ 80 o barril, e mais países se veem envolvidos numa disputa que nem é deles. A França hoje teve que avisar Israel que vai colocar apoio militar para defender o Líbano. A OTAN não quer pensar em aplicar o famoso Artigo 5, que obriga entrar no conflito que qualquer membro for impactado, mas a Turquia está no limiar.
Dados dos ministérios da Defesa dos Emirados Árabes Unidos, Catar e Bahrein mostram que a imensa maioria dos projéteis disparados contra esses países nos últimos dias tem sido de drones, mais frequentemente do tipo Shahed, de fabricação iraniana.
O Irã está tentando trazer para o conflito o máximo de países possível, na tentativa de fazer a coisa sair do controle. Chegou a dizer que está esperando a invasão terrestre dos EUA. O presidente norte-americano, por sua vez, avisou que precisa estar envolvido com a escolha do novo líder iraniano.
Trump já teve até mesmo que baixar a bola e agora busca apoio na Europa. Os líderes europeus têm algo de que Trump ainda precisa na Guerra contra o Irã: bases, espaço aéreo e geografia estratégica. A pergunta é se a Europa quer entrar em uma guerra agora.
É aquela velha história: todo mundo sabe como isso começou, mas ninguém sabe como vai parar. Os investidores, enquanto isso, parecem ter entendido que é melhor parar por aqui com suas posições e os principais índices em Nova York desabaram. Na Europa, não foi diferente: queda generalizada.
Tudo isso também pode impactar na inflação. O Banco Central tem sua reunião dia 17 e 18, daqui a duas semanas. A guerra tem tudo a ver com isso. A XP Investimentos avalia, em relatório macroeconômico mensal, que o conflito entre EUA e Irã pode alterar o cenário econômico brasileiro devido à relevância dos preços do petróleo para as exportações, receitas fiscais e inflação do país. Apesar de continuar prevendo cortes consecutivos de 0,50 ponto percentual (pp) a partir deste mês. No entanto, uma alta mais forte do petróleo pode levar o Banco Central a iniciar o ciclo de afrouxamento monetário de forma mais moderada, com um corte inicial de 0,25 pp. Se tem uma coisa que o BC já mostrou é que loucura não é com ele.
Hoje, o Brasil ainda conheceu a taxa de desemprego de janeiro, que subiu para 5,4%, mas que segue mostrando um mercado de trabalho resiliente, segundo analistas.
E tem a temporada de balanços. Hoje, nada mais, nada menos, do que Petrobras (PETR4) divulga seus números. A petroleira subiu apenas 0,47%, refutando as fortes altas do petróleo, com os investidores esperando para ver o que virá nos números. As demais petroleiras brasileiras aproveitaram melhor a alta do petróleo e subiram: PRIO (PRIO3) ganhou 2,59%, Petrorecôncvavo (RECV3) subiu 2,80% e Brava (BRAV3) avançou 0,27%. Vale (VALE3) caiu derretidos 3,33%. Os grandes bancos perderam todos na magnitude acima de 3%, com Itaú Unibanco (ITUB4) se destacando nas quedas, com menos 3,33%.
Com a guerra se expandido, o principal indicador da semana tende a ser deixado um tanto de lado. Nesta sexta-feira, sai o payroll, que é o mais importante relatório sobre o mercado de trabalho dos EUA.
- Mini-índice com vencimento em abril de 2026 (WINJ26) fecha com menos 2,52%, aos 182.955 pontos
- Bitcoin Futuro (BITFUT) fecha com baixa de 1,83%, aos 379.940,00
- Ibovespa: VALE3 é a ação mais negociada do dia; confira
Ativo | Negócios, Dia (%)
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VALE3 | 66.957, -3,33%
PETR4 | 57.435, 0,47%
PRIO3 | 54.626, 2,59%
B3SA3 | 49.546, -3,30%
BBDC4 | 49.313, -3,22%
- Ibovespa: BRKM5 é a maior alta do dia; veja a lista
Ativo | Dia (%), Valor (R$)
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BRKM5 | 16,94%, R$12,70
RECV3 | 2,80%, R$12,85
SMTO3 | 2,64%, R$18,26
PRIO3 | 2,59%, R$56,96
UGPA3 | 0,50%, R$25,99
- Ibovespa: ações da Localiza são as maiores baixas do dia; veja as demais
Ativo | Dia (%), Valor (R$)
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RENT4 | -7,26%, R$44,47
RENT3 | -6,87%, R$46,90
BEEF3 | -6,42%, R$4,52
CSNA3 | -6,12%, R$7,51
EMBJ3 | -5,71%, R$87,16
- DIs: juros futuros terminam dia com alta por toda a curva
Ativo | Taxa (%), Variação (pp)
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DI1F27 | 13,505%, 0,095
DI1F28 | 12,965%, 0,170
DI1F29 | 13,070%, 0,205
DI1F31 | 13,470%, 0,245
DI1F32 | 13,590%, 0,240
DI1F33 | 13,650%, 0,225
DI1F34 | 13,680%, 0,220
DI1F35 | 13,690%, 0,220
- Índice de Small Caps (SMLL) encerra sessão com perdas de 2,65%, aos 2.437,36 pontos
- Índice de BDRs (BDRX) termina com alta de 0,23%, aos 24.334,46 pontos
- Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerra pregão com menos 0,12%, aos 3.886,14 pontos
- Ibovespa termina com baixa de 2,64%, aos 180.463,84 pontos
Máxima: 185.366,35
Mínima: 179.895,37
Diferença para a abertura: -4.902,60 pontos
Volume: R$ 32,80 bilhões
- Dólar comercial fecha em alta de 1,32%
Venda: R$ 5,287
Compra: R$ 5,286
Mínima: R$ 5,228
Máxima: R$ 5,294
- Principais índices em Nova York fecham dia com perdas
Dow Jones -1,61%
S&P 500 -0,56%
Nasdaq -0,26%
- Petróleo: Brent com vencimento em abril fecha dia com forte alta de 4,93%, a US$ 85,41
- Petróleo: WTI com vencimento em abril fecha dia com alta de 8,51%, a US$ 81,01
- Notícias de Hoje: A alta de mais de 1% conseguida na véspera se esvaiu como cinzas nesta quinta-feira, em mais uma sessão turbulenta no Ibovespa, que fechou com queda expressiva de 2,64%, aos 180.463,84 pontos, uma perda profunda de 4.902,60 pontos.
