- Índice de Small Caps (SMLL) encerra sessão com ganhos de 1,00%, aos 2.285,53 pontos
- Índice de BDRs (BDRX) termina com alta de 0,09%, aos 27.001,45 pontos
- Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerra pregão de forma estável, valendo 3.860,28 pontos
- Ibovespa: VALE3 é a ação mais negociada do dia; veja a lista
Ativo | Negócios, Dia (%)
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VALE3 | 50.953, 4,04%
ITUB4 | 44.847, 0,51%
SBSP3 | 37.113, 1,50%
GGBR4 | 34.778, 6,53%
PETR4 | 33.308, -0,49%
- Ibovespa: siderúrgicas dominam as maiores altas do dia; confira a lista
Ativo | Dia (%), Valor (R$)
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CSNA3 | 8,85%, R$7,13
USIM5 | 8,57%, R$12,04
GGBR4 | 6,53%, R$24,65
GOAU4 | 5,81%, R$10,57
CMIN3 | 5,29%, R$4,78
- Ibovespa: POMO4 é a maior baixa do dia; veja as demais
Ativo | Dia (%), Valor (R$)
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POMO4 | -2,78%, R$5,95
MGLU3 | -2,41%, R$5,68
WEGE3 | -2,33%, R$42,00
BRKM5 | -2,15%, R$10,01
PRIO3 | -1,34%, R$61,98
- DIs: juros futuros terminam dia de forma mista
Ativo | Taxa (%), Variação (pp)
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DI1F27 | 14,160%, -0,045
DI1F28 | 14,035%, -0,065
DI1F29 | 14,015%, -0,045
DI1F31 | 14,035%, -0,005
DI1F32 | 14,070%, -0,005
DI1F33 | 14,100%, 0,005
DI1F34 | 14,110%, 0,010
DI1F35 | 14,100%, 0,010
- Ibovespa termina com alta de 1,16%, aos 174.197,64 pontos
Máxima: 174.894,05
Mínima: 172.198,54
Diferença para a abertura: +2.000,18 pontos
Volume: R$ 22,60 bilhões
- Dólar comercial fecha com queda de 0,27%
Venda: R$ 5,009
Compra: R$ 5,008
Mínima: R$ 5,000
Máxima: R$ 5,023
- Principais índices em Nova York fecham sessão com ganhos curtos
Dow Jones 0,49%
S&P 500 0,13%
Nasdaq 0,03%
- Petróleo: Brent com vencimento em julho fecha dia com alta de 1,07%, a US$ 96,00
- Petróleo: WTI com vencimento em julho fecha dia com alta de 1,74%, a US$ 93,76
- Notícias de Hoje: após cinco quedas seguidas, o Ibovespa teve alta de 1,16%, aos 174.197,10 pontos, um ganho de 1.999,64 pontos.
O real também conseguiu nova valorização, a segunda seguida, com o dólar comercial caindo 0,27%, a R$ 5,009. Os DIs (juros futuros) planaram mistos com altas na ponta longa da curva.
O dia começou com a proposta do governo dos EUA de aplicar uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros. Um novo tarifaço!
Os motivos são diversos e reúnem críticas à atuação do Judiciário, ao Pix, ao combate à corrupção, à propriedade intelectual, ao etanol e até ao desmatamento – vindo do governo Trump, que rasgou o Acordo de Paris.
No entanto, o Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) concluiu a investigação comercial contra o país e incluiu 73 páginas de produtos que permaneceriam fora da cobrança. Ou seja, uma penca de exceções.
André Matos, CEO da MA7 Negócios, destacou que “o ponto técnico mais relevante é que a lista de isenções e exclui setores estratégicos, como aeronaves civis, além de medicamentos, fertilizantes, terras raras, suco de laranja e café. Boa parte do que o Brasil exporta para os EUA, especialmente do agronegócio e da indústria aeronáutica, está protegida neste desenho inicial. O efeito real concentra-se em aço, alumínio, carne bovina, calçados e têxteis”.
O governo brasileiro achou o novo tarifaço um absurdo, mas sabe que podia ser pior. Hoje, houve uma reunião de ministros com o vice-presidente, Geraldo Alckmin, para discutir os impactos. Ainda assim, o governo brasileiro enxerga margem para negociação com os norte-americanos.
Segundo o governo, a culpa disto é Flávio Bolsonaro. O senador se adiantou, se defendeu e disse ter pedido a Trump para que poupasse empresas brasileiras. Alckmin foi mais direto: “sabotadores agem para prejudicar o país”.
Nos EUA, os principais índices terminaram mais um dia com ganhos, ampliando os recordes da véspera, mais uma vez impulsionados pelo setor de tecnologia, especificamente semicondutores e chips para IA.
O mesmo se deu com as Bolsas da Europa, que também voaram alto. Mas, por lá, a inflação decolou junto: os preços ao consumidor nos 21 países que compartilham o euro subiram para 3,2% em maio na base anual, de 3,0% no mês anterior, bem acima da meta de 2% do BCE.
Destaque de hoje foi para Vale (VALE3) com alta de 4,04%. O mesmo aconteceu com as siderúrgicas, que ganharam com uma revisão nas tarifas do aço dos EUA: CSN (CSNA3) ganhou 8,85%, Gerdau (GGBR4) subiu 5,53% e Usiminas (USIM5) decolou 8,57%. Também foi dia de ganhos para os grande bancos nacionais, com exceção de BB (BBAS3) que virou no final e caiu 0,35%: Bradesco (BBDC4) avançou 1,52%, Itaú Unibanco (ITUB4) valorizou 0,51% e Santander (SANB11) ficou com mais 0,55%.
Notícias de Hoje - 02/06/2026
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Henri Dotto
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