Notícias de Hoje - 29/01/2026
Enviado: Qui Jan 29, 2026 11:52 pm
- Minidólar com vencimento em fevereiro (WDOG26) termina com menos de 0,02%, a 5.196,00
- Mini-índice com vencimento em fevereiro de 2026 (WING26) fecha com menos 1,15%, aos 184.155 pontos
- Bitcoin Futuro (BITFUT) fecha com menos 5,55%, aos 437.840,00
- DIs: juros futuros terminam dia com novas quedas por toda a curva
Ativo | Taxa (%), Variação (pp)
-------------------------------------
DI1F27 | 13,475%, -0,040
DI1F28 | 12,680%, -0,100
DI1F29 | 12,695%, -0,090
DI1F31 | 13,060%, -0,025
DI1F32 | 13,190%, -0,005
DI1F33 | 13,250%, -0,015
DI1F35 | 13,310%, -0,005
- Ibovespa: VALE3 é a mais uma vez a ação mais negociada do dia; confira
Ativo | Negócios, Dia (%)
------------------------------
VALE3 | 82.075, 0,51%
PETR4 | 72.269, 0,96%
ITUB4 | 53.206, -0,41%
PRIO3 | 51.681, 2,00%
B3SA3 | 51.116, 1,03%
- Ibovespa: PRIO3 é a maior alta do dia; confira as demais
Ativo | Dia (%), Valor (R$)
--------------------------------
PRIO3 | 2,00%, R$51,51
B3SA3 | 1,03%, R$16,68
WEGE3 | 0,97%, R$52,07
PETR4 | 0,96%, R$37,70
BRAV3 | 0,85%, R$18,99
- Ibovespa: siderúrgicas dominam as baixas do dia; veja a lista
Ativo | Dia (%), Valor (R$)
-------------------------------
GOAU4 | -5,13%, R$9,99
USIM5 | -4,88%, R$6,63
SUZB3 | -4,64%, R$49,36
CMIN3 | -4,52%, R$6,13
GGBR4 | -4,17%, R$22,74
- Índice de Small Caps (SMLL) encerra sessão com perdas de 1,72%, aos 2.549,75 pontos
- Índice de BDRs (BDRX) termina com queda de 0,57%, aos 24.842,76 pontos
- Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerra pregão com menos 0,14%, aos 3.843,02 pontos
- Ibovespa fecha com baixa de 0,84%, aos 183.133,75 pontos
Máxima: 186.449,75 (máxima histórica)
Mínima: 181.556,56
Diferença para a abertura: -1.557,30 pontos
Volume: R$ 38,90 bilhões
- Dólar comercial fecha com queda de 0,22%
Venda: R$ 5,193
Compra: R$ 5,193
Mínima: R$ 5,166
Máxima: R$ 5,246
- Principais índices em Nova York fecham dia de forma mista; Dow se salva
Dow Jones 0,11%
S&P 500 -0,13%
Nasdaq -0,72%
- Petróleo: Brent com vencimento em março fecha dia com alta de 3,38%, a US$ 70,71
- Petróleo: WTI com vencimento em março fecha dia com alta de 3,50%, a US$ 65,42
- Notícias de Hoje: O Ibovespa recuou nesta sessão 0,84%, aos 183.133,75 pontos, uma perda de 1.557,30 pontos, muito por conta da realização de lucros após uma série de recordes batidos, mas não só: o clima em Wall Street pesou e houve reflexo aqui. Só que o índice começou o dia com força e chegou a renovar a máxima histórica na parte da manhã, indo a inéditos 186.449,75 pontos, pela primeira vez acima dos 186 mil.
O dólar comercial terminou com baixa de 0,22%, a R$ 5,194. Os DIs (juros futuros) igualmente começaram o dia com quedas amplas, depois diminuíram o ritmo, chegaram a virar para positivo e então fecharam com baixas por toda a curva.
Toda essa oscilação e troca de sinais tem um emaranhado de explicações, notícias que animaram e depois abalaram o sentimento do investidor. O que animou foi a notícia de ontem após o fechamento do mercado, em que o Banco Central decidiu manter a taxa de juros brasileira, a Selic, em 15% ao ano. Jogo jogado, era o que a grande maioria esperava. Mas a surpresa veio em um comunicado explícito dizendo que o ciclo de cortes começará em março. As apostas passaram a ser, então, na magnitude desse corte, com o mercado já elevando para 0,50 ponto percentual.