O dólar comercial ganhou 1,32%, a R$ 5,287, após o recuo da véspera, em meio a uma nova procura por segurança. Os DIs (juros futuros) igualmente aceleraram, com alguns vértices subindo mais de 2%.
Nem EUA, nem Irã pretendem recuar neste momento. Israel muito menos. Enquanto isso, os preços do petróleo dispararam novamente, foram a mais de US$ 80 o barril, e mais países se veem envolvidos numa disputa que nem é deles. A França hoje teve que avisar Israel que vai colocar apoio militar para defender o Líbano. A OTAN não quer pensar em aplicar o famoso Artigo 5, que obriga entrar no conflito que qualquer membro for impactado, mas a Turquia está no limiar.
Dados dos ministérios da Defesa dos Emirados Árabes Unidos, Catar e Bahrein mostram que a imensa maioria dos projéteis disparados contra esses países nos últimos dias tem sido de drones, mais frequentemente do tipo Shahed, de fabricação iraniana.
O Irã está tentando trazer para o conflito o máximo de países possível, na tentativa de fazer a coisa sair do controle. Chegou a dizer que está esperando a invasão terrestre dos EUA. O presidente norte-americano, por sua vez, avisou que precisa estar envolvido com a escolha do novo líder iraniano.
Trump já teve até mesmo que baixar a bola e agora busca apoio na Europa. Os líderes europeus têm algo de que Trump ainda precisa na Guerra contra o Irã: bases, espaço aéreo e geografia estratégica. A pergunta é se a Europa quer entrar em uma guerra agora.
É aquela velha história: todo mundo sabe como isso começou, mas ninguém sabe como vai parar. Os investidores, enquanto isso, parecem ter entendido que é melhor parar por aqui com suas posições e os principais índices em Nova York desabaram. Na Europa, não foi diferente: queda generalizada.
Tudo isso também pode impactar na inflação. O Banco Central tem sua reunião dia 17 e 18, daqui a duas semanas. A guerra tem tudo a ver com isso. A XP Investimentos avalia, em relatório macroeconômico mensal, que o conflito entre EUA e Irã pode alterar o cenário econômico brasileiro devido à relevância dos preços do petróleo para as exportações, receitas fiscais e inflação do país. Apesar de continuar prevendo cortes consecutivos de 0,50 ponto percentual (pp) a partir deste mês. No entanto, uma alta mais forte do petróleo pode levar o Banco Central a iniciar o ciclo de afrouxamento monetário de forma mais moderada, com um corte inicial de 0,25 pp. Se tem uma coisa que o BC já mostrou é que loucura não é com ele.
Hoje, o Brasil ainda conheceu a taxa de desemprego de janeiro, que subiu para 5,4%, mas que segue mostrando um mercado de trabalho resiliente, segundo analistas.
E tem a temporada de balanços. Hoje, nada mais, nada menos, do que Petrobras (PETR4) divulga seus números. A petroleira subiu apenas 0,47%, refutando as fortes altas do petróleo, com os investidores esperando para ver o que virá nos números. As demais petroleiras brasileiras aproveitaram melhor a alta do petróleo e subiram: PRIO (PRIO3) ganhou 2,59%, Petrorecôncvavo (RECV3) subiu 2,80% e Brava (BRAV3) avançou 0,27%. Vale (VALE3) caiu derretidos 3,33%. Os grandes bancos perderam todos na magnitude acima de 3%, com Itaú Unibanco (ITUB4) se destacando nas quedas, com menos 3,33%.
Com a guerra se expandido, o principal indicador da semana tende a ser deixado um tanto de lado. Nesta sexta-feira, sai o payroll, que é o mais importante relatório sobre o mercado de trabalho dos EUA.