Notícias de Hoje - 03/03/2026
Enviado: Qua Mar 04, 2026 2:50 am
- Minidólar com vencimento em abril (WDOJ26) termina com mais 1,99%, a 5.319,00
- Mini-índice com vencimento em abril de 2026 (WINJ26) fecha com menos 3,85%, aos 184.995 pontos
- Bitcoin Futuro (BITFUT) fecha com baixa de 0,40%, aos 362.320,00
- Ibovespa: PETR4 é a ação mais negociada do dia; confira as demais
Ativo | Negócios, Dia (%)
------------------------------
PETR4 | 107.820, -0,44
ITUB4 | 82.095, -3,35
B3SA3 | 74.066, -5,14
VALE3 | 66.067, -4,17
RDOR3 | 65.203, -2,64
- Ibovespa: apenas dois ativos sobem nesta sessão; veja quais
Ativo | Dia (%), Valor (R$)
--------------------------------
RAIZ4 | 6,15%, 0,69
BRKM5 | 3,24%, 9,55
- Ibovespa: PCAR3 é a maior queda do dia, com quase menos 18%; veja as demais
Ativo | Dia (%), Valor (R$)
-------------------------------
PCAR3 | -17,78%, 2,59
YDUQ3 | -6,99%, 12,10
ASAI3 | -6,49%, 8,65
CSNA3 | -6,06%, 7,91
BPAC11 | -5,86%, 57,51
- DIs: juros futuros terminam dia com altas por toda a curva
Ativo | Taxa (%), Variação (pp)
-------------------------------------
DI1F27 | 13,445%, 0,140
DI1F28 | 12,885%, 0,175
DI1F29 | 12,970%, 0,225
DI1F31 | 13,360%, 0,245
DI1F32 | 13,490%, 0,245
DI1F33 | 13,560%, 0,245
DI1F34 | 13,590%, 0,235
DI1F35 | 13,600%, 0,240
- Índice de Small Caps (SMLL) encerra sessão com perdas de 3,87%, aos 2.465,66 pontos
- Índice de BDRs (BDRX) termina com alta de 0,70%, aos 24.221,87 pontos
- Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerra pregão com menos 0,59%, aos 3.883,13 pontos
- Ibovespa termina com forte baixa de 3,28%, aos 183.104,87 pontos
Máxima: 189.602,38
Mínima: 180.518,33
Diferença para a abertura: -6.202,15 pontos
Volume: R$ 46,70 bilhões
- Dólar comercial fecha em alta de 1,91%
Venda: R$ 5,265
Compra: R$ 5,264
Mínima: R$ 5,232
Máxima: R$ 5,343
- Principais índices em Nova York fecham dia com quedas amplas
Dow Jones -0,83%
S&P 500 -0,94%
Nasdaq -1,02%
- Petróleo: Brent com vencimento em abril fecha dia com alta de 4,71%, a US$ 81,40
- Petróleo: WTI com vencimento em abril fecha dia com forte alta de 4,70%, a US$ 74,56
- Notícias de Hoje: O Ibovespa hoje derreteu 3,28%, aos 183.104,87 pontos, uma perda de amplos 6.202,15 pontos, a maior queda em um dia desde o chamado “Flávio Day”, em 5 de dezembro do ano passado, quando o ex-presidente Jair Bolsonaro escolheu seu filho Flávio Bolsonaro para concorrer à Presidência da República, frustrando os agentes de mercado, que clamavam pela escolha do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas.
Foi uma sessão que derreteu também toda e qualquer esperança de uma guerra rápida e que abrisse brecha para um acordo. Hoje, não há essa possibilidade. Com o Irã fechando o Estreito de Ormuz, a preocupação é com a interrupção do fornecimento de energia – petróleo e gás natural.
Mas o presidente dos EUA, Donald Trump, tentando controlar a narrativa, procurou acalmar os mercados, sem sucesso: para ele, os preços do petróleo podem ter alta por um breve período, mas vão recuar.
A onda de vendas nos mercados emergentes se aprofundou hoje. Não só no Brasil. O dólar acabou retomando seu caráter de segurança, que havia derretido com a política comercial errática do governo Trump. Hoje, o dólar comercial disparou 1,91%, a R$ 5,265, mas chegou a subir sufocantes 3%. Os DIs (juros futuros), aceleram mais uma vez por toda a curva.
O VIX, índice de volatilidade nos EUA, chegou a subir mais de 30%. Na Europa, não foi diferente: gotas de sangue pingavam das telas dos computadores.
