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Notícias de Hoje - 27/01/2026

Enviado: Qua Jan 28, 2026 2:38 am
por Henri Dotto
- Minidólar com vencimento em fevereiro (WDOG26) termina com baixa de 2,00%, a 5.183,50
- Mini-índice com vencimento em fevereiro de 2026 (WING26) fecha com mais 1,74%, aos 182.885 pontos
- Bitcoin Futuro (BITFUT) fecha com menos 0,48%, aos 462.640,00

- DIs: juros futuros terminam dia com novas quedas por toda a curva

Ativo | Taxa (%), Variação (pp)
-------------------------------------
DI1F27 | 13,575%, -0,105
DI1F28 | 12,855%, -0,115
DI1F29 | 12,850%, -0,130
DI1F31 | 13,145%, -0,150
DI1F32 | 13,265%, -0,145
DI1F33 | 13,320%, -0,160
DI1F35 | 13,365%, -0,165

- Ibovespa: VALE3 é novamente a ação mais negociada do dia; confira

Ativo | Negócios, Dia (%)
------------------------------
VALE3 | 60.333, 2,20%
PETR4 | 52.363, 2,18%
ITUB4 | 50.066, 2,65%
B3SA3 | 45.913, 3,06%
BBAS3 | 45.366, 1,19%

- Ibovespa: RAIZ4 é a maior alta do dia; veja as demais

Ativo | Dia (%), Valor (R$)
--------------------------------
RAIZ4 | 8,43%, R$0,90
CSNA3 | 7,13%, R$10,67
YDUQ3 | 6,96%, R$14,76
CYRE3 | 6,17%, R$29,79
ASAI3 | 5,47%, R$8,68

- Ibovespa: ENEV3 termina como maior queda do dia; veja a lista

Ativo | Dia (%), Valor (R$)
--------------------------------
ENEV3 | -2,72%, R$21,46
AURE3 | -2,71%, R$11,47
VIVA3 | -1,88%, R$27,69
TOTS3 | -1,52%, R$46,50
SMTO3 | -1,46%, R$15,50

- Índice de Small Caps (SMLL) encerra sessão com avanço de 2,20%, aos 2.558,74 pontos
- Índice de BDRs (BDRX) termina com queda de 0,95%, aos 24.962,72 pontos
- Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerra pregão com menos 0,15%, aos 3.840,08 pontos, mínima do dia

- Ibovespa fecha com alta de 1,79%, aos 181.919,13 pontos, maior patamar de fechamento da história
Máxima: 183.359,56 (máxima histórica)
Mínima: 178.852,46
Diferença para a abertura: +3.198,45 pontos
Volume: R$ 31,50 bilhões

- Dólar comercial fecha com baixa de 1,41%
Venda: R$ 5,206
Compra: R$ 5,206
Mínima: R$ 5,199
Máxima: R$ 5,278

- Principais índices em Nova York fecham dia de forma mista
Dow Jones -0,83%
S&P 500 0,41%
Nasdaq 0,91%

- Petróleo: Brent com vencimento em março fecha dia com alta de 3,02%, a US$ 67,57
- Petróleo: WTI com vencimento em março fecha dia com alta de 2,90%, a US$ 62,39

- Notícias de Hoje: Ibovespa quebrador de recordes voltou nesta terça-feira com tudo. Não só atingiu os 181 mil pela primeira vez na história, como passou dos 182 mil e chegou, na máxima intradia, aos 183.359.56 pontos, maior patamar de todos os tempos. Depois, arrefeceu o ímpeto e fechou com mais 1,79%, aos 181.919,13 pontos.
Hoje, o dólar comercial perdeu 1,41%, a R$ 5,206, mas na mínima foi a R$ 5,199, o menor patamar desde o dia 31 de maio de 2024, ou 20 meses atrás. Os DIs (juros futuros) recuaram pelo quarto dia seguido, o que fechou o triângulo de boas notícias para os mercados.
O Brasil segue como um dos principais destinos. Porém, o banco vê os investidores mais cautelosos após a forte valorização recente. Os juros seguem como o principal gatilho: muitos aguardam o primeiro corte efetivo da Selic para aumentar exposição. A expectativa majoritária é de que o movimento de cortes se inicie em março. O Bank Of America diz que o BC já tem condições de começar a cortar a Selic nesta quarta-feira.
O BofA cita entre os motivos a desaceleração da inflação. Há razão na informação e os dados não mentem: nesta manhã, saiu o IPCA-15 de janeiro, a prévia da inflação do mês, e o resultado veio abaixo do esperado.
De lá de fora, também veio contribuição. Na Europa, as Bolsas fecharam majoritariamente com altas. Em Wall Street, Nasdaq e S&P 500 se beneficiaram dos balanços que saíram do 4T25 e das expectativas para as primeiras big techs com números, que serão divulgados na quinta-feira (29) – Apple, Meta e Microsoft.
A geopolítica foi deixada um pouco para segundo plano: “a principal preocupação é a temporada de balanços. Temos 200 empresas divulgando seus resultados nas próximas duas semanas e, até agora, tudo bem”, disse à CNBC Adam Parker, fundador e CEO da Trivariate Research.
Sem os atritos geopolíticos, Fernando Siqueira, head de Research da Eleven Financial, disse que o Ibovespa subiu mesmo por conta da leitura da inflação: “com o IPCA mais baixo, a aposta de corte de juros ganhou força. Os juros estão caindo e impulsionando as ações. Após alguns dias com a liderança de empresas mais favorecidas pelo cenário geopolítico internacional, hoje a alta está mais ligada à fatores domésticos”.