A redação do comunicado permaneceu cautelosa, reforçando que a inflação e as expectativas de inflação seguem acima da meta, ao mesmo tempo em que a atividade econômica desacelera gradualmente em um contexto de mercado de trabalho resiliente.
O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, disse que a alta da Selic teve impacto mais negativo sobre a geração de empregos em 2025 do que o tarifaço imposto pelo governo Trump. O mercado de trabalho brasileiro fechou 618.164 postos de trabalho em dezembro de 2025, segundo dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados hoje.
Porém, após a abertura de Wall Street, as notícias não foram muito animadoras. Uma delas é que a novela do shutdown, a paralisação do governo federal dos EUA, vai recomeçar, com o Senado local bloqueando pacote de gastos e aumentando a possibilidade de voltar todo aquele drama visto no segundo semestre do ano passado. A coisa toda piora quando se ouve o Federal Reserve dizer que os dados só estão ficando nítidos agora, pois ao ficarem represados durante a paralisação dificultaram o trabalho da autoridade monetária. Com isso, o ouro voltou a subir e conseguiu chegar à oitava sessão seguida de valorização. Proteção é a palavra de ordem, o que justifica também a queda por aqui, com alguma saída de estrangeiros. As Bolsas europeias terminaram sem direção definida.
Mas o que pesou mesmo em Wall Street foram as big techs. Foi um azedume, especialmente no Nasdaq, que é o índice específico de tecnologia. A CNBC conta que a Microsoft puxou o índice para baixo com uma queda em torno de 12%, o que representaria seu pior dia desde março de 2020, depois que a empresa relatou uma desaceleração no crescimento da computação em nuvem no último trimestre. A queda das ações das demais empresas de software agravou as perdas, com o aumento dos temores entre os investidores de que a inteligência artificial possa impactar o modelo de negócios da Microsoft.
A Meta, que também divulgou resultados ontem, tratou de diminuir os prejuízos do setor, mas não foi o suficiente. Agora, os olhos se voltam para a Apple, que divulga seus números hoje, após o fechamento.
Para piorar, o presidente dos EUA, Donald Trump, escalou seus atritos com o Federal Reserve, chamando o presidente da instituição Jerome Powell, de “idiota”. Trump quer porque quer que o Fed corte juros. E ainda ameaçou aumentar tarifas por aí, dizendo que a Casa Branca tem sido muito gentil.
- Mini-índice com vencimento em fevereiro de 2026 (WING26) fecha com menos 1,15%, aos 184.155 pontos
- Bitcoin Futuro (BITFUT) fecha com menos 5,55%, aos 437.840,00
- DIs: juros futuros terminam dia com novas quedas por toda a curva
Ativo | Taxa (%), Variação (pp)
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DI1F27 | 13,475%, -0,040
DI1F28 | 12,680%, -0,100
DI1F29 | 12,695%, -0,090
DI1F31 | 13,060%, -0,025
DI1F32 | 13,190%, -0,005
DI1F33 | 13,250%, -0,015
DI1F35 | 13,310%, -0,005
- Ibovespa: VALE3 é a mais uma vez a ação mais negociada do dia; confira
Ativo | Negócios, Dia (%)
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VALE3 | 82.075, 0,51%
PETR4 | 72.269, 0,96%
ITUB4 | 53.206, -0,41%
PRIO3 | 51.681, 2,00%
B3SA3 | 51.116, 1,03%
- Ibovespa: PRIO3 é a maior alta do dia; confira as demais
Ativo | Dia (%), Valor (R$)
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PRIO3 | 2,00%, R$51,51
B3SA3 | 1,03%, R$16,68
WEGE3 | 0,97%, R$52,07
PETR4 | 0,96%, R$37,70
BRAV3 | 0,85%, R$18,99
- Ibovespa: siderúrgicas dominam as baixas do dia; veja a lista
Ativo | Dia (%), Valor (R$)
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GOAU4 | -5,13%, R$9,99
USIM5 | -4,88%, R$6,63
SUZB3 | -4,64%, R$49,36
CMIN3 | -4,52%, R$6,13
GGBR4 | -4,17%, R$22,74
- Índice de Small Caps (SMLL) encerra sessão com perdas de 1,72%, aos 2.549,75 pontos
- Índice de BDRs (BDRX) termina com queda de 0,57%, aos 24.842,76 pontos
- Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerra pregão com menos 0,14%, aos 3.843,02 pontos
- Ibovespa fecha com baixa de 0,84%, aos 183.133,75 pontos
Máxima: 186.449,75 (máxima histórica)
Mínima: 181.556,56
Diferença para a abertura: -1.557,30 pontos
Volume: R$ 38,90 bilhões
- Dólar comercial fecha com queda de 0,22%
Venda: R$ 5,193
Compra: R$ 5,193
Mínima: R$ 5,166
Máxima: R$ 5,246
- Principais índices em Nova York fecham dia de forma mista; Dow se salva
Dow Jones 0,11%
S&P 500 -0,13%
Nasdaq -0,72%
- Petróleo: Brent com vencimento em março fecha dia com alta de 3,38%, a US$ 70,71
- Petróleo: WTI com vencimento em março fecha dia com alta de 3,50%, a US$ 65,42
- Notícias de Hoje: O Ibovespa recuou nesta sessão 0,84%, aos 183.133,75 pontos, uma perda de 1.557,30 pontos, muito por conta da realização de lucros após uma série de recordes batidos, mas não só: o clima em Wall Street pesou e houve reflexo aqui. Só que o índice começou o dia com força e chegou a renovar a máxima histórica na parte da manhã, indo a inéditos 186.449,75 pontos, pela primeira vez acima dos 186 mil.