Após inicialmente encarar a guerra no Oriente Médio com relativa tranquilidade (na véspera), a ansiedade do mercado aumentou consideravelmente, em meio a preocupações de que um governo e um exército iranianos decapitados e sem liderança executem uma resposta retaliatória prolongada, visando semear o caos em toda a região, atacando infraestruturas econômicas e energéticas cruciais nas próximas semanas.
Embora os militares dos EUA e de Israel tenham domínio completo na região, eles não conseguem interceptar todos os mísseis e drones disparados pelo Irã, especialmente porque os estoques de interceptores estão se esgotando rapidamente.
Hoje foi dia de divulgação de dados no Brasil. O PIB do 4T25 de 2025 subiu 0,1% no 4T25 e avançou 2,3% em 2025, em linha com o esperado. Foi uma desaceleração do ritmo de expansão em relação aos 3,4% de 2024, mas não é exatamente um derretimento. O aperto monetário, com uma Selic de 15% ao ano, além do endividamento, travaram o consumo das famílias e derrubaram a construção civil na reta final do ano.
Mesmo assim, o resultado coloca o Brasil em 11º lugar entre as maiores economias do ano, à frente da Espanha, México, Austrália e Coreia, mas atrás da Rússia, em guerra, e do Canadá, sufocado pela nova política comercial de Trump.
E teve mais boa notícia para o governo: criação formal de emprego superou projeção no início do ano, após quebra em dezembro, e janeiro ficou acima das expectativas. Isso tudo com essa Selic elevadíssima. Aqui, os dois assuntos se conectam. O próprio Copom apontou na reunião de janeiro que a Selic poderia começar a cair na reunião de março. Todos respiraram aliviados. Porém, com a guerra e o fechamento do Estreito de Ormuz já se pensa em alta da inflação para todo lado.
Poucos se salvaram, quase nenhum – só Raizen (RAIZ4), com mais 6,15%, e Braskem (BRKM5), com mais 3,24%.; Vivara (VIVA3) ficou no zero a zero. A Vale (VALE3) ficou longe de se salvar: derreteu 4,17%, com minério de ferro já pesando o cenário bélico atual. Destaque também para a maior queda de Bradesco (BBDC4), com menos 4,78%. GPA (PCAR3) foi a maior queda do dia, com 17,78%, em um dia que quase 100% do varejo sofreu. Mas o grupo derreteu com a Fitch Ratings rebaixando o rating corporativo de “A”, com observação negativa, para “CCC”.
- Mini-índice com vencimento em abril de 2026 (WINJ26) fecha com menos 3,85%, aos 184.995 pontos
- Bitcoin Futuro (BITFUT) fecha com baixa de 0,40%, aos 362.320,00
- Ibovespa: PETR4 é a ação mais negociada do dia; confira as demais
Ativo | Negócios, Dia (%)
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PETR4 | 107.820, -0,44
ITUB4 | 82.095, -3,35
B3SA3 | 74.066, -5,14
VALE3 | 66.067, -4,17
RDOR3 | 65.203, -2,64
- Ibovespa: apenas dois ativos sobem nesta sessão; veja quais
Ativo | Dia (%), Valor (R$)
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RAIZ4 | 6,15%, 0,69
BRKM5 | 3,24%, 9,55
- Ibovespa: PCAR3 é a maior queda do dia, com quase menos 18%; veja as demais
Ativo | Dia (%), Valor (R$)
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PCAR3 | -17,78%, 2,59
YDUQ3 | -6,99%, 12,10
ASAI3 | -6,49%, 8,65
CSNA3 | -6,06%, 7,91
BPAC11 | -5,86%, 57,51
- DIs: juros futuros terminam dia com altas por toda a curva
Ativo | Taxa (%), Variação (pp)
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DI1F27 | 13,445%, 0,140
DI1F28 | 12,885%, 0,175
DI1F29 | 12,970%, 0,225
DI1F31 | 13,360%, 0,245
DI1F32 | 13,490%, 0,245
DI1F33 | 13,560%, 0,245
DI1F34 | 13,590%, 0,235
DI1F35 | 13,600%, 0,240
- Índice de Small Caps (SMLL) encerra sessão com perdas de 3,87%, aos 2.465,66 pontos
- Índice de BDRs (BDRX) termina com alta de 0,70%, aos 24.221,87 pontos
- Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerra pregão com menos 0,59%, aos 3.883,13 pontos
- Ibovespa termina com forte baixa de 3,28%, aos 183.104,87 pontos
Máxima: 189.602,38
Mínima: 180.518,33
Diferença para a abertura: -6.202,15 pontos
Volume: R$ 46,70 bilhões
- Dólar comercial fecha em alta de 1,91%
Venda: R$ 5,265
Compra: R$ 5,264
Mínima: R$ 5,232
Máxima: R$ 5,343
- Principais índices em Nova York fecham dia com quedas amplas
Dow Jones -0,83%
S&P 500 -0,94%
Nasdaq -1,02%
- Petróleo: Brent com vencimento em abril fecha dia com alta de 4,71%, a US$ 81,40
- Petróleo: WTI com vencimento em abril fecha dia com forte alta de 4,70%, a US$ 74,56
- Notícias de Hoje: O Ibovespa hoje derreteu 3,28%, aos 183.104,87 pontos, uma perda de amplos 6.202,15 pontos, a maior queda em um dia desde o chamado “Flávio Day”, em 5 de dezembro do ano passado, quando o ex-presidente Jair Bolsonaro escolheu seu filho Flávio Bolsonaro para concorrer à Presidência da República, frustrando os agentes de mercado, que clamavam pela escolha do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas.
