- Índice de Small Caps (SMLL) encerra sessão com perdas de 0,71%, aos 2.409,78 pontos
- Índice de BDRs (BDRX) termina com alta de 0,27%, aos 25.329,73 pontos
- Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerra pregão com menos 0,11%, aos 3.909,65 pontos, mínima do dia
- Ibovespa: RDOR3 é a ação mais negociada do dia; confira a lista
Ativo | Negócios, Dia (%)
------------------------------
RDOR3 | 70.823, -6,47%
PETR4 | 63.006, -2,22%
SMFT3 | 58.505, 11,66%
ITUB4 | 57.314, -2,37%
AXIA3 | 53.473, -5,95%
- Ibovespa: SMFT3 é a maior alta do dia; veja a lista
Ativo | Dia (%), Valor (R$)
-------------------------------
SMFT3 | 11,66%, R$20,30
TOTS3 | 9,46%, R$36,23
BEEF3 | 3,78%, R$4,12
NATU3 | 1,71%, R$10,70
LREN3 | 1,70%, R$14,94
- Ibovespa: VAMO3 é a maior baixa do dia; veja as demais
Ativo | Dia (%), Valor (R$)
-------------------------------
VAMO3 | -7,48%, R$3,71
AXIA6 | -6,48%, R$63,83
RDOR3 | -6,47%, R$37,74
AXIA3 | -5,95%, R$58,12
TIMS3 | -5,77%, R$23,03
- DIs: juros futuros terminam dia com altas por toda a curva
Ativo | Taxa (%), Variação (pp)
-------------------------------------
DI1F27 14,115%, 0,060
DI1F28 13,710%, 0,105
DI1F29 13,635%, 0,115
DI1F31 13,725%, 0,120
DI1F32 13,780%, 0,095
DI1F33 13,820%, 0,100
DI1F34 13,835%, 0,100
DI1F35 13,840%, 0,105
- Ibovespa termina com perdas de 2,38%, aos 183.218,26 pontos
Máxima: 187.779,31
Mínima: 182.867,75
Diferença para a abertura: -4.472,60 pontos
Volume: R$ 31,90 bilhões
- Dólar comercial fecha com alta de 0,05%
Venda: R$ 4,923
Compra: R$ 4,923
Mínima: R$ 4,896
Máxima: R$ 4,931
- Principais índices em Nova York terminam sessão de hoje com perdas
Dow Jones -0,64%
S&P 500 -0,38%
Nasdaq -0,13%
- Petróleo: Brent com vencimento em junho fecha dia com baixa de 1,19%, a US$ 100,06
- Petróleo: WTI com vencimento em junho fecha dia com queda de 0,28%, a US$ 94,81
- Notícias de Hoje: O Ibovespa despencou 2,38%, aos 183.218,26 pontos, uma perda de 4.472,60 pontos, depois de duas sessões seguidas de ganhos. Uma série de motivos fez os investidores pisarem no freio e esperarem.
O movimento atingiu o dólar comercial também, que oscilou o dia inteiro, mas que acabou ganhando 0,05%, a R$ 4,923, depois de chegar a R$ 4,931 na máxima. Os DIs (juros futuros), que abriram e passaram a manhã no negativo, terminaram no azul por toda a curva.
Hoje foi um dia de encontro entre os presidentes Lula e Donald Trump, resultados do 1T26, além de petróleo e Irã que hoje teve poucas novidades.
Foi um dia de cautela, Wall Street também ficou negativo, depois de começar o dia com ganhos. Apesar do petróleo ficar com perdas, houve um momento em que os futuros viraram para alta, indicando que a incerteza sobre o Oriente Médio segue lá em cima – o que também fez as Bolsa europeias caírem.
Um dos motivos da espera foi o Irã afirmar que ainda não tem uma resposta à proposta feita pelos EUA. Outro foi que os próprios EUA pensam em retomar ao tal Projeto Liberdade, que nada mais é que escoltar navios pelo Estreito de Ormuz, o que eleva as tensões na região.
No Brasil, o dia começou com a produção industrial de março surpreendendo positivamente e reforçando um PIB mais forte no 1T26, como apontaram analistas. A indústria brasileira continuará crescendo nos próximos meses, mas a restrição monetária e os custos mais elevados de energia e matérias-primas (causados pela guerra no Oriente Médio) devem trazer algum impacto ao setor. Isso mostra um quadro mais difícil para a política monetária e, consequentemente, para o custo dos empréstimos.
O assunto mais importante do dia foi sem dúvida o encontro entre Lula e Trump, na Casa Branca. Mas, nesse caso, quem ficou na sala de espera foram os jornalistas e todos que queriam alguma informação da reunião que devia durar em torno de uma hora e ficou com quase três horas de duração.
Trump deu a primeira ideia do que aconteceu, em postagem na rede social: “acabei de concluir minha reunião com Luiz Inácio Lula da Silva, o muito dinâmico presidente do Brasil. A reunião correu muito bem”.
Lula depois foi à embaixada do Brasil e deu uma entrevista, esclarecendo os pontos da conversa. O governo brasileiro chamou a reunião de “muito produtiva”. Mas nesse momento, o mercado já havia entendido o recado: nada de novo havia ocorrido, nada que pudesse mexer nem com a expectativas econômicas brasileiras, muito menos com as projeções eleitorais.
Já quanto aos Balanços, foi a vez de Bradesco, o último dos grandes bancos a divulgar seus resultados, que caiu 3,89%. O banco até apresentou lucro acima do trimestre anterior e na comparação anual, mas a questão que ficou foi: é uma nova recuperação ou uma deterioração da qualidade?
A espera do mercado, aliada às preocupações com o Bradesco, derrubou os demais bancos do varejo nacional: BB (BBAS3) desceu 1,72%, na mínima do dia, Itaú Unibanco (ITUB4) perdeu 2,37% e Santander (SANB11) caiu 3,10%.
Só esse quadro já teria sido suficiente para entender a queda do Ibovespa. Mas teve mais, Rede D’Or (RDOR3) foi outro destaque negativo, com baixa de 6,47%, mesmo com 1T26 considerado “resiliente” – algumas linhas do balanço foram consideradas decepcionantes. Mas o dia também teve ganhos consideráveis. Poucos, mas teve. Totvs (TOTS3) disparou 9,46%, após balanço considerado forte, impulsionado pela divisão de Gestão. Minerva (BEEF3) viu o lucro desabar no 1T26, mesmo assim a ação subiu 3,78%. Natura (NATU3) ganhou 1,71%, com analistas apostando contra o ceticismo geral com a empresa.
Quem se deu bem mesmo nesta quinta foi SmartFit (SMFT3), que disparou 11,66%, após balanço trimestral apontarem que talvez os temores tenham ficado para trás.
A sexta-feira chega com um indicador importante: o payroll nos EUA, o mais importante relatório sobre o mercado de trabalho local, que inclui geração de vagas de emprego e taxa de desemprego.
Notícias de Hoje - 07/05/2026
-
Henri Dotto
- Mensagens: 183
- Registrado em: Ter Set 09, 2025 1:32 am