O dólar comercial terminou com baixa de 0,22%, a R$ 5,194. Os DIs (juros futuros) igualmente começaram o dia com quedas amplas, depois diminuíram o ritmo, chegaram a virar para positivo e então fecharam com baixas por toda a curva.
Toda essa oscilação e troca de sinais tem um emaranhado de explicações, notícias que animaram e depois abalaram o sentimento do investidor. O que animou foi a notícia de ontem após o fechamento do mercado, em que o Banco Central decidiu manter a taxa de juros brasileira, a Selic, em 15% ao ano. Jogo jogado, era o que a grande maioria esperava. Mas a surpresa veio em um comunicado explícito dizendo que o ciclo de cortes começará em março. As apostas passaram a ser, então, na magnitude desse corte, com o mercado já elevando para 0,50 ponto percentual.
A redação do comunicado permaneceu cautelosa, reforçando que a inflação e as expectativas de inflação seguem acima da meta, ao mesmo tempo em que a atividade econômica desacelera gradualmente em um contexto de mercado de trabalho resiliente.
O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, disse que a alta da Selic teve impacto mais negativo sobre a geração de empregos em 2025 do que o tarifaço imposto pelo governo Trump. O mercado de trabalho brasileiro fechou 618.164 postos de trabalho em dezembro de 2025, segundo dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados hoje.
Porém, após a abertura de Wall Street, as notícias não foram muito animadoras. Uma delas é que a novela do shutdown, a paralisação do governo federal dos EUA, vai recomeçar, com o Senado local bloqueando pacote de gastos e aumentando a possibilidade de voltar todo aquele drama visto no segundo semestre do ano passado. A coisa toda piora quando se ouve o Federal Reserve dizer que os dados só estão ficando nítidos agora, pois ao ficarem represados durante a paralisação dificultaram o trabalho da autoridade monetária. Com isso, o ouro voltou a subir e conseguiu chegar à oitava sessão seguida de valorização. Proteção é a palavra de ordem, o que justifica também a queda por aqui, com alguma saída de estrangeiros. As Bolsas europeias terminaram sem direção definida.
Mas o que pesou mesmo em Wall Street foram as big techs. Foi um azedume, especialmente no Nasdaq, que é o índice específico de tecnologia. A CNBC conta que a Microsoft puxou o índice para baixo com uma queda em torno de 12%, o que representaria seu pior dia desde março de 2020, depois que a empresa relatou uma desaceleração no crescimento da computação em nuvem no último trimestre. A queda das ações das demais empresas de software agravou as perdas, com o aumento dos temores entre os investidores de que a inteligência artificial possa impactar o modelo de negócios da Microsoft.
A Meta, que também divulgou resultados ontem, tratou de diminuir os prejuízos do setor, mas não foi o suficiente. Agora, os olhos se voltam para a Apple, que divulga seus números hoje, após o fechamento.
Para piorar, o presidente dos EUA, Donald Trump, escalou seus atritos com o Federal Reserve, chamando o presidente da instituição Jerome Powell, de “idiota”. Trump quer porque quer que o Fed corte juros. E ainda ameaçou aumentar tarifas por aí, dizendo que a Casa Branca tem sido muito gentil.