Foi uma sessão que derreteu também toda e qualquer esperança de uma guerra rápida e que abrisse brecha para um acordo. Hoje, não há essa possibilidade. Com o Irã fechando o Estreito de Ormuz, a preocupação é com a interrupção do fornecimento de energia – petróleo e gás natural.
Mas o presidente dos EUA, Donald Trump, tentando controlar a narrativa, procurou acalmar os mercados, sem sucesso: para ele, os preços do petróleo podem ter alta por um breve período, mas vão recuar.
A onda de vendas nos mercados emergentes se aprofundou hoje. Não só no Brasil. O dólar acabou retomando seu caráter de segurança, que havia derretido com a política comercial errática do governo Trump. Hoje, o dólar comercial disparou 1,91%, a R$ 5,265, mas chegou a subir sufocantes 3%. Os DIs (juros futuros), aceleram mais uma vez por toda a curva.
O VIX, índice de volatilidade nos EUA, chegou a subir mais de 30%. Na Europa, não foi diferente: gotas de sangue pingavam das telas dos computadores.
Após inicialmente encarar a guerra no Oriente Médio com relativa tranquilidade (na véspera), a ansiedade do mercado aumentou consideravelmente, em meio a preocupações de que um governo e um exército iranianos decapitados e sem liderança executem uma resposta retaliatória prolongada, visando semear o caos em toda a região, atacando infraestruturas econômicas e energéticas cruciais nas próximas semanas.
Embora os militares dos EUA e de Israel tenham domínio completo na região, eles não conseguem interceptar todos os mísseis e drones disparados pelo Irã, especialmente porque os estoques de interceptores estão se esgotando rapidamente.
Hoje foi dia de divulgação de dados no Brasil. O PIB do 4T25 de 2025 subiu 0,1% no 4T25 e avançou 2,3% em 2025, em linha com o esperado. Foi uma desaceleração do ritmo de expansão em relação aos 3,4% de 2024, mas não é exatamente um derretimento. O aperto monetário, com uma Selic de 15% ao ano, além do endividamento, travaram o consumo das famílias e derrubaram a construção civil na reta final do ano.
Mesmo assim, o resultado coloca o Brasil em 11º lugar entre as maiores economias do ano, à frente da Espanha, México, Austrália e Coreia, mas atrás da Rússia, em guerra, e do Canadá, sufocado pela nova política comercial de Trump.
E teve mais boa notícia para o governo: criação formal de emprego superou projeção no início do ano, após quebra em dezembro, e janeiro ficou acima das expectativas. Isso tudo com essa Selic elevadíssima. Aqui, os dois assuntos se conectam. O próprio Copom apontou na reunião de janeiro que a Selic poderia começar a cair na reunião de março. Todos respiraram aliviados. Porém, com a guerra e o fechamento do Estreito de Ormuz já se pensa em alta da inflação para todo lado.
Poucos se salvaram, quase nenhum – só Raizen (RAIZ4), com mais 6,15%, e Braskem (BRKM5), com mais 3,24%.; Vivara (VIVA3) ficou no zero a zero. A Vale (VALE3) ficou longe de se salvar: derreteu 4,17%, com minério de ferro já pesando o cenário bélico atual. Destaque também para a maior queda de Bradesco (BBDC4), com menos 4,78%. GPA (PCAR3) foi a maior queda do dia, com 17,78%, em um dia que quase 100% do varejo sofreu. Mas o grupo derreteu com a Fitch Ratings rebaixando o rating corporativo de “A”, com observação negativa, para “CCC”.